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Nelson Nhachungue, King Levi e Lay Lizzy na Nova Série da Maningue Magic
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Maputo, 14 de Maio de 2024 – Nelson Nhachungue, King Levi e Lay Lizzy estrelam a nova série da Maningue Magic. Nelson Nhachungue interpreta Tony, um empresário que é namorado de Ayana, personagem principal vivida por Moya Langa. King Levi dá vida ao doutor Rui, namorado de Keyla, interpretada por Silvana Pombal. A trilha sonora original da série foi criada por Lay Lizzy, trazendo uma dimensão especial à narrativa.
A série, intitulada “Ex-amicíssimas cada uma por si, Deus por todas”, estreia no próximo domingo, 19 de Maio, às 20h20min, no Canal Maningue Magic. “Ex-amicíssimas cada uma por si, Deus por todas” promete cativar os telespectadores com um enredo intrigante que gira em torno do reencontro de cinco amigas, dez anos após a última vez que estiveram juntas. Transformadas pelas experiências da vida, estas amigas enfrentarão novos desafios que revelarão o melhor e o pior de cada uma, tornando-se aliadas e inimigas em um cenário repleto de inveja e traições.
No elenco principal, a série conta com Silvana Pombal como Keyla, Moya Langa como Ayana, Geca Gledsse como Priscila, Mércia Boavida como Faira, Abdil Juma como o advogado Ribeiro, André Xirindza como o Manager, Yolanda Helena como a enfermeira Rute, Nelson Nhachungue como o empresário Tony, e King Levi como o doutor Rui.
Um destaque especial da série é a trilha sonora original, criada por Lay Lizzy, que traz uma dimensão emocional única à narrativa.
A produção de “Ex-amicíssimas cada uma por si, Deus por todas” é liderada por Lorna Zita, criadora da série, e JJ Nota, que atua como showrunner e produtor executivo ao lado de Agostinho Guila. Omar Faquirá também integra a equipe como produtor.
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Esta primeira temporada chancelada pela Afrocinemakers, conta ainda com uma equipa de produção constítuida por Gil D´Oliveira (realizador), Angelo A2 Sitoe (director de fotografia), Abel Jeque (assistente de câmara e cam b), Manuel Macucua (treinamento de actores e casting), Maria Clotilde (treinador de actores).
Ainda por detrás das camâras de “Ex-amicíssimas cada uma por si, Deus por todas”, há profissionais como Bento Maunge (luminotécnico), Lucrecio Chinai (best-boy), Nélcia Laquine (guarda-roupa), Mamudo Dembo (assistente de guarda-roupa) e Winnie dos Santos (make up).
Olinda Fumo (assistente de make up e cabelo), Octávia Mazuze (cabeleireira), Ivo Mabjaia (field sound mixer), Daniel Saete (boom operator e assistente de som), Timóteo Maposse (assistente de produção), Xavier Bila (assistente de realização), são outros integrantes da equipa.
A produção conta igualmente com Orlando Mabasso Jr. (continuísta), Ernesto Macuacua (claquenista), Ivo Jeque (behind the scens), Cleide Libéria (secretária de produção), Batista Gelário, Jalente Chirindza e Orlando Nhamtumbo (motoristas).
Margarida Muchava e Octávia Maguimane (cartering), Laylizzy e Carmen Chaquisse são os autores da trilha sonora e o tema de abertura é interpretado pela Banda Kakana. O tema de abertura foi escrito por Ivo Mabjaia e a animação feita pela Erva Studios.
Na sala de escrita estão Lorna Zita, Ivo Mabjaia, Gil D´Oliveira Nota e JJ Nota. A supervisão de pós-produção cabe a JJ Nota, o editor chefe é Osvaldo Tamele e o editor é Isidro Chichango.
“Ex-amicíssimas cada uma por si, Deus por todas” é uma série emocionante que certamente prenderá a atenção do público moçambicano. Não perca a estreia no domingo, 19 de Maio, às 20h20min, no Canal Maningue Magic.
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Um Dia a Água Virá transforma memórias das cheias em literatura traduzida para línguas moçambicanas
As histórias de pessoas afectadas pelas cheias que atingiram a bacia do Incomati, em Janeiro deste ano, foram transformadas em literatura e traduzidas para sete línguas moçambicanas, no âmbito da XIIª edição do Concurso de Tradução Literária.
A iniciativa, realizada por ocasião do Dia Internacional da Tradução, distinguiu seis tradutores e teve como principal destaque Um Dia a Água Virá, obra que reúne cinco relatos sobre as inundações e procura preservar a memória de um dos episódios climáticos que marcou o país este ano.
O 1.º Prémio foi atribuído a Óscar Francisco Gueza, pela tradução de Vasos Comunicantes para ciManyika. Artimisa André Litsur conquistou o 2.º Prémio, pela tradução para português de L’homme né dans la rivière, enquanto Nelfa Orlando Tambe recebeu o 3.º Prémio pela tradução portuguesa do mesmo texto.
Foram ainda atribuídas três Menções Honrosas a Manuel Luís Tembe, pela tradução de Um Dia a Água Virá para ciChangana; Chitungue Mucara Machai, pela tradução para português de The Man With the Boat; e Chaponda Maria Marcos, pela tradução de Um Dia a Água Virá para ciTsonga.
Os seis distinguidos receberam diplomas, livros e prémios monetários.
A edição deste ano registou 177 inscrições e 40 propostas de tradução, tendo reunido 22 tradutores num workshop dedicado à tradução.
Cinco histórias sobre as cheias
Um Dia a Água Virá é o nono volume da Colectânea de Contos Traduzidos da Editora Trinta Zero Nove e o primeiro da colecção dedicado integralmente a narrativas de não ficção.
A obra reúne cinco perspectivas sobre as cheias de Janeiro. Entre os protagonistas está Rabeca Alfredo, uma menina acolhida num centro de acomodação improvisado numa igreja, e Carlos Tibana, que participou nas operações de salvamento.
O livro apresenta também o testemunho de Sarah Matches, Coordenadora Provincial envolvida na resposta à emergência, além de duas pessoas que optaram pelo anonimato: uma editora que perdeu 15 mil livros e um homem que disponibilizou o seu barco de recreio para apoiar os resgates.
As cinco histórias procuram registar experiências individuais que se cruzam com a realidade de milhões de moçambicanos afectados, ao longo dos anos, por fenómenos climáticos extremos.
Dados do INGD citados pelas Nações Unidas indicam que as cheias afectam historicamente cerca de 385 mil pessoas por ano em Moçambique, podendo chegar a 2,5 milhões de pessoas nos episódios de maior dimensão.
As narrativas foram traduzidas para inglês, português e sete línguas moçambicanas, permitindo que as experiências retratadas na obra circulem entre diferentes comunidades linguísticas.
Para a organização, a tradução permite não apenas ampliar o acesso às histórias, mas também contribuir para a preservação da memória das cheias para além do momento em que aconteceram.
Criado em 2015, o Concurso de Tradução Literária está na origem da Editora Trinta Zero Nove. Ao longo das suas edições, já alcançou cerca de 5.700 jovens e atribuiu mais de 50 prémios.
Em 2021, a iniciativa foi distinguida nos London Book Fair International Excellence Awards, na categoria Literary Translation Initiative Award.
A XIIª edição retoma, assim, uma das ideias centrais que estiveram na origem do concurso: fazer da tradução uma ponte para que histórias vividas por algumas pessoas possam ser conhecidas por muitas outras.
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“As Sementes do Céu” entre os livros infantis mais recomendados do mundo em 2026
O livro infantil “As Sementes do Céu”, de autoria do escritor moçambicano Mia Couto, com ilustrações de Susa Monteiro, foi seleccionado para a lista internacional dos livros infantis mais recomendados para 2026.
A selecção foi feita pela International Children and Youth’s Literature, organização que reuniu 200 títulos de literatura infantil publicados em 46 línguas e provenientes de 62 países.
Entre os critérios considerados pelo júri estão a relevância universal dos temas abordados, a qualidade literária e visual das obras, bem como a inovação temática ou gráfica.
A lista pretende dar visibilidade internacional às obras seleccionadas, sendo divulgada em bibliotecas e em importantes eventos do sector, entre os quais a Feira do Livro de Frankfurt, na Alemanha, e a Feira Internacional do Livro Infantil de Bolonha, em Itália.
“As Sementes do Céu” foi publicado este ano, de forma simultânea, pela Fundação Fernando Leite Couto, em Moçambique, e pela Editorial Caminho, em Portugal.
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“Eu mereço o melhor”, diz Dygo Boy em resposta a internautas
O rapper moçambicano Dygo Boy lançou “Fortaleça”, no âmbito da segunda parte do seu trabalho discográfico “Frescolandia”.
Na música, o rapper mostra-se seguro e firme sobre tudo o que conquistou, apesar de, por vezes, ser tratado como se não merecesse o que tem.