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Casal sensação subiu mais uma escada na relação

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Recentemente, o casal Matilde Conjo e New Chang realizaram o lobolo, um casamento tradicional africano, e deixaram seus fãs muito felizes.
O lobolo é uma tradição em que o noivo paga um dote à família da noiva como um sinal de respeito e valorização da noiva e de sua família.
No caso de Matilde e New Chang, o valor do dote foi equivalente a 4 taxas de rodagem, que totalizou 30 mil meticais. Esse valor pode parecer alto para algumas pessoas, mas é uma tradição importante e valorizada em muitas culturas africanas.
O lobolo é uma maneira de mostrar respeito e comprometimento com a noiva e sua família. Além disso, o lobolo é uma forma de estabelecer laços entre as duas famílias, e criar uma base sólida para o casamento.
O casal Matilde Conjo e New Chang escolheram seguir essa tradição, e seu casamento foi um grande sucesso, e contou com a presença de várias figuras do mundo artístico, numa grande festa em um dos salões de festa na cidade de Maputo.
Com este casamento, para além de mostraram respeito pela cultura de seus antepassados, honraram suas famílias e criaram um novo começo para suas vidas juntos, confirmam o que muito era negado, a existência de uma relação séria e que daria frutos, doces como a relação que ostentam nas redes sociais.
O casamento foi um momento de celebração para todos, e uma oportunidade de aprender mais sobre a cultura africana e suas tradições. Esperamos que esse casal seja feliz e próspero juntos, e que seu exemplo possa inspirar outras pessoas a honrar suas tradições e culturas

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“Não existe indústria da moda em Moçambique” – King Levi

O consultor de moda moçambicano King Levi, fez uma análise crítica sobre os desafios enfrentados pela moda no país, destacando a falta de uma estrutura organizacional como o maior obstáculo.
Segundo ele citado pela revista Ndzila, Moçambique ainda não possui uma indústria de moda devidamente organizada, o que dificulta o crescimento e a profissionalização do setor.
Para Levi, a solução passa por ampliar o acesso a materiais de qualidade, investir em educação especializada e fomentar o apoio financeiro tanto do governo quanto do setor privado. O consultor defende que, sem esses elementos, a moda moçambicana continuará a enfrentar dificuldades para competir no cenário internacional.
Entre as medidas que poderiam transformar o setor, aponta a reativação das fábricas têxteis no país e a criação de uma universidade especializada em moda. Essas iniciativas, segundo Levi, são essenciais para que Moçambique conquiste reconhecimento global e desenvolva uma indústria sustentável e competitiva.
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Paulina Chiziane defende resgate da identidade moçambicana

Paulina Chiziane defende que a mulher moçambicana deve resgatar suas raízes para preservar sua identidade cultural. Durante uma palestra na Universidade Pedagógica de Maputo, a escritora criticou o uso excessivo de cabelos importados, considerando essa prática uma forma de “auto-colonização” que enfraquece os valores africanos. Para ela, é essencial que as mulheres reconheçam a riqueza da sua própria cultura e parem de se descaracterizar.
A autora de Balada de Amor ao Vento fez um apelo direto às mulheres, destacando a importância do cabelo na história africana. “O cabelo da mulher negra salvou gente, mas vocês acham que ele não presta. Respeitem o vosso cabelo, reconheçam o papel histórico para a libertação humana através do vosso cabelo”, afirmou. Chiziane também incentivou a reflexão sobre como certas escolhas estéticas podem afastar as mulheres de sua verdadeira essência cultural.
Além disso, a escritora ressaltou que a academia tem um papel fundamental na preservação da identidade nacional. Ela encorajou as mulheres a contribuírem para a escrita da história moçambicana, garantindo que as futuras gerações conheçam e valorizem suas origens.
Fonte: O Pais
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Virgem Margarida revolta-se no Scala

O filme de ficção Virgem Margarida será exibido nesta quinta-feira (05) no Cine Teatro Scala, na cidade de Maputo, às 18h.
Com duração de 90 minutos, o filme Virgem Margarida retrata um cenário vivido no pós-independência (1975), em que as prostitutas eram levadas para um campo de reeducação na zona norte do país, concretamente na província de Niassa.
Margarida, uma jovem simples, é enviada por engano para o campo de reeducação, onde enfrenta várias dificuldades.
O filme será exibido no âmbito das comemorações do mês da mulher moçambicana, e Margarida “ilustra” a vida de muitas mulheres que, devido às dificuldades que enfrentam, acabam vendo a prostituição como a solução para seus problemas. O filme foi lançado oficialmente em 2011.
Virgem Margarida é uma obra do cineasta luso-moçambicano Licínio de Azevedo, que já ganhou vários prêmios, incluindo o de Melhor Realizador de Ficção em Los Angeles, com Comboio de Sal e Açúcar.