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Franco-Moçambicano recebe 3.ª edição do “Lovers Rock”

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O Centro Cultural Franco-Moçambicano acolhe, na próxima sexta-feira, 27 de Fevereiro, às 20h00, na Sala Grande, a terceira edição do espectáculo “Lovers Rock”, uma noite dedicada ao reggae romântico, com interpretações de artistas moçambicanos.

O evento propõe uma celebração do reggae apaixonado, reunindo em palco nomes sonantes da música nacional para revisitar temas clássicos do género, bem como apresentar composições inéditas. Entre os artistas confirmados estão Wazimbo, Lucrécia Paco, Onésia Muholove, Tandi Prista, Deodato Siquir, Pauleta Muholove, Marina Chichava, Nuno Soeiro, Letícia Deozina, Radjha Aly, Magid Mussá, Fill, Ana Girão e Alexandre Mazuze, acompanhados pela EL B Band.

A organização promete uma noite marcada por harmonias envolventes e mensagens de amor, numa fusão de vozes e estilos que reflectem a diversidade e a vitalidade da cena musical moçambicana.

O espectáculo contará ainda com a participação especial do DJ sul-africano DJ Bob, que trará à Sala Grande uma selecção musical dedicada ao universo reggae, reforçando o intercâmbio cultural entre Moçambique e África do Sul.

Com esta terceira edição, o “Lovers Rock” consolida-se como uma plataforma de valorização do reggae e dos seus intérpretes nacionais, promovendo momentos de partilha artística e celebração da música ao vivo no coração da cidade de Maputo.

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Chua Nuvunga e Nhez Nguenha revelam sua “Voz de Rua” na casa dos Coutos

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Os artistas moçambicanos Chua Nuvunga e Nhez Nguenha juntam-se na exposição “Voz de Rua”, uma mostra que cruza pintura e escultura para explorar diferentes formas de representar o corpo, a liberdade, o desejo e a condição humana.

A exposição está patente desde 5 de agosto e segue aberta ao público até 28 de agosto.

A mostra reúne pinturas sobre tela de Nhez Nguenha e esculturas em madeira e metal de Chua Nuvunga, colocando em diálogo dois percursos artísticos distintos, mas com pontos de encontro na forma como abordam questões humanas e sociais.

Na pintura de Nhez, destacam-se as cores intensas, o rigor do acabamento e a atenção ao detalhe. As obras combinam elementos abstractos e figurativos, criando ambientes onde aves, instrumentos musicais e outros símbolos remetem para a liberdade, o desejo, a utopia e a incerteza.

Já Chua Nuvunga transforma essas ideias em matéria. Através da madeira e do metal, o artista cria esculturas que exploram corpos fragmentados, transformação e união, convidando o público a imaginar as histórias por detrás de cada peça.

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Neyma usa a Marrabenta para reforçar o aleitamento materno

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Teve início, a 1 de Agosto, a Semana Mundial do Aleitamento Materno. Para assinalar a efeméride, a cantora moçambicana Neyma recuperou a canção “Leite Materno”, reforçando a sensibilização da sociedade para a importância da amamentação.

A canção enquadra-se nas actividades que a cantora desenvolve enquanto embaixadora da UNICEF em Moçambique, cargo que exerce desde Novembro de 2014.

“O leite materno é precioso e é o melhor do mundo nos primeiros seis meses de vida do bebé”, reforça a artista na publicação.

A Semana Mundial do Aleitamento Materno decorre este ano sob o lema “Amamentação para um começo de vida sustentável: fortaleça o que funciona.”

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Gilberto Mendes anuncia Gungu Cinema e reflecte sobre a morte da cultura

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O actor e empresário cultural Gilberto Mendes anunciou uma resposta concreta para a valorização da sétima arte em Moçambique: o Gungu Cinema.

O anúncio surge na sequência do encerramento temporária da Nu Metro, a última sala de cinema em actividade em Maputo, depois de vários internautas terem apelado a Mendes para avançar com a criação de um cinema.

A resposta do actor foi acompanhada por uma reflexão sobre o estado da cultura moçambicana, na qual defende que o declínio cultural começou muito antes da actual situação das salas de exibição.

Mendes recorda o desaparecimento gradual de bandas, a redução da actividade teatral, o enfraquecimento de instituições culturais, como a Companhia Nacional de Canto e Dança, o desaparecimento de salas de cinema e o afastamento da literatura do quotidiano dos moçambicanos.

Para Gilberto Mendes, a cultura deixou de ser encarada como um bem essencial para a formação da sociedade e, como consequência, surgiram problemas como a perda de civismo, o empobrecimento do debate público, a degradação do uso da língua portuguesa e a crescente valorização de conteúdos superficiais nas plataformas digitais.

Com o Gungu Cinema, Gilberto Mendes poderá ampliar a sua contribuição para a preservação e promoção da cultura cinematográfica nacional, num momento em que a discussão sobre o futuro das salas de cinema ganha força no país.

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