Connect with us
Publicidade Xigubo Desktop

Publicidade

Cultura

Festival Maputo em Cena homenageia Evaristo Abreu na sua segunda edição

Publicado

aos

A Olankha realiza a segunda edição do Festival Maputo em Cena. Evento que este ano acontece entre os dias 13 e 22 de Agosto presta homenagem ao actor, encenador e dramaturgo moçambicano Evaristo Abreu, em reconhecimento do seu contributo para o desenvolvimento das artes cénicas em Moçambique.

O festival apresenta uma programação diversificada que reúne nove espectáculos, actividades de formação e uma mesa-redonda, promovendo encontros entre artistas nacionais e internacionais e aproximando o público das artes performativas.

Entre os destaques da programação encontra-se “O Dançarino”, de Evaristo Abreu, dirigido por Isabel Jorge. A obra que integra a homenagem ao artista e celebra o seu legado na dramaturgia e na cena moçambicana será apresentada no dia 13, às 18h00, no Centro Cultural Franco-Moçambicano (CCFM).

Estão propostos igualmente os espectáculos “Dois perdidos numa noite suja”, no dia 14, e “O microfone quebrado”, no dia 21, apresentados pela companhia Mahamba, bem como ao espectáculo “Jacob, um conto moçambicano”, no dia 20, protagonizado pelo actor moçambicano radicado em Portugal, Alberto Magassela.

A programação integra ainda “Politiquices de pequeno vulto”, uma produção do grupo Luarte agendada para o dia 16, na Casa Velha. Trata-se de uma peça que reforça a diversidade estética da programação ao abordar, através da linguagem teatral, questões sociais e políticas do quotidiano cruzando o humor e a crítica.

O festival apresenta igualmente “Lutar para perder”, no dia 18, às 18h00, no Instituto Guimarães Rosa (IGR). O monólogo interpretado pelo actor Ailton Zimila, um dos talentos emergentes do teatro moçambicano, expõe uma sensibilidade artística e qualidade interpretativa que têm vindo a afirmar-se junto do público e da crítica.

Reforçando o seu compromisso com a democratização do acesso à cultura, o “Maputo em Cena” realizará duas actividades no bairro da Mafalala. Énia Lipanga, escritora e activista social, apresenta, no dia 15, no Museu Mafalala, o seu audiolivro “Nada será devolvido em silêncio” e, no dia 17, a Companhia Makweru leva ao Circuito da Mafalala a peça “Kuloha”.

A reflexão sobre o teatro nacional ocupará igualmente um lugar de destaque com a realização da mesa-redonda “Pensar a Estética do Teatro Moçambicano a partir da obra de Evaristo Abreu”. Sob moderação de Dadivo José, a conversa terá como painelitas Lucrécia Paco, Alberto Magassela, Elliot Alex, Maria Atalia Adamugy e Félix Bruno Luís Carlos. O encontro marcado para o dia 18, no CCFM, pretende promover um debate em torno da herança artística de Evaristo Abreu e dos caminhos estéticos do teatro moçambicano contemporâneo.

A componente formativa do festival será assegurada por duas oficinas dirigidas a públicos distintos. A primeira, destinada a crianças, será orientada por Rita Couto, enquanto a segunda será dedicada a estudantes de artes cénicas e conduzida pelo actor Alberto Magassela, proporcionando um espaço de aprendizagem e partilha de experiências.

De referir que a segunda edição do Festival Maputo em Cena é coordenado e produzido pela Olankha Produção e Comunicação, empresa moçambicana especializada na produção de conteúdos audiovisuais, comunicação e produção de eventos culturais e artísticos, e conta com o apoio da Cultiv’Arte e o Centro Cultural Franco-Moçambicano.

Continuar a ler

Cultura

AZGO Sessions Vol. 2 junta Xixel Langa e António Marcos num encontro entre gerações e escolas musicais

Publicado

aos

Por

O Centro Cultural Franco-Moçambicano, em Maputo, acolhe nesta sexta-feira, 2 de Outubro, a partir das 20h00, a segunda edição do AZGO Sessions, plataforma de encontros musicais que aproxima artistas de diferentes gerações, percursos e linguagens. Nesta edição, o palco será partilhado por Xixel Langa e António Marcos.

Depois de ter reunido Roberto Chitsondzo e Hélio Beatz na sua primeira edição, realizada em Maio, o AZGO Sessions regressa com a mesma proposta de promover o diálogo entre diferentes escolas e experiências da música moçambicana.

Duas gerações, diferentes caminhos

Com trajectórias construídas em diferentes momentos da música moçambicana, Xixel Langa e António Marcos representam duas gerações e distintas formas de interpretar, criar e viver a música.

O encontro pretende colocar em diálogo referências, influências, sonoridades e experiências de palco que, embora partam de contextos diferentes, encontram na música um território comum.

Xixel Langa traz para esta edição um percurso ligado à música moçambicana contemporânea, marcado pela exploração da voz, da composição e de diferentes matrizes culturais e sonoras. Ao longo da sua carreira, a artista tem desenvolvido uma linguagem própria, estabelecendo pontes entre elementos da tradição e abordagens contemporâneas.

António Marcos chega ao AZGO Sessions com uma identidade musical construída a partir das suas próprias referências e experiências, contribuindo para o cruzamento de diferentes formas de interpretar e desenvolver a criação musical.

Mais do que reunir dois artistas num mesmo cartaz, o AZGO Sessions procura criar um verdadeiro encontro artístico, onde as diferenças de geração, linguagem e percurso possam abrir espaço para novas experiências e possibilidades de colaboração.

Um espaço para o diálogo musical

A segunda edição do AZGO Sessions reforça a aposta na aproximação entre diferentes gerações da música moçambicana, promovendo a partilha de experiências e a descoberta de novas linguagens.

A plataforma assume-se como um espaço de experimentação e intercâmbio, onde a música funciona como ponto de encontro entre diferentes épocas, referências e sensibilidades.

Sobre o Festival AZGO

O Festival AZGO é um festival internacional de artes realizado em Moçambique, com uma programação dedicada à música, cinema, dança e outras expressões artísticas. O festival tem como foco a valorização de artistas moçambicanos e africanos, criando oportunidades de encontro entre talentos emergentes e nomes já estabelecidos.

Mais do que um festival, o AZGO procura afirmar-se como uma plataforma de colaboração, intercâmbio cultural e criação de novas audiências.

O nome “AZGO” deriva de uma antiga expressão usada em Maputo que significa “vamos” — um convite para revisitar culturas e patrimónios, promover a diversidade e celebrar as artes.

A segunda edição do AZGO Sessions acontece esta sexta-feira, 2 de Outubro, às 20h00, no Centro Cultural Franco-Moçambicano, em Maputo, com Xixel Langa e António Marcos.

Continuar a ler

Cultura

Júlio Paruque Nomea Assa Matusse como embaixadora da cultura na cidade da Matola

Publicado

aos

O Município da Matola assinou ontem, na Cidade de Maputo, um Memorando de Entendimento com a cantora moçambicana Assa Matusse, numa iniciativa que visa reforçar e intensificar as actividades culturais e artísticas na Cidade da Matola.

No âmbito da parceria, o Presidente do Conselho Municipal da Matola, Júlio Paruque, nomeou a artista como Embaixadora da Cultura da Cidade da Matola.

Através desta colaboração, o Município da Matola e Assa Matusse pretendem trabalhar conjuntamente na promoção das artes, valorização dos artistas e criação de mais oportunidades para o desenvolvimento cultural da cidade.

A iniciativa representa mais um passo na aposta do município na cultura como um importante instrumento de identidade, inclusão e desenvolvimento.

Continuar a ler

Cultura

Conheça os 8 moçambicanos semifinalistas do Prémio Oceanos

Publicado

aos

Por

Oito escritores moçambicanos figuram entre os 54 semifinalistas do Prémio de Literatura em Língua Portuguesa Oceanos, uma das mais importantes distinções literárias do espaço lusófono.

A representação nacional inclui cinco autores na categoria de poesia Zacarias Nguenha, Ben Jone, Britos Baptista, Pedro Pereira Lopes e Whaskety Fernando e três na prosa, João Paulo Borges Coelho, Énia Lipanga e Lucílio Manjate.

Entre as obras seleccionadas estão Costurar a Linguagem, Para Espantar Horror do Tempo, Para o Naufrágio do Fogo, Tratado das Coisas Sensíveis e Tratado sobre Noite, na poesia. Na prosa, seguem na corrida Narração Nocturna, Sob a Capulana do Destino e Outros Contos e Última Memória: Entrevista com Sthoe. No total, o prémio reúne 26 semifinalistas na prosa e 28 na poesia, com representantes de Moçambique, Angola, Brasil e Portugal.

Moçambique também está representado no júri intermédio, através de Álvaro Taruma, na prosa, e Francisco Guita Jr., na poesia. Os jurados têm até 12 de Outubro para seleccionar cinco obras de cada categoria, que avançarão para a final.

Continuar a ler