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É vez vez! Depois do povo chorar, artistas reclamam taxa de rodagem

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A subida da taxa de rodagem de 4 para mais de 8 mil meticais para a exibição de vídeos de artistas nas televisões nacionais tem gerado uma onda de reclamações por parte dos artistas moçambicanos. Como é o caso de DX Nuvunga, Valter Artístico, Twenty Fingers, Lourena Nhate dentre outros, manifestaram a sua insatisfação nas redes sociais, levantando questões sobre o que poderá ser interpretado como uma tentativa do governo de desincentivar a produção artística no país.
Para além disso, os artistas reclamam que a taxa de rodagem acfeta apenas os artistas nacionais, enquanto os estrangeiros passam sem pagar nada no país. A situação, segundo eles, cria um impasse ou mesmo uma barreira para a demonstração artística por parte dos moçambicanos.
Embora alguns artistas apontem para a possibilidade de que o governo não pretende que se faça música e vídeos no país, a Ministra da Cultura e Turismo, Eldevina Materula, justificou o aumento da taxa de rodagem com o recente aumento do salário na função pública. Ela argumentou que, como resultado, as empresas de comunicação tiveram que ajustar as suas tarifas para lidar com os novos custos.
Ainda assim, as preocupações dos artistas moçambicanos são legítimas, e o governo deve levar em consideração as suas preocupações para garantir que o setor artístico continue a prosperar no país. Além disso, é importante que sejam criados canais de diálogo e transparência entre o governo e a comunidade artística, a fim de encontrar soluções para esses problemas que satisfaçam ambas as partes
Porém, enquanto os artistas reclamavam, e assinam suas publicações de reclamações, o povo antes rejeitado rí-se da situação e nega intervenção, uma vez que quando este pediu apoio alguns artistas optaram pelo silêncio

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“Não existe indústria da moda em Moçambique” – King Levi

O consultor de moda moçambicano King Levi, fez uma análise crítica sobre os desafios enfrentados pela moda no país, destacando a falta de uma estrutura organizacional como o maior obstáculo.
Segundo ele citado pela revista Ndzila, Moçambique ainda não possui uma indústria de moda devidamente organizada, o que dificulta o crescimento e a profissionalização do setor.
Para Levi, a solução passa por ampliar o acesso a materiais de qualidade, investir em educação especializada e fomentar o apoio financeiro tanto do governo quanto do setor privado. O consultor defende que, sem esses elementos, a moda moçambicana continuará a enfrentar dificuldades para competir no cenário internacional.
Entre as medidas que poderiam transformar o setor, aponta a reativação das fábricas têxteis no país e a criação de uma universidade especializada em moda. Essas iniciativas, segundo Levi, são essenciais para que Moçambique conquiste reconhecimento global e desenvolva uma indústria sustentável e competitiva.
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Paulina Chiziane defende resgate da identidade moçambicana

Paulina Chiziane defende que a mulher moçambicana deve resgatar suas raízes para preservar sua identidade cultural. Durante uma palestra na Universidade Pedagógica de Maputo, a escritora criticou o uso excessivo de cabelos importados, considerando essa prática uma forma de “auto-colonização” que enfraquece os valores africanos. Para ela, é essencial que as mulheres reconheçam a riqueza da sua própria cultura e parem de se descaracterizar.
A autora de Balada de Amor ao Vento fez um apelo direto às mulheres, destacando a importância do cabelo na história africana. “O cabelo da mulher negra salvou gente, mas vocês acham que ele não presta. Respeitem o vosso cabelo, reconheçam o papel histórico para a libertação humana através do vosso cabelo”, afirmou. Chiziane também incentivou a reflexão sobre como certas escolhas estéticas podem afastar as mulheres de sua verdadeira essência cultural.
Além disso, a escritora ressaltou que a academia tem um papel fundamental na preservação da identidade nacional. Ela encorajou as mulheres a contribuírem para a escrita da história moçambicana, garantindo que as futuras gerações conheçam e valorizem suas origens.
Fonte: O Pais
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Virgem Margarida revolta-se no Scala

O filme de ficção Virgem Margarida será exibido nesta quinta-feira (05) no Cine Teatro Scala, na cidade de Maputo, às 18h.
Com duração de 90 minutos, o filme Virgem Margarida retrata um cenário vivido no pós-independência (1975), em que as prostitutas eram levadas para um campo de reeducação na zona norte do país, concretamente na província de Niassa.
Margarida, uma jovem simples, é enviada por engano para o campo de reeducação, onde enfrenta várias dificuldades.
O filme será exibido no âmbito das comemorações do mês da mulher moçambicana, e Margarida “ilustra” a vida de muitas mulheres que, devido às dificuldades que enfrentam, acabam vendo a prostituição como a solução para seus problemas. O filme foi lançado oficialmente em 2011.
Virgem Margarida é uma obra do cineasta luso-moçambicano Licínio de Azevedo, que já ganhou vários prêmios, incluindo o de Melhor Realizador de Ficção em Los Angeles, com Comboio de Sal e Açúcar.