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Roubos em massa marcam mais um Festival do Picasso

Realizou-se no último sábado, dia 22 de fevereiro, mais uma edição do Carnaval de Picasso, um dos eventos mais aguardados do calendário festivo.

No entanto, para além do brilho das fantasias e da animação, a questão da segurança voltou a estar no centro das preocupações.

Relatos de furtos e assaltos durante e após o evento levantam a necessidade de um reforço das medidas de proteção para os participantes.

Muitos participantes deste evento denunciaram nas redes sociais a presença de carteiristas e grupos organizados que aproveitaram a aglomeração para agir.

O que devia ser só alegria, tornou-se num poço que engoliu, relógios, telemóveis e carteiras. Estes roubos, foram feitos por criminosos que actuaram tanto na área do evento como nas imediações, onde muitos se deslocavam após a celebração.

Para alguns, a falta de um policiamento mais visível e de medidas preventivas contribuiu para que estas situações ocorressem sem grande intervenção imediata.

Além dos furtos, houve ainda registos de situações mais violentas, onde indivíduos foram abordados por grupos que, sob ameaça, os obrigaram a entregar os seus pertences.

Diante deste cenário, muitos participantes defendem que futuras edições do Carnaval de Picasso devem contar com um plano de segurança mais estruturado, incluindo um maior número de agentes destacados para o evento, câmaras de videovigilância em pontos estratégicos e campanhas de sensibilização para os foliões sobre como evitar situações de risco.

Importa afirmar que este tipo de reclamação é típica dos eventos Picasso, de tal forma que até surgiram memes como “guardem bem as fotos dos vossos carros, pois vão precisar mais logo”, pois nesses eventos, rouba-se de tudo.

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