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Cultura

“Kuga Munu” a nova aposta do Maningue Magic

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A Maningue Magic, canal de televisão moçambicano que se dedica na promoção de conteúdo local de alta qualidade, apresentou no Domingo 7 de Maio, a sua nova aposta de série dramática “Kuga Munu” que em português significa “comer alguém”.

A escolha do nove fora da caixa, tem relação com a promessa da série, ser emocionante misturando mistério, drama e tradições culturais, ambientada no contexto da moderna de Maputo.

Kuga Munu explora as vidas de três personagens principais: o Professor Lhupela Suthu, apaixonado pela história e cultura bantu que está em missão para descobrir a verdade por trás dos mistérios da vida; Kayana, uma dedicada estudante de antropologia que é profundamente apaixonada pela matéria; e Luna, uma jovem cuja busca por justiça a leva a desvendar crimes complexos.

A série é produzida pela Afrocinemakers, e seus criadores fizeram muito para incorporar temas e valores tradicionais moçambicanos na história, dando ao público uma visão única do rico patrimônio cultural do país.

Kuga Munu é uma refrescante saída dos dramas típicos no estilo ocidental que dominam as telas de televisão. Por conta dessa fuga apresentam medos e desafios universais através da lente africana, mostrando ao mundo que Moçambique, tem sua maneira única de abordar e lidar com problemas.

A série está passará todos os domingos às 20h30 no canal Maningue Magic que na DStv ocupa a posição 503 e GOtv Max Canal 8.

Kuga Munu é mais um exemplo de como a indústria de cinema e televisão moçambicana está progredindo na criação de conteúdo atraente que reflecte a cultura e os valores locais. É um testemunho do talento e da criatividade de cineastas, actores e equipes de produção moçambicanos e um passo adiante na promoção do entretenimento criado no país.

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Cultura

Sara Jona Laisse lança “Fronteiras Literárias” em Maputo

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Lançamento do livro “Entre Fronteiras Literárias e Outros Textos”

Terá lugar na próxima quinta-feira, dia 28 de Maio, às 17h45, na biblioteca do Camões – Centro Cultural Português em Maputo, o lançamento do livro “Entre Fronteiras Literárias e Outros Textos”, a mais recente obra da ensaísta e docente moçambicana Sara Jona Laisse. A apresentação oficial estará a cargo do Professor Cristiano Matsinhe.

Dividida em duas partes que totalizam 36 artigos distribuídos por mais de 200 páginas, a obra propõe um diálogo cru e sem tabus sobre a construção da identidade, os desafios das minorias e o papel da literatura na desconstrução de estigmas sociais.

Enquanto a primeira secção mergulha nas sinuosidades das relações humanas e nas ambiguidades do quotidiano, a segunda metade do volume actua como uma cartografia crítica, na qual a autora estabelece pontes intertextuais com grandes referências da literatura nacional, de Luís Bernardo Honwana a novos escritores contemporâneos.

De acordo com Pedro Pereira Lopes, editor da Gala-Gala, este volume de ensaios da professora Jona Laisse “faz uma cirurgia às nossas convenções identitárias e rasga as costuras do cânone literário para nos devolver um Moçambique cru, urgente e despido de disfarces”.

“Entre Fronteiras Literárias e Outros Textos” sai pela estampa da Gala-Gala Edições e integra a colecção “Nossa gente, nossas línguas”.

SOBRE A AUTORA

Sara Jona Laisse é ensaísta no campo da literatura e da cultura moçambicana. Doutorada em Literaturas e Culturas em Língua Portuguesa pela Universidade Nova de Lisboa (2015), é docente na Universidade Católica de Moçambique. Colabora no jornal digital “7 Margens” e faz parte do conselho editorial de revistas científicas moçambicanas e internacionais. A sua obra foca especialmente a preocupação em relação às culturas moçambicanas e à raridade de discussão sobre elas.

É autora, entre vários títulos, de “Entre o Índico e o Atlântico: Ensaios Sobre Literatura e Outros Textos” (2013), “Entre Margens: Diálogo Intercultural e Outros Textos” (2020), “Moçambique, Margem Sul: Arte, Interculturalidade e Outros Textos” (2022) e “Moçambiquero-te: Literaturas, Culturas e Outros Textos” (2024).

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Cultura

Stewart Sukuma vence Prémio Sophia 2026 de Melhor Canção Original

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Stewart

O músico moçambicano Stewart Sukuma venceu o Prémio Sophia 2026 na categoria de Melhor Canção Original, com a música criada para o filme Ancoradouro do Tempo, distinção que o artista considera ser uma vitória colectiva dos criadores moçambicanos e dos “invisíveis” da arte.

A informação foi partilhada pelo próprio músico através das redes sociais, onde afirmou ainda estar a processar a conquista alcançada numa das mais importantes premiações do cinema em Portugal.

“É difícil explicar o que significa para alguém que vem de um lugar tantas vezes invisível ver a sua arte chegar aqui”, escreveu Stewart Sukuma, aproveitando a ocasião para felicitar os restantes concorrentes da categoria, com destaque para Remna Schwarz.

O artista destacou igualmente o contributo das cantoras Belita Palma e Domingas, que interpretaram a canção premiada. Segundo Stewart Sukuma, ambas deram “alma e verdade” ao tema com interpretações marcantes.

Na mensagem de agradecimento, o músico reconheceu ainda o trabalho do realizador Sol Carvalho e do escritor Mia Couto, responsáveis pela obra cinematográfica, sublinhando que o filme representa uma construção importante da história e identidade cultural moçambicana.

Stewart Sukuma agradeceu também aos membros da equipa artística e técnica envolvida no projecto, entre os quais Shico Fortuna e Nando Morte, pelo empenho e dedicação ao longo da produção.

Para o músico, o prémio ultrapassa o reconhecimento individual e simboliza a valorização de artistas que criam longe dos grandes centros culturais, muitas vezes sem condições, estrutura ou visibilidade.

“Hoje, a nossa música foi ouvida. E isso ninguém nos tira”, concluiu o artista.

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Cultura

Isabel Novella leva “KAYA – Entre Voz e Memória” a Portugal

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A cantora e compositora moçambicana Isabel Novella sobe ao palco da Fábrica Braço de Prata, em Lisboa, no próximo dia 21 de Maio, às 21h00, para apresentar o concerto “KAYA – Entre Voz e Memória”, um espectáculo intimista que promete unir música, emoção e partilha cultural.

No concerto, Isabel Novella irá revisitar temas dos seus dois álbuns de originais e apresentar, pela primeira vez ao vivo, canções inéditas do novo álbum que se encontra actualmente em preparação.

Descrito como uma experiência sensorial e próxima do público, “KAYA” propõe uma viagem entre memórias, emoções e sonoridades inspiradas em África e na diáspora, transformando cada canção num espaço de encontro e reflexão.

Com uma carreira marcada pela fusão de ritmos afro-contemporâneos, jazz e música do mundo, Isabel Novella é considerada uma das vozes de destaque da música moçambicana contemporânea. A artista já foi distinguida nos International Songwriting Competition e teve o álbum Metamorfose nomeado para os South African Music Awards (SAMA).

A actuação em Lisboa surge numa fase de preparação de novos projectos musicais da cantora, que continua a expandir a presença da música moçambicana em palcos internacionais.

Entretanto, Isabel Novella deverá estar em Moçambique durante o mês de Junho, período em que poderá participar em entrevistas presenciais e conversas editoriais.

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