Fast Food
Dama do Bling abre o mês com quatro novas músicas

- Share
- Tweet /var/www/wptbox/wp-content/plugins/mvp-social-buttons/mvp-social-buttons.php on line 67
https://xigubo.com/wp-content/uploads/2024/03/Xigubo-Daniel-Jacinto-4-1000x600.jpg&description=Dama do Bling abre o mês com quatro novas músicas', 'pinterestShare', 'width=750,height=350'); return false;" title="Pin This Post">
A rapper moçambicana Dama do Bling iniciou este mês com o lançamento de quatro faixas repletas de motivação, colaborações e ritmos que misturam mensagens de superação e a celebração de conquistas pessoais.
A primeira, em parceria com Denny Og e Pauleta, é uma motivação de 3 minutos que encoraja a lutar contra a vontade de desistir e a focar no crescimento pessoal. A faixa alerta sobre a necessidade de não parar de lutar, ter cuidado com falsos sorrisos, e não dar ouvidos às opiniões negativas, transmitindo uma mensagem de força e esperança.
Outra, intitulada “Carta aberta para o meu pai”, é uma colaboração com Vekina, em que Dama do Bling expressa as emoções de ter crescido sem a presença paterna, abordando temas de abandono, resiliência e superação. Com uma letra emotiva e sincera, a música revela a dor de uma filha que, apesar das dificuldades, encontra força na figura materna, sem esquecer o desejo de reconciliar-se com o pai, mesmo sem conseguir perdoá-lo totalmente.
Além disso, Dama do Bling trouxe a febre do Amapiano de volta com a música “A Febre do Amapiano”, em colaboração com TheThree, e lançou a faixa “Deixa Falar”, ao lado de Jax, que reforça a importância de seguir os próprios sonhos sem dar atenção às opiniões alheias, destacando que, no final, quem critica acabará por imitar quando o sucesso for alcançado.

Fast Food
“Não existe indústria da moda em Moçambique” – King Levi

O consultor de moda moçambicano King Levi, fez uma análise crítica sobre os desafios enfrentados pela moda no país, destacando a falta de uma estrutura organizacional como o maior obstáculo.
Segundo ele citado pela revista Ndzila, Moçambique ainda não possui uma indústria de moda devidamente organizada, o que dificulta o crescimento e a profissionalização do setor.
Para Levi, a solução passa por ampliar o acesso a materiais de qualidade, investir em educação especializada e fomentar o apoio financeiro tanto do governo quanto do setor privado. O consultor defende que, sem esses elementos, a moda moçambicana continuará a enfrentar dificuldades para competir no cenário internacional.
Entre as medidas que poderiam transformar o setor, aponta a reativação das fábricas têxteis no país e a criação de uma universidade especializada em moda. Essas iniciativas, segundo Levi, são essenciais para que Moçambique conquiste reconhecimento global e desenvolva uma indústria sustentável e competitiva.
Fast Food
Paulina Chiziane defende resgate da identidade moçambicana

Paulina Chiziane defende que a mulher moçambicana deve resgatar suas raízes para preservar sua identidade cultural. Durante uma palestra na Universidade Pedagógica de Maputo, a escritora criticou o uso excessivo de cabelos importados, considerando essa prática uma forma de “auto-colonização” que enfraquece os valores africanos. Para ela, é essencial que as mulheres reconheçam a riqueza da sua própria cultura e parem de se descaracterizar.
A autora de Balada de Amor ao Vento fez um apelo direto às mulheres, destacando a importância do cabelo na história africana. “O cabelo da mulher negra salvou gente, mas vocês acham que ele não presta. Respeitem o vosso cabelo, reconheçam o papel histórico para a libertação humana através do vosso cabelo”, afirmou. Chiziane também incentivou a reflexão sobre como certas escolhas estéticas podem afastar as mulheres de sua verdadeira essência cultural.
Além disso, a escritora ressaltou que a academia tem um papel fundamental na preservação da identidade nacional. Ela encorajou as mulheres a contribuírem para a escrita da história moçambicana, garantindo que as futuras gerações conheçam e valorizem suas origens.
Fonte: O Pais
Fast Food
Virgem Margarida revolta-se no Scala

O filme de ficção Virgem Margarida será exibido nesta quinta-feira (05) no Cine Teatro Scala, na cidade de Maputo, às 18h.
Com duração de 90 minutos, o filme Virgem Margarida retrata um cenário vivido no pós-independência (1975), em que as prostitutas eram levadas para um campo de reeducação na zona norte do país, concretamente na província de Niassa.
Margarida, uma jovem simples, é enviada por engano para o campo de reeducação, onde enfrenta várias dificuldades.
O filme será exibido no âmbito das comemorações do mês da mulher moçambicana, e Margarida “ilustra” a vida de muitas mulheres que, devido às dificuldades que enfrentam, acabam vendo a prostituição como a solução para seus problemas. O filme foi lançado oficialmente em 2011.
Virgem Margarida é uma obra do cineasta luso-moçambicano Licínio de Azevedo, que já ganhou vários prêmios, incluindo o de Melhor Realizador de Ficção em Los Angeles, com Comboio de Sal e Açúcar.