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Ziqo e Hélio: Pediram um “pandza” de gerações olha no que deu!

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Ziqo e Hélio Beatz uniram forças em uma colaboração histórica para lançar sua mais nova música intitulada “Deu no que Deu“. Os dois artistas, pertencentes a diferentes gerações, mas com uma paixão em comum pelo pandza, um estilo musical moçambicano, estão ajudando a impulsionar o gênero que vive um dos seus melhores momentos desde os anos 2000.
A música retrata a história de um homem que tenta justificar a tristeza de sua companheira, alegando que ela mexeu em seu telefone e acabou descobrindo algo que causou problemas no relacionamento. “Deu no que Deu” aborda questões de confiança, comunicação e conflitos pessoais, envolvendo os elementos característicos do pandza, como ritmos vibrantes e letras envolventes.
O videoclipe da música foi dirigido por Cr Boy e gravado na Fashion Hair, contando com uma produção de alta qualidade e uma equipe de talentosos profissionais. A locação ofereceu um ambiente estiloso e moderno para as cenas, enquanto a maquiagem, a cargo de Jessy_makeup, realçou a beleza dos artistas e do elenco.
Além disso, a iluminação, sob a responsabilidade de Neto, adicionou um toque visual impressionante ao vídeo, criando uma atmosfera cativante. O elenco contou com a participação de Celia Tivane, Caro de Sousa e Bruna Patricia, que trouxeram vida e emoção à narrativa da música. Nelton atuou como assistente, garantindo que tudo ocorresse sem contratempos durante as gravações.
A colaboração entre Helio Beatz e Ziqo é um marco importante na história da música moçambicana, reunindo dois artistas com diferentes experiências e estilos, mas com uma visão comum de promover o pandza. A parceria entre o jovem talento de Helio Beatz e a influência estabelecida de Ziqo cria uma fusão única de sons e traz uma nova perspectiva para o gênero.
“Deu no que Deu” promete ser um sucesso instantâneo, conquistando fãs de todas as idades e consolidando ainda mais o pandza como um estilo musical vibrante e influente em Moçambique. A música está disponível em várias plataformas digitais, e o videoclipe pode ser assistido nas redes sociais e canais oficiais dos artistas.
Prepare-se para dançar e se emocionar com essa poderosa colaboração entre Helio Beatz e Ziqo. Moçambique está testemunhando um dos momentos mais excitantes da história do pandza, e “Deu no que Deu” certamente será lembrada como um marco nessa jornada musical apaixonante.

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“Não existe indústria da moda em Moçambique” – King Levi

O consultor de moda moçambicano King Levi, fez uma análise crítica sobre os desafios enfrentados pela moda no país, destacando a falta de uma estrutura organizacional como o maior obstáculo.
Segundo ele citado pela revista Ndzila, Moçambique ainda não possui uma indústria de moda devidamente organizada, o que dificulta o crescimento e a profissionalização do setor.
Para Levi, a solução passa por ampliar o acesso a materiais de qualidade, investir em educação especializada e fomentar o apoio financeiro tanto do governo quanto do setor privado. O consultor defende que, sem esses elementos, a moda moçambicana continuará a enfrentar dificuldades para competir no cenário internacional.
Entre as medidas que poderiam transformar o setor, aponta a reativação das fábricas têxteis no país e a criação de uma universidade especializada em moda. Essas iniciativas, segundo Levi, são essenciais para que Moçambique conquiste reconhecimento global e desenvolva uma indústria sustentável e competitiva.
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Paulina Chiziane defende resgate da identidade moçambicana

Paulina Chiziane defende que a mulher moçambicana deve resgatar suas raízes para preservar sua identidade cultural. Durante uma palestra na Universidade Pedagógica de Maputo, a escritora criticou o uso excessivo de cabelos importados, considerando essa prática uma forma de “auto-colonização” que enfraquece os valores africanos. Para ela, é essencial que as mulheres reconheçam a riqueza da sua própria cultura e parem de se descaracterizar.
A autora de Balada de Amor ao Vento fez um apelo direto às mulheres, destacando a importância do cabelo na história africana. “O cabelo da mulher negra salvou gente, mas vocês acham que ele não presta. Respeitem o vosso cabelo, reconheçam o papel histórico para a libertação humana através do vosso cabelo”, afirmou. Chiziane também incentivou a reflexão sobre como certas escolhas estéticas podem afastar as mulheres de sua verdadeira essência cultural.
Além disso, a escritora ressaltou que a academia tem um papel fundamental na preservação da identidade nacional. Ela encorajou as mulheres a contribuírem para a escrita da história moçambicana, garantindo que as futuras gerações conheçam e valorizem suas origens.
Fonte: O Pais
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Virgem Margarida revolta-se no Scala

O filme de ficção Virgem Margarida será exibido nesta quinta-feira (05) no Cine Teatro Scala, na cidade de Maputo, às 18h.
Com duração de 90 minutos, o filme Virgem Margarida retrata um cenário vivido no pós-independência (1975), em que as prostitutas eram levadas para um campo de reeducação na zona norte do país, concretamente na província de Niassa.
Margarida, uma jovem simples, é enviada por engano para o campo de reeducação, onde enfrenta várias dificuldades.
O filme será exibido no âmbito das comemorações do mês da mulher moçambicana, e Margarida “ilustra” a vida de muitas mulheres que, devido às dificuldades que enfrentam, acabam vendo a prostituição como a solução para seus problemas. O filme foi lançado oficialmente em 2011.
Virgem Margarida é uma obra do cineasta luso-moçambicano Licínio de Azevedo, que já ganhou vários prêmios, incluindo o de Melhor Realizador de Ficção em Los Angeles, com Comboio de Sal e Açúcar.