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Hot Blaze realizou “o sonho” de encher Maxaquene
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Hot Blaze, cantor e compositor moçambicano, provou que é possível realizar eventos de grande sucesso apenas com artistas nacionais ao lotar o campo do Maxaquene com o aguardado Festival “O Sonho” no último sábado, 07 de outubro. O evento foi um verdadeiro marco na cena musical moçambicana, com uma plateia entusiasmada composta por fãs fervorosos e apoiadores da música local.
“O Sonho” não apenas destacou o talento de Hot Blaze, mas também serviu como plataforma para diversos artistas moçambicanos brilharem no palco, como é o caso de Denilson LA, Kayman, Os Proprios, Illan, Celestino Boma, Fake Twins DJ, Cris Fontana, Konfuzo 412, Wezyma, Simba Barvic, Weyder Jads dentre outros.
A presença maciça de público demonstra o poder e a capacidade da indústria musical nacional de atrair multidões e competir em pé de igualdade com eventos internacionais. Isso também ressalta a importância de investir e apoiar artistas locais, ao criar um cenário musical vibrante e sustentável em Moçambique.
Além disso, o sucesso de “O Sonho” é um testemunho da unidade e do espírito de comunidade que permeia a cena musical moçambicana, com artistas a colaborar e a poiar uns aos outros para oferecer experiências memoráveis aos fãs.
Hot Blaze e sua equipe conseguiram criar um evento que não só celebra a música local, mas também inspira uma nova geração de talentos a seguir seus sonhos na indústria musical moçambicana. Este festival, sem dúvida, deixa uma marca indelével na história da música de Moçambique e abre caminho para mais eventos de sucesso com talento local.
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Sóstenes Rego alerta para importância das línguas maternas em Moçambique
O professor e pesquisador Sóstenes Rego apresentou, na quinta-feira passada, 20 de Fevereiro, na Associação dos Escritores Moçambicanos (AEMO), a palestra “A Língua Materna e suas Implicações no Nosso Quotidiano”, no âmbito das celebrações do Dia Internacional da Língua Materna.
A sessão, moderada pelo professor Gilberto Milice, proporcionou um momento de reflexão e diálogo sobre o papel das línguas maternas no desenvolvimento social, cultural e académico em Moçambique.
A iniciativa integrou o programa de actividades alusivas ao Dia Internacional da Língua Materna, celebrado anualmente a 21 de Fevereiro, data instituída pela UNESCO para incentivar a preservação e valorização da diversidade linguística.
Segundo a Associação dos Escritores Moçambicanos, o encontro reforçou a consciência sobre a importância das línguas maternas na construção da identidade e no acesso ao conhecimento.
O evento contou com a participação de membros da AEMO, estudantes, investigadores, comunicadores e público em geral, consolidando o compromisso da associação na promoção da literatura e do debate cultural em Moçambique.
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Karina Jamal anuncia agendas ecológicas
A empresária moçambicana Karina Jamal anunciou, através das suas redes sociais, a criação de uma nova linha de agendas produzidas a partir de papel reciclado, unindo sustentabilidade ambiental à promoção do emprego feminino no sector industrial.
Karina explicou que as agendas foram desenvolvidas pela Koko Boxes com o intuito de gerar mais oportunidades de trabalho para mulheres nas áreas de produção e operações industriais. “Abracem a nossa causa e juntem-se a nós em fazer escolhas mais sustentáveis”, escreveu a empresária, acrescentando que as agendas podem ser personalizadas para marcas e instituições.
Nas páginas internas das agendas, o texto reforça que o projecto transforma papel reciclado em novas oportunidades de vida, promovendo emprego feminino e sustentabilidade:
“Cada papel reciclado representa não apenas uma nova vida útil, mas também uma chance para várias mulheres florescerem nas suas carreiras. Juntos vamos construir um futuro mais verde e justo para todos.”
Para Karina Jamal e a equipa da Koko Boxes, o lançamento da agenda é mais do que um produto: é uma acção com impacto social e ambiental, reforçando a importância da inclusão económica das mulheres e da responsabilidade ambiental.
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Nova música de Marllen “vaiada” no facebook
A artista moçambicana Marllen Preta Negra, trouxe a tona a sua a música “Cheias (Swivanga Xirilo)” de 2015, como uma iniciativa que visa mobilizar ajuda humanitária para as vítimas das cheias que voltam a assolar Moçambique em 2026.
Segundo a publicação feita nas redes sociais, a obra surge como um apelo solidário para reduzir o sofrimento das famílias que perderam bens e foram obrigadas a abandonar as suas residências, procurando sensibilizar a sociedade para a gravidade da situação vivida nas zonas afetadas.
No entanto, a iniciativa gerou forte polémica nas redes sociais, com vários internautas a criticarem o recurso à música num contexto de calamidade. Alguns comentários questionam a utilidade do trabalho para quem se encontra em áreas inundadas, enquanto outros ironizam a proposta, considerando-a desnecessária perante a urgência de ajuda material.