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Cultura

Amarildo Rungo quer motivar o espírito artístico no bairro Machava Socimol

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Foto: Edson Artur

Em Maputo existem bairros que carregam consigo o espírito artístico e histórico, porém, outros nem por isso. Foi pensando nisso que o artista plástico Amarildo Rungo resolveu iniciar a “pintura” em seu bairro da Machava- Socimol, com vista elevá-lo à categoria artística.

Neste momento, o pintor conta com 3 murais espalhados pelo bairro, da vontade de mostrar a sua veia artística e praticar as lições resultantes da sua formação na Escola Nacional de Artes Visuais (ENAV), e mostrar que é possível mudar certos pensamentos sobre o bairro. “Quero mostrar que é possível ensinar através da arte”, declara o artista.

Os murais já aqui concluídos, carregam consigo a intervenção social retratando o modo de vida da sociedade moçambicana.

O primeiro mural surgiu durante o confinamento em resposta ao “fecho” das actividades culturais em retrato do novo coronavírus.

“Que ratos são esses que roem a minha bandeira”, é o segundo mural do artista e aparece, segundo explicou, em apresentação dos contornos do julgamento das dívidas ocultas que decorre em Moçambique, carregando em simultâneo a revolta do artista para a actual situação da sociedade na qual está inserida.

Fora o novo projecto, Amarildo Rungo apresentou em 2021, ao lado do fotógrafo moçambicano Ildefonso Colaço, a exposição “Corporação” na Mueda Arte e no Centro Cultural Moçambique-Alemão.

Cultura

Xigubo pode tornar-se Património Cultural da Humanidade

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A dança Xigubo poderá vir a integrar a Lista Representativa do Património Cultural Imaterial da Humanidade da UNESCO.

A possibilidade de reconhecimento ganha impulso depois de os ministros da Cultura da CPLP, reunidos em Díli, Timor-Leste, terem decidido apoiar a inscrição das candidaturas de Angola, com o semba, e de Moçambique, com o Xigubo, na Lista do Património Cultural Imaterial da Humanidade.

A decisão foi tomada durante a XIV Reunião de Ministros da Cultura da organização, realizada a 5 de Maio, sob o tema “Salvaguarda da Herança Cultural na Promoção da Identidade e Cidadania na CPLP”.

O Xigubo é uma dança guerreira, praticada sobretudo no sul de Moçambique, com forte presença nas províncias de Maputo e Gaza.

A sua apresentação é marcada por filas de dançarinos, movimentos vigorosos, tambores, trajes adornados com peles e plumas, bem como escudos e bastões, numa encenação que remete para a preparação, defesa e celebração guerreira.

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Cultura

Belarmino Lovane lança livro sobre cultura e desenvolvimento urbano sustentável

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O académico e investigador moçambicano Belarmino A. Lovane lançou, esta quarta-feira, 6 de Maio de 2026, a obra “A Cultura e o Desenvolvimento Sustentável das Cidades e Municípios”, um livro prefaciado pelo Presidente da República, Daniel Francisco Chapo. A publicação propõe uma reflexão sobre o papel da cultura na construção de cidades mais sustentáveis e na melhoria da governação local em Moçambique.

Na obra, o autor defende que a cultura deve ser encarada como um instrumento estratégico para o desenvolvimento urbano, podendo contribuir para o fortalecimento da coesão social, dinamização da economia local e criação de municípios mais inclusivos e resilientes. Belarmino Lovane é doutorando na Universidade dos Açores, em Portugal, onde desenvolve investigação nas áreas de cultura, comunicação e desenvolvimento local.

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Cultura

Hipólito Sengulane defende ensino da arte com lançamento de novo livro

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O autor moçambicano Hipólito Sengulane lançou recentemente a obra “A Evolução da Arte e a História de Moçambique”, um livro que propõe uma reflexão sobre o desenvolvimento da arte no país e a necessidade da sua valorização no sistema nacional de ensino. A publicação destaca o papel da arte na construção da identidade cultural moçambicana e na preservação da memória colectiva.

Na obra, o autor defende a inclusão do estudo da arte nos currículos escolares, considerando que o contacto com as expressões culturais desde cedo pode contribuir para o fortalecimento da educação e da valorização do património nacional. Para além do seu carácter académico, o livro pretende servir como material de apoio para artistas, estudantes e investigadores interessados na riqueza e diversidade da produção artística em Moçambique.

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