Fast Food
Milton Gulli celebra 25 anos da sua carreira com “Quotidiano”
- Share
- Tweet /var/www/wptbox/wp-content/plugins/mvp-social-buttons/mvp-social-buttons.php on line 67
https://xigubo.com/wp-content/uploads/2022/03/Milton-Gulli.jpg&description=Milton Gulli celebra 25 anos da sua carreira com “Quotidiano”', 'pinterestShare', 'width=750,height=350'); return false;" title="Pin This Post">
O músico moçambicano, radicado em Portugal Milton Gulli disponibilizou nesta quinta-feira, 03/03, o seu primeiro álbum de originais “Quotidiano” em todas plataformas digitais em comemoração dos seus 25 anos no mundo musical.

Na discografia, o músico relata a vida em Moçambique e no mundo, explorando o quotidiano e os fios comuns que ligam as pessoas ao tempo, espaço e ao destino, em volta do planeta.
O projecto foi editado pela Tangential Music, gravadora britânica, e contou com participação dos músicos como Hélder Gonzaga, Regina Dos Santos, Luísa Vieira, Juan Pestana, Renato Chantre Almeida, Marcos Alves, Nataniel Melo, Tchaka Waka Bantu e os compositores Ricardo Bicho, Ras Makuluve e Son of A Chef, o que resultou em 10 faixas músicas, onde “Puto” e “Jogador” mereceram uma remix por conta da mensagem e relevância dada pelo músico.
O álbum contará com a apresentação oficial em espectáculo no Musicbox, em Lisboa, no dia 23 de Março, onde partilhará o palco com a banda composta por Marcos Alves na bateria, Renato Almeida no baixo, Diogo Santos nos teclados e Hugo Menezes.
Milton Gulli um artista entregue aos sons da lusofonia é co-fundador da Kongoloti Records e de projectos como Cacique´97, e Philharmonic Weed, durante a sua trajectória foi vocalista dos Cool Hipnoise produtor e DJ.
Fast Food
Chua Nuvunga e Nhez Nguenha revelam sua “Voz de Rua” na casa dos Coutos
Os artistas moçambicanos Chua Nuvunga e Nhez Nguenha juntam-se na exposição “Voz de Rua”, uma mostra que cruza pintura e escultura para explorar diferentes formas de representar o corpo, a liberdade, o desejo e a condição humana.
A exposição está patente desde 5 de agosto e segue aberta ao público até 28 de agosto.
A mostra reúne pinturas sobre tela de Nhez Nguenha e esculturas em madeira e metal de Chua Nuvunga, colocando em diálogo dois percursos artísticos distintos, mas com pontos de encontro na forma como abordam questões humanas e sociais.
Na pintura de Nhez, destacam-se as cores intensas, o rigor do acabamento e a atenção ao detalhe. As obras combinam elementos abstractos e figurativos, criando ambientes onde aves, instrumentos musicais e outros símbolos remetem para a liberdade, o desejo, a utopia e a incerteza.
Já Chua Nuvunga transforma essas ideias em matéria. Através da madeira e do metal, o artista cria esculturas que exploram corpos fragmentados, transformação e união, convidando o público a imaginar as histórias por detrás de cada peça.
Fast Food
Neyma usa a Marrabenta para reforçar o aleitamento materno
Teve início, a 1 de Agosto, a Semana Mundial do Aleitamento Materno. Para assinalar a efeméride, a cantora moçambicana Neyma recuperou a canção “Leite Materno”, reforçando a sensibilização da sociedade para a importância da amamentação.
A canção enquadra-se nas actividades que a cantora desenvolve enquanto embaixadora da UNICEF em Moçambique, cargo que exerce desde Novembro de 2014.
“O leite materno é precioso e é o melhor do mundo nos primeiros seis meses de vida do bebé”, reforça a artista na publicação.
A Semana Mundial do Aleitamento Materno decorre este ano sob o lema “Amamentação para um começo de vida sustentável: fortaleça o que funciona.”
Fast Food
Gilberto Mendes anuncia Gungu Cinema e reflecte sobre a morte da cultura
O actor e empresário cultural Gilberto Mendes anunciou uma resposta concreta para a valorização da sétima arte em Moçambique: o Gungu Cinema.
O anúncio surge na sequência do encerramento temporária da Nu Metro, a última sala de cinema em actividade em Maputo, depois de vários internautas terem apelado a Mendes para avançar com a criação de um cinema.
A resposta do actor foi acompanhada por uma reflexão sobre o estado da cultura moçambicana, na qual defende que o declínio cultural começou muito antes da actual situação das salas de exibição.
Mendes recorda o desaparecimento gradual de bandas, a redução da actividade teatral, o enfraquecimento de instituições culturais, como a Companhia Nacional de Canto e Dança, o desaparecimento de salas de cinema e o afastamento da literatura do quotidiano dos moçambicanos.
Para Gilberto Mendes, a cultura deixou de ser encarada como um bem essencial para a formação da sociedade e, como consequência, surgiram problemas como a perda de civismo, o empobrecimento do debate público, a degradação do uso da língua portuguesa e a crescente valorização de conteúdos superficiais nas plataformas digitais.
Com o Gungu Cinema, Gilberto Mendes poderá ampliar a sua contribuição para a preservação e promoção da cultura cinematográfica nacional, num momento em que a discussão sobre o futuro das salas de cinema ganha força no país.