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Cultura

Kloro Killa cantou a “Revolução” no Museu da Mafalala

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Kloro cantou e apresentou a nova cultura no Museu da Mafalala

O rapper moçambicano de intervenção pessoal Kloro Killa subiu ao palco do Museu da Mafalala para a apresentação oficial do seu segundo álbum de originais “Revolução Cultural”, no dia 05 do mês em curso, pelas 18 horas.

Depois de um leque de eventos, inseridos no programa Running From The Urbe, que tem por objectivo aproximar as pessoas dos bairros da periferia, como é o caso da Mafalala. Quando o relógio marcou 18 horas, as pessoas chegavam em massa e a banda posicionava-se para começar a “Revolução Cultural” proposta por Kloro.

Kloro cantou e apresentou a nova cultura no Museu da Mafalala

Um ano de espera para apresentar o álbum e cantar com o público, a ansiedade tomava conta do lugar, assim como de Kloro, que cheio de atitude artística fez-se ao palco, e foi recebido por gritos calorosos de alegria e vénias.

Como já tinha falado a Xigubo, antes da realização do Show, aquele momento marcava mais um passo na sua carreira caminho ao sucesso e o partilhar com as pessoas que sempre deram apoio, é um factor positivo e motivador.

Kloro cantou e apresentou a nova cultura no Museu da Mafalala

Com a banda a tocar ao ritmo, Kloro cantava suas músicas e partilhava o mesmo sentimento que os espectadores, num evento que contou com convidados especiais como o radialista Helder Malele, o escultor moçambicano Gonçalo Mabunda, dentre outros. O rapper Konfuzo 412, Regina dos Santos da Banda Gran’mah, Sodoma e Walter Nascimento subiram ao palco para celebrar aquele feito que teve o seu término pelas 20 horas, sendo sucedido por um Groove aberto até às 23h.

Kloro cantou e apresentou a nova cultura no Museu da Mafalala

A apresentação deste álbum, é o início das actividades do projecto Running From The Urbe, e Kloro é uma das caras. Como forma de dar continuidade a promoção, o rapper perspectiva lançar pelo menos 5 vídeos das 12 faixas que compõem o álbum. Sendo que até então o “Show na Maife”, é o primeiro single do álbum com vídeo já disponível.

Cultura

O dia em que Samora negou a devolução do Gungunhana

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Gungunhana foi o último rei do Império de Gaza, em Moçambique. Destacou-se pela liderança em várias batalhas contra as forças coloniais portuguesas, tendo, porém, sido capturado em 1895.

Capturado e exilado

Após a sua captura, juntamente com a sua família, foi exilado para os Açores (Portugal), onde permaneceu até à sua morte, em 1906.

O regresso à terra natal

Em 1983, quase 10 anos após a independência, Samora Machel visitou Portugal e tinha um pedido especial: a devolução dos restos mortais de Gungunhana, o último rei de Gaza.

“Foi uma tentativa, primeiro, de se reconciliarem enquanto Estados e enquanto nações, de procurarem esquecer o passado”, afirmou Ungulani Ba Ka Khossa, escritor moçambicano.

Expectativa vs. realidade

Quando chegou a Portugal, Samora encontrou uma urna muito pequena, até porque era mais a questão simbólica da terra onde Gungunhana havia sido sepultado.

Pequena para a dimensão de um rei

Samora Machel “rejeitou” a urna. O que ele queria era um caixão que expressasse a dimensão de Gungunhana perante o povo moçambicano.

Quase dois anos depois, Samora Machel regressou a Portugal para receber a urna que levaria os restos mortais de Gungunhana de volta a Moçambique.

Urna digna de um rei

No regresso a Maputo, a urna desfilou por várias ruas da cidade, perante a multidão, até à sua última morada: a Fortaleza de Maputo.

A última morada

A urna pesa 225 kg, esculpida por Paulo Comé sob a direcção de Malangatana Ngwenya, artista plástico moçambicano, e tem José Freire como arquitecto da obra.

Fonte: Quando Portugal Raptou um Rei

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Cultura

Janeth Mulapha apresenta Ndzula “filhas do Índico e let’s talk”

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Janeth Mulapha apresenta esta quarta-feira, 29 de Abril, às 18h30 duas performances Ndzula filhas do Índico e let’s talk, na Sala Grande do Franco-Moçambicano, em Maputo.

Ndzula filhas do Índico revisita o Tufo a partir de uma abordagem contemporânea, explorando o corpo como lugar de memória e resistência.

Let’s talk, propõe uma reflexão sobre o corpo feminino africano enquanto território social e político.

Refira-se que a dança contemporânea é uma proposta alusiva ao dia mundial da dança.

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Cultura

“D’Mim”, um instante suspenso no universo de Constantine

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No dia 29 de Abril, às 19hConstantine apresenta no palco do 16NetO a performance “D’Mim”.

“D’Mim” surge como um interlude do universo que o artista tem vindo a construir, um fragmento ao vivo que antecipa uma obra maior ainda em desenvolvimento.

No palco, Constantine cria um espaço íntimo onde baixo, voz e electrónica se entrelaçam para sustentar vestígios de memória, desejo e presença.

Não se trata de uma narrativa completa, mas de um corte sensível, um instante suspenso que revela apenas parte do que está por vir.

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