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Arcélio Tivane não se arrepende do polémico comentário sobre o livro de Gabriel Jr
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Arcélio Tivane, autor e empresário em Moçambique, esclareceu recentemente comentários controversos que fez sobre o livro de Gabriel Junior, nas suas redes sociais. Tivane afirmou que seu objectivo não era desmerecer o trabalho de Gabriel, mas sim discutir o uso do termo “best seller” no contexto moçambicano.
“Percebo que a minha publicação teve uma grande repercussão e causou várias interpretações. Deixa-me clarificar que não tenho nada contra o mais velho Gabriel Junior,” disse Tivane.
Em seu comunicado, Tivane enfatizou que a classificação de “best seller” deveria ser baseada na venda de pelo menos 15.000 exemplares, algo que ainda não é oficialmente regulamentado em Moçambique.
“Se em Moçambique um best seller é vender 1500 livros em 20 dias, eu já fiz isso várias vezes,” afirmou ele, mencionando que já esgotou edições de seus próprios livros em pouco tempo. Tivane também destacou sua experiência no sector, com uma livraria bem-sucedida há mais de cinco anos e mais de 50 autores lançados no mercado.
Para finalizar, Tivane reiterou sua confiança em seu trabalho e sucesso, afirmando que sua capacidade de vender livros rapidamente é um facto baseado em números. “Consigo sim vender 1500 livros em 10 minutos, são poucas as pessoas que não querem os meus livros,” declarou.
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Mr Bow e Twenty Fingers encaixam 1 milhão
A música “Perdoa”, fruto da parceria entre Twenty Fingers e Mr. Bow, continua a somar êxitos nas plataformas digitais, tendo já ultrapassado a marca de um milhão de visualizações no YouTube.
Integrada no álbum do vídeo maker Cr Boy, a faixa destaca-se como uma das mais ouvidas do projecto.
Lançado há cerca de cinco meses, o videoclipe mantém-se em alta rotação, evidenciando a forte adesão do público e o impacto da junção de dois nomes consagrados da música nacional.
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Zander desiste da música moçambicana
Zander Baronet anunciou publicamente a sua despedida, através de um desabafo emocional partilhado nas redes sociais, onde expressa frustração com a falta de apoio do público, apesar da sua base significativa de seguidores.
Segundo o artista, projectos recentes não tiveram a recepção esperada, o lançamento de “L.O.V”, disponibilizado a 19 de Fevereiro, não ultrapassou as 40 mil visualizações, enquanto o mais recente trabalho, “Y.O.U”, registou apenas cerca de 100 visualizações e poucos comentários nas primeiras 48 horas. Estes números contrastam com os mais de 900 mil seguidores acumulados nas suas plataformas digitais.
Zander critica ainda aquilo que considera ser uma contradição no comportamento do público, o entusiasmo demonstrado presencialmente, que não se reflecte no apoio efectivo nas plataformas digitais. “O mesmo povo que me abraça para uma fotografia é o que se recusa a dar um clique”, refere.
Para além da falta de engajamento, o artista denuncia episódios de discriminação racial, particularmente dirigidos à sua esposa, criticada pela sua tonalidade de pele. O músico considera esta atitude uma “inversão de valores”, condenando a rejeição da identidade africana em detrimento de padrões externos.
Na mesma comunicação, revela ter encontrado maior valorização fora do seu país, na África do Sul, onde afirma estar a construir uma nova etapa da sua carreira. “Um guerreiro não fica onde não é honrado”, escreve, evocando as suas raízes ligadas ao povo amaZulu.
Anuncia ainda que passará a comunicar maioritariamente em língua inglesa, visando uma projecção internacional.
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Centro Cultural Franco-Moçambicano exibe filme francês “O Tempo de Amar”
O Centro Cultural Franco-Moçambicano vai exibir o filme O Tempo de Amar, da realizadora Katell Quillévéré, no dia 9 de Maio, às 17 horas, no auditório da instituição, em Maputo.
O filme conta uma história de amor situada no período pós-guerra, acompanhando duas personagens cujas vidas são marcadas por segredos e decisões difíceis.
Ao longo da narrativa, as escolhas dos protagonistas influenciam o rumo das suas vidas, num enredo que explora o amor, o tempo e as consequências das decisões humanas.