Cultura
CCFM abre o “Mês dos Direitos da Mulher” com a 7ª edição do espetáculo “Quem Disse que as Mulheres Não Podem Fazer uma Serenata?”
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O Centro Cultural Franco-Moçambicano (CCFM) recebe, na sexta-feira, 7 de março, às 20h, a 7ª edição do espetáculo “Quem Disse que as Mulheres Não Podem Fazer uma Serenata?”, um projeto da Banda Kakana que celebra a força e o talento feminino. O evento marca o início das comemorações do Mês dos Direitos da Mulher, promovido pela Embaixada de França em Moçambique, e reunirá diversas expressões artísticas em um encontro singular.
Inspirado na música Serenata, do primeiro álbum da banda, o espetáculo tem como objetivo destacar o protagonismo feminino na arte, dando palco a artistas de diferentes estilos. Entre as participantes desta edição estão Ângela Comé (violoncelista), Anneliese Huber (bailarina), Anita Macuácua (cantora), Beauty Sitoe (cantora e mbiricista), Catarina Rombe (flautista), Ema de Jesus (poetisa), Iveth Mafundza (rapper), Ivete Vales (saxofonista), Orlanda da Conceição (cantora e contrabaixista), Rosália Mboa (cantora), com Juliana de Sousa como MC.
Mantendo a tradição, o evento prestará homenagem a uma figura feminina da música moçambicana, reconhecendo sua contribuição para a cultura do país. Além da apresentação, haverá uma feira de artesanato, promovendo o trabalho de artistas e criadores locais.
Desde 2019, a Banda Kakana organiza este espetáculo anual em celebração ao Dia Internacional dos Direitos da Mulher, comemorado a 8 de março. Esta será a terceira vez que o CCFM acolhe a iniciativa, reforçando seu compromisso com a valorização da arte e do empoderamento feminino.
As celebrações do Mês dos Direitos da Mulher estendem-se até o 7 de abril, Dia da Mulher Moçambicana.
Cultura
Gaza aposta na leitura para formar nova geração
A província de Gaza acolhe, desde ontem até quinta-feira, a Festa do Livro em Gaza (FELGA), iniciativa que mobiliza escolas, escritores e estudantes na promoção da leitura e valorização da literatura.
O evento decorre em estabelecimentos de ensino e espaços culturais, com oficinas, palestras e recitais de poesia, centrados no estímulo ao gosto pelo livro. A aposta recai na juventude, apontada como base para a construção de uma sociedade mais crítica e informada.
As sessões abordam temas ligados ao papel da literatura na formação do indivíduo, com enfoque na leitura como ferramenta de conhecimento e desenvolvimento social.
A programação inclui ainda a homenagem ao escritor António Lobo Antunes, referência da literatura em língua portuguesa, cuja obra continua a marcar gerações.
Com a iniciativa, os organizadores pretendem reforçar os hábitos de leitura e aproximar os jovens do universo literário.
Cultura
“Hoya Hoya” de Mingas faz parte da novela “A Nobreza do Amor” da Globo
A música “Hoya Hoya”, da cantora moçambicana Mingas, com recriação de Lenna Bahule, passou a integrar a banda sonora da novela brasileira “A Nobreza do Amor”, produzida e exibida pela TV Globo.
A novela retrata o reino fictício de Batanga e acompanha uma história marcada por lutas de poder, dinastias e profecias. No meio da produção, a presença da música moçambicana destaca-se como um dos elementos culturais que cruzam fronteiras e ganham projeção internacional.
A composição original de Mingas foi concebida como uma celebração de conquistas e superação pessoal e colectiva, sendo agora reinterpretada numa versão que mantém a sua essência, mas adaptada ao contexto da produção televisiva brasileira.
A artista moçambicana destaca que a inclusão da obra numa produção de alcance internacional representa o reconhecimento da música feita em Moçambique e da sua capacidade de diálogo com outras culturas.
Cultura
Michael Nivorocha estreia-se na poesia com “A Viagem na Imaginação”
A cidade de Nampula acolhe está quarta-feira, 30 de Abril, às 18h30, o lançamento, da obra de estreia do escritor Michael Nivorocha, no ruby- casa de hóspedes backpacker.
De gênero poético o livro promete levar leitores numa travessia pelos universais da memória, dos sonhos e da Identidade. Embora seja a primeira obra do autor a obra já desperta curiosidade no meio cultural moçambicano pela sua proposta lírica intimista.
Refira-se O lançamento acontece num momento em que Nampula tem ganhado destaque por iniciativas culturais independentes.