Cultura
Mia Couto leva brasileiros a loucura em sessões de autógrafos no Brasil
- Share
- Tweet /var/www/wptbox/wp-content/plugins/mvp-social-buttons/mvp-social-buttons.php on line 67
https://xigubo.com/wp-content/uploads/2023/04/911DDC57-DAD7-4A5C-836D-7B604BD0845C.jpeg&description=Mia Couto leva brasileiros a loucura em sessões de autógrafos no Brasil', 'pinterestShare', 'width=750,height=350'); return false;" title="Pin This Post">
Na noite da última quarta-feira, dia 16 de agosto, os fãs apaixonados pelo autor moçambicano Mia Couto viveram um momento histórico no palco do Theatro Pedro II. A ocasião marcou a estreia do autor no palco desse icônico teatro, trazendo uma experiência única para todos os presentes.
O evento faz parte da terceira participação de Mia Couto na Feira Internacional do Livro do município Ribeirão Preto, sendo, entretanto, a primeira vez em que o encontro ocorreu presencialmente. As edições anteriores foram realizadas de forma virtual, devido às circunstâncias impostas pela pandemia.
Com uma carreira literária que ultrapassa a marca de 30 livros publicados, Mia Couto compartilhou sua perspicácia e visão em um animado bate-papo mediado pela também talentosa escritora Aline Bei. Este momento especial ocorreu na quinta-feira, dia 17 de agosto, em uma sessão dupla que incluiu o evento “Combinando Palavras” e o “Salão de Ideias”. Durante a conversa, Couto revelou detalhes fascinantes sobre o processo criativo que permeia suas obras, desvendou as origens de seu nome peculiar, “Mia”, e destacou a influência marcante da cultura brasileira em sua vida e em sua escrita.

Segundo escreveu a revista Revide, uma das etapas mais aguardadas pelo público foi a sessão de autógrafos, que Mia Couto realizou em duas ocasiões: pela manhã e pela tarde. A devoção dos fãs ficou evidente, com algumas pessoas chegando desde as primeiras horas da manhã para garantir um lugar na bicha. Entre os admiradores estava Jheniffer Oliveira, citada pela nossa fonte, uma estudante de 18 anos que havia descoberto a obra do autor enquanto se preparava para os exames de admissão. A aluna, compartilhou sua admiração pela escrita poética e cativante de Mia Couto, expressando o desejo de transmitir sua admiração pessoal ao autor.
Rebeca Cauchick, uma entusiasta de longa data do autor, estava particularmente ansiosa pela sessão de autógrafos matinal. Conhecendo Mia há seis anos, descreveu a escrita do autor como peculiar, capaz de encantar e cativar seus leitores com maestria. Ao sair da sessão, Rebeca estava radiante, compartilhando a alegria de ter sido elogiada pessoalmente por Mia Couto, um momento que a deixou extasiada.
Delcira Soares, seguidora do autor desde 2013, demonstrou sua dedicação viajando de Minas Gerais para encontrar Mia Couto no Brasil sempre que ele visita o país. Delcira elogiou a habilidade de Couto em fazer suas palavras transcendem fronteiras, alcançando os corações de leitores em todo o mundo.
Cultura
Prémio Literário Fernando Leite Couto prepara edição 2026
O Prémio Literário Fernando Leite Couto anuncia a sua edição de 2026, dedicada ao género literário “Prosa”, com o objectivo de estimular a criação de obras de novos autores moçambicanos em língua portuguesa.
Os interessados podem submeter os seus trabalhos romances, novelas ou colecções de contos entre 16 de Março e 16 de Abril de 2026.
Instituído pela Fundação Fernando Leite Couto, o prémio conta com o apoio do Moza Banco – Moçambique, da Câmara do Comércio Portugal-Moçambique e do Município de Óbidos, em Portugal, e pretende reconhecer e valorizar talentos emergentes nas áreas de poesia e prosa de ficção, incluindo romance, novela, crónica, texto dramático e conto.
A organização e gestão do prémio são da exclusiva responsabilidade da Fundação Fernando Leite Couto, que define os critérios e a avaliação das obras submetidas.
A iniciativa surge como uma oportunidade para novos escritores moçambicanos darem visibilidade às suas criações e reforça o compromisso com a promoção da literatura nacional em língua portuguesa, incentivando a diversidade de vozes e narrativas no panorama literário do país.
Cultura
Carlota Rodrigues lê “Carta ao Pai” de Mário Mazive
A peça teatral “Carta ao Pai”, de Mário Mazive, sobe ao palco do Espaço Cultural 16NetO amanhã, dia 18, às 19h, contando com as actuações de Carlota Rodrigues, Fernando Maholele e Daniel Banze.
O espetáculo propõe uma viagem intimista às complexidades das relações familiares, centrando-se em “Vanda”, uma personagem que carrega num envelope selado medos, traumas e expectativas não cumpridas, simbolizando o abismo entre pai e filha e a busca por reconciliação e sentido.

Desenvolvido pelo CAM – Centro de Arte e Motivação, liderado por Mário Mazive, o espetáculo articula experiências reais e ficcionais, inspirando-se parcialmente na obra de Franz Kafka.
Com um cenário simbólico que inclui um quarto, uma campa e elementos suspensos evocativos de memórias familiares, a performance explora memórias, silêncios e palavras não ditas, convidando o público a refletir sobre herança emocional, identidade e os laços que moldam cada indivíduo.
Mais do que um simples espetáculo, “Carta ao Pai” configura-se como um espelho social e emocional, transformando o teatro num espaço de introspecção e transformação.
Cultura
Festival do Filme do Oceano Índico aproxima-se da 3ª edição
A organização do Festival International du Film de l’Océan Indien (FIFOI) anunciou a aproximação da sua 3ª edição, marcada para decorrer de 14 a 19 de abril de 2026, reunindo realizadores, cinéfilos e profissionais da indústria cinematográfica da região do Oceano Índico.
Segundo a organização, o festival promete destacar narrativas singulares e perspectivas comprometidas, valorizando produções ligadas às realidades culturais e sociais do espaço do Oceano Índico.
Para além das exibições de filmes, o evento deverá incluir encontros entre cineastas, debates e momentos de celebração do cinema, culminando com as cerimónias de abertura e de encerramento, cujos bilhetes já podem ser reservados pelo público interessado.