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“Novos Sons de Maputo Vol. 1” Chega às Plataformas de Streaming

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"Novos Sons de Maputo Vol. 1" Chega às Plataformas de Streaming

No dia 27 de setembro de 2024, o XHUB, por meio da MODIGI, disponibilizará a coletânea “Novos Sons de Maputo Vol. 1” nas principais plataformas de streaming nacionais e internacionais. Este projeto vibrante celebra a diversidade musical de Moçambique, reunindo 17 faixas que capturam a riqueza dos ritmos emergentes da capital moçambicana.

Com contribuições de artistas renomados como Wazimbo, Xixel Langa, The Hood Brodz, e emergentes como Roberto Chitsondzo e Kayena, o álbum combina tradição e modernidade, levando os ouvintes a uma jornada musical única.

No dia 27 de setembro de 2024, a cena musical moçambicana ganhará destaque global com o lançamento da coletânea “Novos Sons de Maputo Vol. 1”, disponível nas principais plataformas de streaming nacionais e internacionais. Este projeto inovador é uma iniciativa do XHUB, com distribuição da MODIGI, e celebra a vibrante diversidade musical da capital de Moçambique, reunindo 17 faixas que exploram a rica tapeçaria de ritmos e sonoridades da cidade.

A coletânea traz uma fusão envolvente de gêneros que vão desde os sons tradicionais moçambicanos até ritmos contemporâneos como o afro house, afro tech, e influências da música alternativa. Artistas consagrados como Wazimbo, Xixel Langa, Elvira Viegas, e Dona Saquia colaboram lado a lado com talentos emergentes como Roberto Chitsondzo, The Hood Brodz, Kayena, entre outros, trazendo à tona uma mistura única de tradição e modernidade. As faixas transmitem importantes valores sociais e culturais, convidando os ouvintes a uma profunda reflexão através das emoções expressas em cada composição.

Mais do que apenas uma coletânea, “Novos Sons de Maputo Vol. 1” é uma plataforma que destaca a criatividade e autenticidade dos artistas moçambicanos, oferecendo uma experiência auditiva inesquecível. Cada faixa revela uma nova camada da identidade musical de Moçambique, celebrando a convergência de sons locais e internacionais. Com este projeto, a MODIGI reforça seu papel como um parceiro essencial na promoção e monetização da música e da cultura moçambicana no espaço digital, abrindo novas oportunidades para artistas e editoras independentes.

O álbum não só destaca a riqueza cultural de Maputo, como também serve como um marco para a nova geração de músicos que estão redefinindo o cenário musical do país. A XHUB e a MODIGI, em parceria com o The Music In Africa Foundation e o Goethe-Institut South Africa, viabilizam esta iniciativa por meio do Sound Connects Fund, uma plataforma que visa expandir os horizontes culturais e criativos na África Austral.

Através de uma coleção de faixas que vão emocionar e inspirar, “Novos Sons de Maputo Vol. 1” convida os amantes da música a embarcar em uma jornada de descoberta, onde o passado e o presente se encontram para criar o futuro sonoro de Moçambique.

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“Não existe indústria da moda em Moçambique” – King Levi

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O consultor de moda moçambicano King Levi, fez uma análise crítica sobre os desafios enfrentados pela moda no país, destacando a falta de uma estrutura organizacional como o maior obstáculo.

Segundo ele citado pela revista Ndzila, Moçambique ainda não possui uma indústria de moda devidamente organizada, o que dificulta o crescimento e a profissionalização do setor.

Para Levi, a solução passa por ampliar o acesso a materiais de qualidade, investir em educação especializada e fomentar o apoio financeiro tanto do governo quanto do setor privado. O consultor defende que, sem esses elementos, a moda moçambicana continuará a enfrentar dificuldades para competir no cenário internacional.

Entre as medidas que poderiam transformar o setor, aponta a reativação das fábricas têxteis no país e a criação de uma universidade especializada em moda. Essas iniciativas, segundo Levi, são essenciais para que Moçambique conquiste reconhecimento global e desenvolva uma indústria sustentável e competitiva.

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Paulina Chiziane defende resgate da identidade moçambicana

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Paulina Chiziane defende que a mulher moçambicana deve resgatar suas raízes para preservar sua identidade cultural. Durante uma palestra na Universidade Pedagógica de Maputo, a escritora criticou o uso excessivo de cabelos importados, considerando essa prática uma forma de “auto-colonização” que enfraquece os valores africanos. Para ela, é essencial que as mulheres reconheçam a riqueza da sua própria cultura e parem de se descaracterizar.

A autora de Balada de Amor ao Vento fez um apelo direto às mulheres, destacando a importância do cabelo na história africana. “O cabelo da mulher negra salvou gente, mas vocês acham que ele não presta. Respeitem o vosso cabelo, reconheçam o papel histórico para a libertação humana através do vosso cabelo”, afirmou. Chiziane também incentivou a reflexão sobre como certas escolhas estéticas podem afastar as mulheres de sua verdadeira essência cultural.

Além disso, a escritora ressaltou que a academia tem um papel fundamental na preservação da identidade nacional. Ela encorajou as mulheres a contribuírem para a escrita da história moçambicana, garantindo que as futuras gerações conheçam e valorizem suas origens.

Fonte: O Pais

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Virgem Margarida revolta-se no Scala

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O filme de ficção Virgem Margarida será exibido nesta quinta-feira (05) no Cine Teatro Scala, na cidade de Maputo, às 18h.

Com duração de 90 minutos, o filme Virgem Margarida retrata um cenário vivido no pós-independência (1975), em que as prostitutas eram levadas para um campo de reeducação na zona norte do país, concretamente na província de Niassa.

Margarida, uma jovem simples, é enviada por engano para o campo de reeducação, onde enfrenta várias dificuldades.

O filme será exibido no âmbito das comemorações do mês da mulher moçambicana, e Margarida “ilustra” a vida de muitas mulheres que, devido às dificuldades que enfrentam, acabam vendo a prostituição como a solução para seus problemas. O filme foi lançado oficialmente em 2011.

Virgem Margarida é uma obra do cineasta luso-moçambicano Licínio de Azevedo, que já ganhou vários prêmios, incluindo o de Melhor Realizador de Ficção em Los Angeles, com Comboio de Sal e Açúcar.

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