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Cultura

Áquila Chirindza: a rainha das serenatas

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Áquila Serenatas é o nome da voz que tem conquistado moçambicanos através de serenatas. Com 22 anos de idade, ingressou no mundo musical aos 16 anos por influência da congregação religiosa onde os seus pais ocupavam cargos de destaque, tendo integrado ao grupo coral onde desenvolveu boa parte daquilo que sabe em termos musicais.

Formada em Contabilidade e Finanças pela Universidade Zambeze, descobriu que podia usar o dom que lhe foi concedido por “forças divinas” para alegrar e mudar o dia das pessoas que escutam suas melodias. Em 2020 realiza a sua primeira serenata por insistência de uma conhecida e descobre que podia rentabilizar o seu gosto pelo canto que até aquela altura tinha inclinação evangélica, sendo começou a explorar outras áreas para enriquecer o seu pacote.

Em 2021, resolve ingressar de forma mais agressiva ao mercado musical, trabalhando o suficiente para que com ajuda das redes sociais seu nome atravessa-se as capitais províncias (Inhambane e Gaza) e fosse tão apreciada na cidade de Maputo, onde por duas vezes realizou digressão de serenatas conseguindo alcançar a meta de 500 serenatas em um ano, número que cresce cada dia.

O trabalho e a persistência trouxeram lucros suficientes ao ponto de adquirir a sua primeira viatura, algo que lhe alegra, pois não teve que recorrer a outras práticas para tal, apenas usou o seu talento para viver seu sonho e resolver um problema relacionado à mobilidade.

Cultura

O dia em que Samora negou a devolução do Gungunhana

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Gungunhana foi o último rei do Império de Gaza, em Moçambique. Destacou-se pela liderança em várias batalhas contra as forças coloniais portuguesas, tendo, porém, sido capturado em 1895.

Capturado e exilado

Após a sua captura, juntamente com a sua família, foi exilado para os Açores (Portugal), onde permaneceu até à sua morte, em 1906.

O regresso à terra natal

Em 1983, quase 10 anos após a independência, Samora Machel visitou Portugal e tinha um pedido especial: a devolução dos restos mortais de Gungunhana, o último rei de Gaza.

“Foi uma tentativa, primeiro, de se reconciliarem enquanto Estados e enquanto nações, de procurarem esquecer o passado”, afirmou Ungulani Ba Ka Khossa, escritor moçambicano.

Expectativa vs. realidade

Quando chegou a Portugal, Samora encontrou uma urna muito pequena, até porque era mais a questão simbólica da terra onde Gungunhana havia sido sepultado.

Pequena para a dimensão de um rei

Samora Machel “rejeitou” a urna. O que ele queria era um caixão que expressasse a dimensão de Gungunhana perante o povo moçambicano.

Quase dois anos depois, Samora Machel regressou a Portugal para receber a urna que levaria os restos mortais de Gungunhana de volta a Moçambique.

Urna digna de um rei

No regresso a Maputo, a urna desfilou por várias ruas da cidade, perante a multidão, até à sua última morada: a Fortaleza de Maputo.

A última morada

A urna pesa 225 kg, esculpida por Paulo Comé sob a direcção de Malangatana Ngwenya, artista plástico moçambicano, e tem José Freire como arquitecto da obra.

Fonte: Quando Portugal Raptou um Rei

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Cultura

Janeth Mulapha apresenta Ndzula “filhas do Índico e let’s talk”

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Janeth Mulapha apresenta esta quarta-feira, 29 de Abril, às 18h30 duas performances Ndzula filhas do Índico e let’s talk, na Sala Grande do Franco-Moçambicano, em Maputo.

Ndzula filhas do Índico revisita o Tufo a partir de uma abordagem contemporânea, explorando o corpo como lugar de memória e resistência.

Let’s talk, propõe uma reflexão sobre o corpo feminino africano enquanto território social e político.

Refira-se que a dança contemporânea é uma proposta alusiva ao dia mundial da dança.

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Cultura

“D’Mim”, um instante suspenso no universo de Constantine

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No dia 29 de Abril, às 19hConstantine apresenta no palco do 16NetO a performance “D’Mim”.

“D’Mim” surge como um interlude do universo que o artista tem vindo a construir, um fragmento ao vivo que antecipa uma obra maior ainda em desenvolvimento.

No palco, Constantine cria um espaço íntimo onde baixo, voz e electrónica se entrelaçam para sustentar vestígios de memória, desejo e presença.

Não se trata de uma narrativa completa, mas de um corte sensível, um instante suspenso que revela apenas parte do que está por vir.

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