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A caminho do álbum, Gina Pepa expõe “Descoberta”

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Considera-se descoberta o acto de revelar o que até então estava oculto sob alguma forma de cobertura, e é exactamente isso que Gina Pepa faz no seu recente trabalho discográfico, “Descoberta”, lançado no dia de ontem, alusivo ao seu quadragésimo sexto aniversário natalício, com produção do grupo Musicólogos.

Considera-se descoberta o acto de revelar o que até então estava oculto sob alguma forma de cobertura, e é exactamente isso que Gina Pepa faz no seu recente trabalho discográfico, “Descoberta”, lançado no dia de ontem, alusivo ao seu quadragésimo sexto aniversário natalício, com produção do grupo Musicólogos.

A Extended Play, conta com 4 faixas musicais onde Gina Pepa, mostra-se ainda afinada para trocadilhos e duplos sentidos, com participação de Kay Real, Argentina Luis e Amen Hill, onde narram musicalmente o processo evolutivo da rapper, partido de “Descoberta” até “Vais morrer”. 

Considera-se descoberta o acto de revelar o que até então estava oculto sob alguma forma de cobertura, e é exactamente isso que Gina Pepa faz no seu recente trabalho discográfico, “Descoberta”, lançado no dia de ontem, alusivo ao seu quadragésimo sexto aniversário natalício, com produção do grupo Musicólogos.

Na primeira faixa, “Descoberta” que serviu de trabalho promocional do EP, Pepa canta a sua infância e os seus primeiros passos no mundo do rap, uma das suas paixões.  Em “Roleta Russa” com participação de Amen Hill retrata, a vida de uma rapariga classe alta, que tem a vida revirada e obrigada a sair da cidade para o subúrbio, perdendo uma parte de si.  

Argentina Luis é  chamada para juntas acertarem a “Bússola”, e indicar o caminho certo para alcançar a luz que promete mudar o rumo da sua vida. Na quarta e última faixa, Amen Hill e Kay Real são convocados para informar que “Vais Morrer Hoje”, e Gina, resgata o lado pelo qual é identificado no mundo do rap, do freestyle.

O lançamento de “Descoberta”, é apenas a ponta de Iceberg, segundo escreveu o Notícias Online, onde Gina Pepa, revelou que o álbum está a caminho e será lançado no próximo ano, alusivo ao seu aniversário. Segundo disse, o lançamento estava previsto para Dezembro do ano em curso, mas por motivos profissionais fica para o próximo ano. 

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“Não existe indústria da moda em Moçambique” – King Levi

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O consultor de moda moçambicano King Levi, fez uma análise crítica sobre os desafios enfrentados pela moda no país, destacando a falta de uma estrutura organizacional como o maior obstáculo.

Segundo ele citado pela revista Ndzila, Moçambique ainda não possui uma indústria de moda devidamente organizada, o que dificulta o crescimento e a profissionalização do setor.

Para Levi, a solução passa por ampliar o acesso a materiais de qualidade, investir em educação especializada e fomentar o apoio financeiro tanto do governo quanto do setor privado. O consultor defende que, sem esses elementos, a moda moçambicana continuará a enfrentar dificuldades para competir no cenário internacional.

Entre as medidas que poderiam transformar o setor, aponta a reativação das fábricas têxteis no país e a criação de uma universidade especializada em moda. Essas iniciativas, segundo Levi, são essenciais para que Moçambique conquiste reconhecimento global e desenvolva uma indústria sustentável e competitiva.

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Paulina Chiziane defende resgate da identidade moçambicana

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Paulina Chiziane defende que a mulher moçambicana deve resgatar suas raízes para preservar sua identidade cultural. Durante uma palestra na Universidade Pedagógica de Maputo, a escritora criticou o uso excessivo de cabelos importados, considerando essa prática uma forma de “auto-colonização” que enfraquece os valores africanos. Para ela, é essencial que as mulheres reconheçam a riqueza da sua própria cultura e parem de se descaracterizar.

A autora de Balada de Amor ao Vento fez um apelo direto às mulheres, destacando a importância do cabelo na história africana. “O cabelo da mulher negra salvou gente, mas vocês acham que ele não presta. Respeitem o vosso cabelo, reconheçam o papel histórico para a libertação humana através do vosso cabelo”, afirmou. Chiziane também incentivou a reflexão sobre como certas escolhas estéticas podem afastar as mulheres de sua verdadeira essência cultural.

Além disso, a escritora ressaltou que a academia tem um papel fundamental na preservação da identidade nacional. Ela encorajou as mulheres a contribuírem para a escrita da história moçambicana, garantindo que as futuras gerações conheçam e valorizem suas origens.

Fonte: O Pais

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Virgem Margarida revolta-se no Scala

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O filme de ficção Virgem Margarida será exibido nesta quinta-feira (05) no Cine Teatro Scala, na cidade de Maputo, às 18h.

Com duração de 90 minutos, o filme Virgem Margarida retrata um cenário vivido no pós-independência (1975), em que as prostitutas eram levadas para um campo de reeducação na zona norte do país, concretamente na província de Niassa.

Margarida, uma jovem simples, é enviada por engano para o campo de reeducação, onde enfrenta várias dificuldades.

O filme será exibido no âmbito das comemorações do mês da mulher moçambicana, e Margarida “ilustra” a vida de muitas mulheres que, devido às dificuldades que enfrentam, acabam vendo a prostituição como a solução para seus problemas. O filme foi lançado oficialmente em 2011.

Virgem Margarida é uma obra do cineasta luso-moçambicano Licínio de Azevedo, que já ganhou vários prêmios, incluindo o de Melhor Realizador de Ficção em Los Angeles, com Comboio de Sal e Açúcar.

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