Connect with us

Fast Food

Dare The Label lança “Truth or Dare

Publicado

aos

A vibrante cena hip hop de Moçambique celebra um novo capítulo com o lançamento do álbum “Truth or Dare” pelo coletivo Dare The Label. Após anos de trabalho árduo e expectativas crescentes, o grupo, composto por sete jovens talentosos, finalmente compartilha com o mundo sua obra-prima, um álbum que reflecte a complexidade da juventude moderna, suas escolhas e as inevitáveis consequências dessas decisões.

“Truth or Dare” não é apenas uma coleção de músicas; mas  um manifesto que explora a evolução pessoal e artística de cada membro do grupo. De  2021 para ca, quando começaram as gravações, Dare The Label esteve imerso em um processo de autodescoberta e amadurecimento, o que transparece nas faixas cuidadosamente produzidas ao longo de três anos. O álbum capta a essência dos desafios enfrentados pela  juventude atual, onde a pressão pela conformidade e a busca pelos sonhos muitas vezes colidem de maneira dramática.

Com faixas que variam desde o introspectivo ao explosivo, “Truth or Dare” leva os ouvintes em uma jornada emocional. Um exemplo claro ee a música Churrasco de Sexta que , já conquistou os fãs com seu vídeo vibrante, enquanto “UhWi”, que está prestes a ganhar um clipe, promete ser outro destaque visual e sonoro. No album, cada canção serve como um espelho da realidade dos jovens que, assim como os membros do grupo, estão em uma constante luta para definir sua identidade em um mundo que valoriza o consumismo e as decisões rápidas.

Para os integrantes do Dare The Label, “Truth or Dare” representa mais do que música; é uma expressão de suas verdades pessoais e coletivas. Wiika, um dos membros, descreve o álbum como “uma fusão de energias que revela tanto o lado bom quanto o lado mau de cada um de nós. No final do dia, a irmandade prevalece porque, acima de tudo, queremos mostrar ao mundo quem somos e o que temos a oferecer”. Van Dope acrescenta que o álbum é “a identidade de um jovem da nossa sociedade, entre vibes, sonhos e frustrações”, enquanto Retrobas vê nele uma representação da “visão de um mundo sem obstáculos, onde não existe um padrão, apenas as consequências de nossas escolhas”.

O álbum é dividido em duas partes, “DARE” e “TRUTH”, cada uma com uma lista de faixas que exploram diferentes aspectos das experiências dos membros do grupo. Desde a abertura energética com “Intro”, passando pelo ritmo contagiante de “Churrasco de Sexta”, até as reflexões profundas em “Memórias” e “C´est La Vie”, cada canção é um capítulo na história coletiva do grupo.

Dare The Label começou sua jornada em 2018, como um simples grupo de WhatsApp, onde jovens amantes do rap compartilhavam notícias e novidades sobre o gênero. Hoje, o grupo é um dos nomes mais promissores do hip hop moçambicano, com uma base de fãs leal e um repertório que mistura hip hop/rap com afrobeats e RnB. Com “Truth or Dare”, eles solidificam sua posição e mostram que estão prontos para enfrentar as consequências de suas escolhas artísticas e de vida.

Além do lançamento do álbum, o grupo também continua a expandir sua influência, participando de shows e colaborando com outros artistas da cena musical. “Truth or Dare” já está disponível em todas as plataformas digitais, e com este projeto, Dare The Label desafia não apenas a si mesmos, mas também seus ouvintes, a enfrentarem suas próprias verdades e se prepararem para as consequências.

Continuar a ler

Fast Food

“Não existe indústria da moda em Moçambique” – King Levi

Publicado

aos

Por

O consultor de moda moçambicano King Levi, fez uma análise crítica sobre os desafios enfrentados pela moda no país, destacando a falta de uma estrutura organizacional como o maior obstáculo.

Segundo ele citado pela revista Ndzila, Moçambique ainda não possui uma indústria de moda devidamente organizada, o que dificulta o crescimento e a profissionalização do setor.

Para Levi, a solução passa por ampliar o acesso a materiais de qualidade, investir em educação especializada e fomentar o apoio financeiro tanto do governo quanto do setor privado. O consultor defende que, sem esses elementos, a moda moçambicana continuará a enfrentar dificuldades para competir no cenário internacional.

Entre as medidas que poderiam transformar o setor, aponta a reativação das fábricas têxteis no país e a criação de uma universidade especializada em moda. Essas iniciativas, segundo Levi, são essenciais para que Moçambique conquiste reconhecimento global e desenvolva uma indústria sustentável e competitiva.

Continuar a ler

Fast Food

Paulina Chiziane defende resgate da identidade moçambicana

Publicado

aos

Por

Paulina Chiziane defende que a mulher moçambicana deve resgatar suas raízes para preservar sua identidade cultural. Durante uma palestra na Universidade Pedagógica de Maputo, a escritora criticou o uso excessivo de cabelos importados, considerando essa prática uma forma de “auto-colonização” que enfraquece os valores africanos. Para ela, é essencial que as mulheres reconheçam a riqueza da sua própria cultura e parem de se descaracterizar.

A autora de Balada de Amor ao Vento fez um apelo direto às mulheres, destacando a importância do cabelo na história africana. “O cabelo da mulher negra salvou gente, mas vocês acham que ele não presta. Respeitem o vosso cabelo, reconheçam o papel histórico para a libertação humana através do vosso cabelo”, afirmou. Chiziane também incentivou a reflexão sobre como certas escolhas estéticas podem afastar as mulheres de sua verdadeira essência cultural.

Além disso, a escritora ressaltou que a academia tem um papel fundamental na preservação da identidade nacional. Ela encorajou as mulheres a contribuírem para a escrita da história moçambicana, garantindo que as futuras gerações conheçam e valorizem suas origens.

Fonte: O Pais

Continuar a ler

Fast Food

Virgem Margarida revolta-se no Scala

Publicado

aos

Por

O filme de ficção Virgem Margarida será exibido nesta quinta-feira (05) no Cine Teatro Scala, na cidade de Maputo, às 18h.

Com duração de 90 minutos, o filme Virgem Margarida retrata um cenário vivido no pós-independência (1975), em que as prostitutas eram levadas para um campo de reeducação na zona norte do país, concretamente na província de Niassa.

Margarida, uma jovem simples, é enviada por engano para o campo de reeducação, onde enfrenta várias dificuldades.

O filme será exibido no âmbito das comemorações do mês da mulher moçambicana, e Margarida “ilustra” a vida de muitas mulheres que, devido às dificuldades que enfrentam, acabam vendo a prostituição como a solução para seus problemas. O filme foi lançado oficialmente em 2011.

Virgem Margarida é uma obra do cineasta luso-moçambicano Licínio de Azevedo, que já ganhou vários prêmios, incluindo o de Melhor Realizador de Ficção em Los Angeles, com Comboio de Sal e Açúcar.

Continuar a ler