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Mélio Tinga ganha bolsa para estudar mercado literário das Maurícias 

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Melio Tinga

O escritor Mélio Tinga recebeu a notícia de que foi escolhido como um dos beneficiários do programa AléVini, uma iniciativa regional voltada para o desenvolvimento das Indústrias Culturais e Criativas (ICC) na Indianoceânia. 

Este programa é liderado pela Comissão do Oceano Índico (COI) e financiado pela Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), com o objectivo de apoiar o comércio e facilitar o acesso aos mercados.

O projecto de mobilidade de Mélio Tinga, segundo escreveu a Catalogus concentra-se na compreensão do funcionamento do mercado literário nas Maurícias, enfrentando os diferentes desafios, com ênfase especial na língua e cultura. Além disso, o autor pretende estabelecer contactos com escritores jovens e outros agentes do mercado literário local.

Neste primeiro ciclo de atribuição de bolsas, a COI concederá aproximadamente vinte bolsas de mobilidade, totalizando 32.986 euros. Essas bolsas foram escolhidas entre 43 submissões de pessoas individuais e colectivas, provenientes da União Comores, Madagáscar, Maurícias, Moçambique, Seicheles e Ilha Reunião.

Das submissões, 38% foram apresentadas por entidades, enquanto 62% foram submetidas por particulares. O júri selecionou 20 candidaturas que alcançaram mais de 70 pontos, sendo que 30% dos beneficiários são entidades e 70% são particulares.

A participação de Mélio Tinga neste programa representa não apenas uma oportunidade valiosa para a sua carreira, mas também um impulso significativo para o intercâmbio cultural e literário na região da Indianoceânia.

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Sóstenes Rego alerta para importância das línguas maternas em Moçambique

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O professor e pesquisador Sóstenes Rego apresentou, na quinta-feira passada, 20 de Fevereiro, na Associação dos Escritores Moçambicanos (AEMO), a palestra “A Língua Materna e suas Implicações no Nosso Quotidiano”, no âmbito das celebrações do Dia Internacional da Língua Materna.

A sessão, moderada pelo professor Gilberto Milice, proporcionou um momento de reflexão e diálogo sobre o papel das línguas maternas no desenvolvimento social, cultural e académico em Moçambique.

A iniciativa integrou o programa de actividades alusivas ao Dia Internacional da Língua Materna, celebrado anualmente a 21 de Fevereiro, data instituída pela UNESCO para incentivar a preservação e valorização da diversidade linguística.

Segundo a Associação dos Escritores Moçambicanos, o encontro reforçou a consciência sobre a importância das línguas maternas na construção da identidade e no acesso ao conhecimento.

O evento contou com a participação de membros da AEMO, estudantes, investigadores, comunicadores e público em geral, consolidando o compromisso da associação na promoção da literatura e do debate cultural em Moçambique.

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Karina Jamal anuncia agendas ecológicas

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A empresária moçambicana Karina Jamal anunciou, através das suas redes sociais, a criação de uma nova linha de agendas produzidas a partir de papel reciclado, unindo sustentabilidade ambiental à promoção do emprego feminino no sector industrial.

Karina explicou que as agendas foram desenvolvidas pela Koko Boxes com o intuito de gerar mais oportunidades de trabalho para mulheres nas áreas de produção e operações industriais. “Abracem a nossa causa e juntem-se a nós em fazer escolhas mais sustentáveis”, escreveu a empresária, acrescentando que as agendas podem ser personalizadas para marcas e instituições.

Nas páginas internas das agendas, o texto reforça que o projecto transforma papel reciclado em novas oportunidades de vida, promovendo emprego feminino e sustentabilidade:

“Cada papel reciclado representa não apenas uma nova vida útil, mas também uma chance para várias mulheres florescerem nas suas carreiras. Juntos vamos construir um futuro mais verde e justo para todos.”

Para Karina Jamal e a equipa da Koko Boxes, o lançamento da agenda é mais do que um produto: é uma acção com impacto social e ambiental, reforçando a importância da inclusão económica das mulheres e da responsabilidade ambiental.

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Nova música de Marllen “vaiada” no facebook

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A artista moçambicana Marllen Preta Negra, trouxe a tona a sua a música “Cheias (Swivanga Xirilo)” de 2015, como uma iniciativa que visa mobilizar ajuda humanitária para as vítimas das cheias que voltam a assolar Moçambique em 2026.

Segundo a publicação feita nas redes sociais, a obra surge como um apelo solidário para reduzir o sofrimento das famílias que perderam bens e foram obrigadas a abandonar as suas residências, procurando sensibilizar a sociedade para a gravidade da situação vivida nas zonas afetadas.

No entanto, a iniciativa gerou forte polémica nas redes sociais, com vários internautas a criticarem o recurso à música num contexto de calamidade. Alguns comentários questionam a utilidade do trabalho para quem se encontra em áreas inundadas, enquanto outros ironizam a proposta, considerando-a desnecessária perante a urgência de ajuda material.

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