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Roubos em massa marcam mais um Festival do Picasso

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Realizou-se no último sábado, dia 22 de fevereiro, mais uma edição do Carnaval de Picasso, um dos eventos mais aguardados do calendário festivo.
No entanto, para além do brilho das fantasias e da animação, a questão da segurança voltou a estar no centro das preocupações.
Relatos de furtos e assaltos durante e após o evento levantam a necessidade de um reforço das medidas de proteção para os participantes.
Muitos participantes deste evento denunciaram nas redes sociais a presença de carteiristas e grupos organizados que aproveitaram a aglomeração para agir.

O que devia ser só alegria, tornou-se num poço que engoliu, relógios, telemóveis e carteiras. Estes roubos, foram feitos por criminosos que actuaram tanto na área do evento como nas imediações, onde muitos se deslocavam após a celebração.
Para alguns, a falta de um policiamento mais visível e de medidas preventivas contribuiu para que estas situações ocorressem sem grande intervenção imediata.
Além dos furtos, houve ainda registos de situações mais violentas, onde indivíduos foram abordados por grupos que, sob ameaça, os obrigaram a entregar os seus pertences.

Diante deste cenário, muitos participantes defendem que futuras edições do Carnaval de Picasso devem contar com um plano de segurança mais estruturado, incluindo um maior número de agentes destacados para o evento, câmaras de videovigilância em pontos estratégicos e campanhas de sensibilização para os foliões sobre como evitar situações de risco.
Importa afirmar que este tipo de reclamação é típica dos eventos Picasso, de tal forma que até surgiram memes como “guardem bem as fotos dos vossos carros, pois vão precisar mais logo”, pois nesses eventos, rouba-se de tudo.

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Paulina Chiziane defende resgate da identidade moçambicana

Paulina Chiziane defende que a mulher moçambicana deve resgatar suas raízes para preservar sua identidade cultural. Durante uma palestra na Universidade Pedagógica de Maputo, a escritora criticou o uso excessivo de cabelos importados, considerando essa prática uma forma de “auto-colonização” que enfraquece os valores africanos. Para ela, é essencial que as mulheres reconheçam a riqueza da sua própria cultura e parem de se descaracterizar.
A autora de Balada de Amor ao Vento fez um apelo direto às mulheres, destacando a importância do cabelo na história africana. “O cabelo da mulher negra salvou gente, mas vocês acham que ele não presta. Respeitem o vosso cabelo, reconheçam o papel histórico para a libertação humana através do vosso cabelo”, afirmou. Chiziane também incentivou a reflexão sobre como certas escolhas estéticas podem afastar as mulheres de sua verdadeira essência cultural.
Além disso, a escritora ressaltou que a academia tem um papel fundamental na preservação da identidade nacional. Ela encorajou as mulheres a contribuírem para a escrita da história moçambicana, garantindo que as futuras gerações conheçam e valorizem suas origens.
Fonte: O Pais
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Virgem Margarida revolta-se no Scala

O filme de ficção Virgem Margarida será exibido nesta quinta-feira (05) no Cine Teatro Scala, na cidade de Maputo, às 18h.
Com duração de 90 minutos, o filme Virgem Margarida retrata um cenário vivido no pós-independência (1975), em que as prostitutas eram levadas para um campo de reeducação na zona norte do país, concretamente na província de Niassa.
Margarida, uma jovem simples, é enviada por engano para o campo de reeducação, onde enfrenta várias dificuldades.
O filme será exibido no âmbito das comemorações do mês da mulher moçambicana, e Margarida “ilustra” a vida de muitas mulheres que, devido às dificuldades que enfrentam, acabam vendo a prostituição como a solução para seus problemas. O filme foi lançado oficialmente em 2011.
Virgem Margarida é uma obra do cineasta luso-moçambicano Licínio de Azevedo, que já ganhou vários prêmios, incluindo o de Melhor Realizador de Ficção em Los Angeles, com Comboio de Sal e Açúcar.
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Xixel Langa apresenta-se no Wine Lovers

No dia 3 de abril, às 18h, o Wine Lovers, em Maputo, será palco de um espetáculo com a cantora moçambicana Xixel Langa.
O evento promete uma fusão envolvente de música e gastronomia, acompanhada da tradicional seleção de vinhos e tapas da casa.
Nascida em Maputo, Xixel Langa traz em sua voz suave e versátil a influência familiar que a levou à música.
Conhecida por sua conexão única com o público, ela explora o afrojazz e outros estilos musicais, tornando cada apresentação uma experiência especial.