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Dygo e Classic Nova com medo de amar

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Dygo e Classic Nova com medo de amar

Segundo psicólogos, é normal que depois de uma decepção amorosa, alguém não consiga confiar na pessoa que o magoou, assim como voltar a sentir amor por temer viver o mesmo drama.

Recentemente, os músicos moçambicanos Dygo Boy e Classic Nova, juntaram-se para retratar através de um audiovisual, a história de um coração partido, incapaz de voltar a amar, por conta da decepção que seu dono viveu, numa relação amorosa.

Segundo narra, Dygo, depois dum violino tocado num som melancólico, o que parou seu coração o levou a ter medo de voltar a amar, é facto de sua parceira ter o colocado em segundo plano, depois de ter tentado de todas as formas, moldar-se para fazer parte do seu mundo, e dar tudo que podia.

Na música a Classic Nova que ficou responsável pelo coro, revela-se livre da relação tóxica e pronta a disposta a encontrar um novo amor, apesar do medo de amar ainda prevalecer em si. Essa libertação, é feita em coro, com direito a uma salma de palmas organizadas. “Podes ir não vou morrer”. A música contou com a produção de The Visow, e o vídeo trabalhado por Cr Boy.

A dupla Classic nova é composta por Delton Obadias Matimbe e Palívio Jorge Cumbane, naturais de Inhambane. A dupla Classic Nova foi formada em 2011, quando ambos passaram a frequentar a mesma escola no distrito de Inharrime.

A dupla é responsável pelo sucesso “Estava no limão“, “Perdoa” e “Mais um pouco“, para além de através da sua produtora, ter ajudado a lapidar talentos como Tamyris Moiane, Melony, Percela, dentre outros.

Até então a dupla conta com um trabalho discográfica publicado, “Íntimos“, lanmcado em 2021, onde as músicas “Mira“, “Pilha usada“, e “Palavras“ foram as que mais se destacaram.

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Mamyoooo, Duas Caras já está comer 5 milhões

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Duas Caras

A música do rapper moçambicano Duas Caras, alcançou recentemente a marca de 2 milhões de visualizações no YouTube, com a música “Mamyo” lançada a 4 anos.

Em “Mamyo”, Duas Caras utiliza o coro “Mamyo mamyo mamyo mamyoweyeh” como um desabafo íntimo direcionado à mãe, figura que simboliza origem e afecto.

O artista compartilha experiências e superações marcantes, muitas vezes tão intensas que parecem inacreditáveis.

Segundo Duas Caras, esse chamado à mãe representa não só a partilha de conquistas, mas também a necessidade de expressar gratidão e orgulho por ter seguido seu próprio caminho, sem buscar aprovação, nem mesmo da família.

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Tamyris Moiane e Cleyton David juntos tem 36 milhões

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qqqA parceria musical entre Tamyris Moiane e Cleyton David continua a afirmar-se como uma das mais bem-sucedidas da música moçambicana.

As suas principais colaborações já ultrapassam, em conjunto, os 36 milhões de visualizações nas plataformas digitais, refletindo a forte adesão do público ao longo dos últimos anos.

Entre os maiores sucessos da dupla destacam-se “Comandante”, com 10,7 milhões de visualizações, “Mais Velhos”, com mais de 10 milhões, “Modo Love”, que ultrapassa os 8 milhões, “Confirmamos”, com 6,4 milhões, e “Marília Mendonça”, lançado em 2024, que já soma 1,6 milhãqqo de visualizações.

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UCCLA vai acolher lançamento do livro “Marrabenta – A Cadência de Moçambique” de Costa Neto

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A União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa (UCCLA) recebe, no próximo dia 24 de Julho, às 17h30, a apresentação do livro “Marrabenta – A Cadência de Moçambique”, da autoria do músico, compositor e escritor moçambicano Costa Neto.

Publicado pela editora Chiado Books, o livro será apresentado pela arqueóloga Conceição Lopes, numa sessão que promete reunir amantes da cultura, da música e da história de Moçambique.

A obra propõe uma reflexão aprofundada sobre a Marrabenta, um dos mais importantes géneros musicais moçambicanos. Fruto de vários anos de pesquisa e da vasta experiência profissional do autor, o livro combina ensaio e dissertação para documentar a evolução, o significado e a relevância deste património musical.

Escrito numa linguagem acessível ao público em geral, “Marrabenta – A Cadência de Moçambique” apresenta também ensaios técnicos que o tornam uma referência para estudantes, investigadores e instituições académicas interessadas na música e na cultura moçambicanas.

Natural da Ponta do Ouro, no sul de Moçambique, Costa Neto é uma das figuras mais influentes da música urbana moçambicana e da promoção da cultura lusófona. Radicado em Portugal há mais de três décadas, construiu uma carreira marcada pela música, produção cultural, escrita e intervenção social.

Ao longo do seu percurso integrou e fundou diversos projetos musicais, entre os quais a Banda ABC 78, o Agrupamento Mbila e o Grupo 1 – Moçambique. Foi também diretor interino do Clube da Juventude, em Maputo, e impulsionou iniciativas de carácter social e cultural, como o projeto filantrópico FAZER, desenvolvido em Portugal com o apoio das Nações Unidas e a participação de artistas dos PALOP.

Costa Neto é ainda cofundador da associação cultural Razão d’Arte, dedicada à valorização dos artistas da Comunidade dos Países de Língua Oficial Portuguesa (CPLP), e co-padrinho da campanha internacional “Juntos Contra a Fome”, desenvolvida em parceria entre a CPLP e a FAO.

Entre as suas obras mais conhecidas destaca-se “Mandjolo”, considerada uma das canções mais emblemáticas da música moçambicana, bem como os hinos “A Lusófona” e “Juntos Contra a Fome”, que reforçam a sua ligação à promoção da cultura e da solidariedade entre os povos de língua portuguesa.

O lançamento de “Marrabenta – A Cadência de Moçambique” representa mais um contributo para a preservação da memória e da identidade cultural de Moçambique, valorizando um género musical que continua a marcar gerações e a afirmar-se como um dos maiores símbolos da expressão artística nacional.

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