Fast Food
Trovoada defende obrigação moral dos artistas em prestar homenagem a Azagaia
- Share
- Tweet /var/www/wptbox/wp-content/plugins/mvp-social-buttons/mvp-social-buttons.php on line 67
https://xigubo.com/wp-content/uploads/2023/03/1875AFBC-A4D5-4D83-8FCF-A557C1A24FE4-1000x600.jpeg&description=Trovoada defende obrigação moral dos artistas em prestar homenagem a Azagaia', 'pinterestShare', 'width=750,height=350'); return false;" title="Pin This Post">
“Não há obrigação legal para que os artistas prestem homenagem a Azagaia”, disse Trovoada em relação aos cancelamentos que se tornaram comuns nas redes sociais e colocam os artistas em situações difíceis.
Segundo Trovoada, embora não haja obrigação legal, acredita que há uma questão moral a ser considerada por todos.
Trovoada expandiu seu argumento, apontando que uma simples publicação nas redes sociais não custa nada, considerando que a maioria das pessoas passa em média 4 a 5 horas por dia nas redes.
Além disso, Trovoada destacou a importância da gratidão, considerando que Azagaia fez muito pelo país e pelas pessoas, mesmo as que ele não conhecia, e isso foi evidenciado pela comoção e presença do povo em seu velório.
O posicionamento de Trovoada, foi colocado por ele durante a edição do dia de hoje 21 de Março no programa Batidas da TV Sucesso.
Fast Food
Énia Lipanga lança livro para Crentes Lerem Escondido
A escritora moçambicana Énia Lipanga lança, esta segunda-feira, em Maputo, o seu mais recente livro, Para Crentes Lerem Escondido, numa iniciativa da Ethale Publishing. O lançamento terá lugar às 17h30, no Camões – Centro Cultural Português.
A obra aborda questões relacionadas com a fé, convicções, experiências individuais e os silêncios construídos em torno de determinados temas. Através de uma abordagem reflexiva e provocadora, a autora propõe ao leitor um espaço para questionar certezas e confrontar assuntos que nem sempre são discutidos publicamente.
O título do livro parte de uma provocação sobre a relação entre fé, leitura e aquilo que é considerado aceitável dentro de determinados espaços religiosos e sociais. A partir desta perspectiva, Énia Lipanga leva para a literatura inquietações e experiências que procuram estimular o debate e a reflexão.
O programa de lançamento será apresentado por Elton Pila e contará com um momento musical de Yadah Angel e uma declamação de Negro. A cerimónia será conduzida por Leia Chingubo, como mestre de cerimónias.
O evento decorre no Camões – Centro Cultural Português, na Avenida Julius Nyerere, n.º 720, em Maputo, e é aberto ao público. Com o lançamento, a Ethale Publishing dá continuidade à publicação de obras de autores moçambicanos e de narrativas que procuram contribuir para o debate sobre a sociedade e a literatura contemporânea.
Fast Food
MC Roger e Mauro Flow preparam o próximo hit do verão
MC Roger e Mauro Flow preparam uma nova colaboração musical que deverá chegar acompanhada de um videoclipe, numa parceria que junta uma das figuras históricas da música moçambicana a um dos nomes em ascensão na cena do Kompa.
A novidade foi avançada nas redes sociais, onde os dois artistas aparecem juntos em Maputo, numa imagem que antecipa o lançamento do novo trabalho. Publicações sobre a parceria indicam que a música e o respectivo videoclipe deverão ser disponibilizados brevemente nas plataformas digitais.
A colaboração coloca frente a frente duas gerações distintas da música nacional. MC Roger, nome artístico de Rogério Dinis, construiu uma carreira de várias décadas, com sucessos como “Em Maputo Me Sinto Bem”, “Tu És Bela”, “Mexe Esse Mambo”, “Zagaza” e “Patrão é Patrão”. O artista também tem no seu percurso colaborações com nomes como Mr. Arssen, Doppaz e Ziqo.
Fast Food
Chua Nuvunga e Nhez Nguenha revelam sua “Voz de Rua” na casa dos Coutos
Os artistas moçambicanos Chua Nuvunga e Nhez Nguenha juntam-se na exposição “Voz de Rua”, uma mostra que cruza pintura e escultura para explorar diferentes formas de representar o corpo, a liberdade, o desejo e a condição humana.
A exposição está patente desde 5 de agosto e segue aberta ao público até 28 de agosto.
A mostra reúne pinturas sobre tela de Nhez Nguenha e esculturas em madeira e metal de Chua Nuvunga, colocando em diálogo dois percursos artísticos distintos, mas com pontos de encontro na forma como abordam questões humanas e sociais.
Na pintura de Nhez, destacam-se as cores intensas, o rigor do acabamento e a atenção ao detalhe. As obras combinam elementos abstractos e figurativos, criando ambientes onde aves, instrumentos musicais e outros símbolos remetem para a liberdade, o desejo, a utopia e a incerteza.
Já Chua Nuvunga transforma essas ideias em matéria. Através da madeira e do metal, o artista cria esculturas que exploram corpos fragmentados, transformação e união, convidando o público a imaginar as histórias por detrás de cada peça.