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Ídio Chichava leva Vagabundus ao CCFM
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O Centro Cultural Franco-Moçambicano (CCFM) acolhe, na Sexta-feira, 22 de Agosto, às 18h30, na Sala Grande, a performance Vagabundus, criação do coreógrafo moçambicano Ídio Chichava, recentemente distinguido com o prestigiado Salavisa European Dance Award 2024.
Em cena,13 intérpretes dançam e cantam, sem interrupção, canções antigas e actuais de Moçambique, entrelaçadas com motivos gospel e barrocos. Numa entrega intensa, expõem as suas almas e mostram que, quando estamos juntos, conseguimos ir além do nosso próprio potencial.
O espectáculo dispensa cenários, trajes elaborados ou efeitos de luz: a única decoração são os pertences e objectos pessoais que cada intérprete guarda como recordações. Os passos e movimentos rituais, inspirados nas tradições Makonde, encadeiam-se numa narrativa sobre a vida como uma jornada de encontro, pertença e ligação a um grupo, um colectivo, uma comunidade.

Vagabundus já passou por importantes palcos internacionais em cidades como Hannover, São Paulo, Porto, Valência, Sevilha, Madrid, Praga e Atenas. Depois de Maputo, digressão continua em festivais e teatros de referência, como a Biennale de Lyon, na França, entre outros palcos internacionais. Uma oportunidade única para ver, ao vivo, a performance que tem levado a cultura moçambicana a brilhar nos palcos do mundo!
Cientes da importância cultural e social deste evento, convidamos os órgãos de comunicação social a estarem presentes e a cobrirem este momento especial.
SOBRE O ARTISTA
Ídio Chichava é bailarino, coreógrafo e director artístico moçambicano. Após uma longa carreira em França, onde integrou a companhia Kubilai Khan Investigations, regressou a Maputo e fundou a companhia Converge+, dedicada à promoção do intercâmbio criativo e à dança para comunidades.
É curador assistente da plataforma multidisciplinar KINANI e um dos produtores do Festival de Música Tradicional Raíz, ambos espaços fundamentais para a valorização e promoção das artes contemporâneas e tradicionais em Moçambique.
Para além destes, Chichava está envolvido em diversos outros projectos culturais locais, reforçando o seu compromisso com a cena artística moçambicana.
Em 2024, foi distinguido com o prestigiado Salavisa European Dance Award, da Fundação Calouste Gulbenkian, reconhecimento da sua abordagem inovadora e do seu profundo vínculo à cultura moçambicana, levando a sua arte a palcos internacionais.
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Concerto “Os Madalas” celebra memória e música de Hortêncio Langa
O colectivo TP50 realiza, nos dias 19 e 20 de Março, na Fundação Fernando Leite Couto, em Maputo, o concerto “Os Madalas: Relembrando Hortêncio Langa”, um espectáculo dedicado a celebrar o legado artístico e humano do músico moçambicano. A iniciativa pretende revisitar memórias, canções e momentos de convivência que marcaram a trajectória do homenageado.
O espectáculo propõe recordar não apenas a música de Hortêncio Langa, mas também os encontros informais entre amigos, onde a guitarra e as vozes criavam espaços de partilha e reflexão. Esses momentos, muitas vezes espontâneos, ajudaram a fortalecer laços de amizade e a construir uma atmosfera artística marcada pela simplicidade e autenticidade.
De acordo com António Prista, membro do colectivo TP50, o concerto não é apenas um tributo nostálgico, mas também uma forma de reencontrar a essência de um artista cuja presença transformava qualquer ambiente num espaço de criação e diálogo. Segundo o músico, eram frequentes as tertúlias onde a guitarra circulava entre os presentes e a música se tornava um gesto colectivo de expressão cultural.
O espectáculo contará com a participação de vários músicos e amigos próximos do homenageado, entre eles Filimone Meigos, Tomás Vieira Mário, Marcelo Panguana, Stewart Sukuma, Joel Libombo e Eben Chonguiça.
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Nelson Tivane contraria Zebito e apela ao desfrute da vida enquanto se tem
“Gwala wa hi Nhakatsa”, faixa número 4 do mais recente álbum Lhamula, do compositor e músico moçambicano Nelson Tivane, acaba de ganhar o seu retrato visual com o lançamento do videoclipe oficial.
Na canção, Nelson Tivane apela ao desfrute do pouco dinheiro que se tem enquanto se pode, argumentando que amanhã poderá vir mais. Uma mensagem que surge em evidente contradição com a filosofia de Zebito, empresário moçambicano que ganhou destaque público ao aconselhar os jovens a “não comer com a boca”, uma metáfora para a necessidade de disciplina e o planeamento financeiro no uso dos recursos disponíveis.
O videoclipe, já disponível no YouTube, conta com direcção de Bill Boy, conceito e direcção criativa de Elgar Miles. Para reforçar a estética de abundância e luxo, Nelson Tivane aparece vestido com peças de marcas locais como a Xipixi e a Nkosi Wear.
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Ou 5 mil ou nada: Internautas sentem-se traídos pelo novo reality da STV
A STV, em parceria com o Olhar Artístico, lançou recentemente o “Ou Tudo ou Nada”, um reality show que promete descobrir talentos promissores na área da comunicação.
No momento do lançamento, o ambiente era de entusiasmo, tudo parecia flores e perfume. Muitos jovens viram ali uma oportunidade única de entrar para o universo da televisão, alimentando o sonho de fazer parte da desejada STV.
As expectativas eram altas e a esperança tomou conta das redes sociais e vários lares, mas contudo, como diz o velho ditado, nem tudo o que brilha é ouro.
Quando foi disponibilizado o link supostamente destinado aos termos e condições do concurso, os candidatos depararam-se apenas com um formulário de inscrição. Sem qualquer orientação prévia clara sobre os critérios ou exigências, iniciou-se uma verdadeira saga digital.
Foi aí que se descobriu que a participação não se limitava apenas à realização de testes, ao preenchimento de vários campos com dados pessoais e ao envio de um vídeo de apresentação, algo já exigente, mas necessário num processo do género.

Para completar a inscrição, era necessário efectuar o pagamento de 5.000 meticais, o valor acabou por transformar o que deveria ser um momento de alegria numa onda de contestação.
A televisão é conhecida por produzir realitys que mudam vidas, e muitos jovens acreditaram que esta seria mais uma dessas oportunidades transformadoras. No entanto, a exigência financeira gerou críticas e levantou questionamentos sobre o acesso e a transparência do processo.
Desde então, a página oficial do canal tem sido alvo de ataques e comentários constantes por parte de internautas que se sentem surpreendidos, em alguns casos, desiludidos e enganados, apenas para gerar engajamento.
O “Ou Tudo ou Nada” nasceu com a promessa de revelar talentos, mas sem os 5 mil ditam se há algo.