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AOPDH lança vídeo do “Xindondi”
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O grupo de rap A Outra Parte da História (AOPDH) acaba de cumprir a promessa de lançar o vídeo da música “Xindondi”, em sequência ao regresso dos pacotes ilimitados.
Com a participação de Young Ricardo, o vídeo é dirigido por Cr Boy e ilustra visualmente como vários moçambicanos se aliaram aos caça-níqueis (vulgarmente conhecidos como Xindondi) distribuídos pelas províncias e cidades de Moçambique, onde as pessoas depositam dinheiro na esperança de vê-lo multiplicado.
Desde o lançamento, a música tornou-se viral, colocando o grupo no mapa do trap moçambicano, com destaque para aparições em vários programas televisivos e shows.
A AOPDH traz ao mercado musical moçambicano uma proposta diferente de fazer música, juntando vivências de várias culturas e suas histórias de Moçambique, transformadas em música, sem esquecer as línguas maternas, uma fórmula que tem mostrado funcionar.
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Hernâni clama pelo fim da criminalidade em novo trabalho discográfico
A onda de criminalidade tem crescido em Moçambique, com maior incidência no furto de acessórios de automóveis, cabelos postiços e telemóveis. Aliado a esta realidade, o rapper Hernani da Silva lançou a sua nova EP “Vergonha é roubar e ser apanhado”, também designada pelo rapper por “Veresa”.
A EP conta com 4 sons (Nyandayeyo, Diz Não, Isso é um Roubo, Era Boa Pessoa), com a participação, na terceira, do rapper Jay Argh.
Nesta EP, Hernani “grita” pelo fim dos roubos e assaltos, solicitando a prisão de todos os que causam retrocesso ao esforço do outrem.
Mas não apenas pede celeridade na prisão dos ladrões, traz também os motivos que levam muitos jovens a optar pelo crime, embora não encontre justificação para prejudicar o outro.
“Não deixes a ocasião fazer de ti ladrão, irmão diz não”, reforça na segunda faixa.
A EP traz a história de quem faz o mal pelo desespero e de quem sempre opta pelo bem, mas com um olhar de que, às vezes, parece que quem procura fazer o bem é quem sai mal, pois o sofrimento parece que só aumenta.
Mas é também um roubo, para o rapper, a falta de oportunidades para os jovens, a falta de vias de acesso e o dilema da habitação.
Este é o primeiro lançamento do rapper para o ano de 2026 e sucede à EP “Cabrito”
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“Olhando ao Redor”: escultura dá voz às vivências de Magadjo Maússe
O quotidiano do ceramista moçambicano Magadjo Maússe está em destaque na exposição “Olhando ao Redor”, patente no Museu Mafalala, na cidade de Maputo.
A mostra, que marca a primeira exposição individual do artista, reúne um conjunto de peças que funcionam como espelho das vivências sociais, culturais e emocionais de vários moçambicanos, retratadas através da cerâmica.
De acordo com a organização, a exposição apresenta nove obras que exploram temas como migração, afectos, paixões e a urgência de viver, traduzindo sentimentos abstractos em formas, cores e texturas.
Para além da exibição, o programa inclui oficinas de cerâmica, sessões de cinema e momentos de interacção directa com o artista, promovendo uma experiência imersiva para o público.
Com um percurso que se estende além-fronteiras, incluindo passagens pela África do Sul, Maússe afirma-se como uma das vozes contemporâneas da escultura moçambicana, levando ao público narrativas profundas do seu olhar sobre a sociedade.
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“De Peito Aberto” Zaida Abacar leva poesia ao 16 Neto
A artista moçambicana Zaida Abacar apresenta, no próximo dia 22 de Abril, a performance poética “De Peito Aberto: Uma autópsia viva da sociedade”, num encontro intimista que terá lugar no 16 Neto.
O evento propõe uma imersão sensível no universo da autora, onde a poesia vai além da leitura e transforma-se em experiência vivida. Através dos seus textos, Zaida Abacar expõe vivências, dores, alegrias e a força que atravessa o quotidiano da mulher moçambicana, convidando o público a uma partilha honesta e próxima.
A iniciativa promete ser uma noite marcada pela reflexão e pelo poder da palavra, reunindo amantes da poesia e todos aqueles que reconhecem o valor transformador da escuta e do verso.