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Mel Matsinhe apresenta “Translúcida, Tilu e o Mar”
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A multifacetada artista e escritora moçambicana Mel Matsinhe prepara-se para apresentar ao público a sua mais recente obra literária, intitulada Translúcida, Tilu e o Mar, no próximo dia 23 de Setembro de 2025, pelas 17h00, no Galeria do Porto, em Maputo.
O livro sai sob a chancela da Xiluva Arte Edições e aborda a inclusão como chave de solução em relação a desafios de uma comunidade: crianças, adolescentes, adultos, idosos, pessoas com e sem educação formal, todas têm algo para contribuir para ultrapassar os desafios relacionados ao meio ambiente.
“Quem disse que as crianças não têm ideias valiosas? A partir de um encontro misterioso, a pequena Tilu compreende a dimensão holística na vida e na comunidade, e inicia, assim, um movimento colectivo de resgate da vila”, diz a autora.
Dirigida ao público infanto-juvenil, esta é uma obra que procura elevar o que de melhor existe nas comunidades e nas pessoas.
Translúcida, Tilu e o Mar é a segunda obra infantil da autora, após O Tambor de Nacito, apresentado em 2021.
O evento de apresentação da obra contará com a presença de adolescentes da Escola de Artes Xiluva, e com o actor Dadivo, bem como o escritor Eduardo Quive.
Sobre a autora:
A carreira de Mel Matsinhe é marcada por uma dedicação à liberdade da criança de ser e criar, com especial atenção às crianças no espectro autista, com as quais desenvolve o ensino do piano como terapia.
É fundadora da Escola de Artes Xiluva, e directora do Njingiritana, Festival da Criança . Em 2022, foi reconhecida pela revista Bantumen como uma das 100 personalidades mais influentes da lusofonia.
Matsinhe é um nome incontornável no sector criativo, dado o impacto do seu trabalho dentro e fora do país, onde se destaca como activista para o desenvolvimento deste sector.
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Quelimane prepara celebrações do Dia da Cidade
A cidade de Quelimane está a preparar as comemorações do seu 84.º aniversário de elevação à categoria de cidade, cuja realização poderá custar mais de 10 milhões de meticais. Para o efeito, o Conselho Municipal lançou o projecto “Tseka-lá Quelimane”, uma iniciativa voltada para as áreas de arte, gastronomia, turismo e promoção urbana, em parceria com a empresa Afterwork.
Segundo o Jornal Notícias, a vereadora da área de Cultura, Citiana Boa, avançou que as actividades terão início no dia 12 de Agosto e irão decorrer até 21 de Agosto, data em que se assinala o Dia da Cidade, com a realização de um espectáculo central. O chefe do Departamento de Indústrias Criativas na Direcção Provincial de Cultura e Turismo, Rúben Careva, considera que a iniciativa poderá impulsionar os artistas locais e valorizar a cultura como factor económico.
Por sua vez, o representante da Afterwork, Brígido Mahoche, explicou que o evento inclui feiras gastronómicas, visitas guiadas e espectáculos de música, com o objectivo de promover Quelimane dentro e fora do país.
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Mr Bow e Twenty Fingers encaixam 1 milhão
A música “Perdoa”, fruto da parceria entre Twenty Fingers e Mr. Bow, continua a somar êxitos nas plataformas digitais, tendo já ultrapassado a marca de um milhão de visualizações no YouTube.
Integrada no álbum do vídeo maker Cr Boy, a faixa destaca-se como uma das mais ouvidas do projecto.
Lançado há cerca de cinco meses, o videoclipe mantém-se em alta rotação, evidenciando a forte adesão do público e o impacto da junção de dois nomes consagrados da música nacional.
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Zander desiste da música moçambicana
Zander Baronet anunciou publicamente a sua despedida, através de um desabafo emocional partilhado nas redes sociais, onde expressa frustração com a falta de apoio do público, apesar da sua base significativa de seguidores.
Segundo o artista, projectos recentes não tiveram a recepção esperada, o lançamento de “L.O.V”, disponibilizado a 19 de Fevereiro, não ultrapassou as 40 mil visualizações, enquanto o mais recente trabalho, “Y.O.U”, registou apenas cerca de 100 visualizações e poucos comentários nas primeiras 48 horas. Estes números contrastam com os mais de 900 mil seguidores acumulados nas suas plataformas digitais.
Zander critica ainda aquilo que considera ser uma contradição no comportamento do público, o entusiasmo demonstrado presencialmente, que não se reflecte no apoio efectivo nas plataformas digitais. “O mesmo povo que me abraça para uma fotografia é o que se recusa a dar um clique”, refere.
Para além da falta de engajamento, o artista denuncia episódios de discriminação racial, particularmente dirigidos à sua esposa, criticada pela sua tonalidade de pele. O músico considera esta atitude uma “inversão de valores”, condenando a rejeição da identidade africana em detrimento de padrões externos.
Na mesma comunicação, revela ter encontrado maior valorização fora do seu país, na África do Sul, onde afirma estar a construir uma nova etapa da sua carreira. “Um guerreiro não fica onde não é honrado”, escreve, evocando as suas raízes ligadas ao povo amaZulu.
Anuncia ainda que passará a comunicar maioritariamente em língua inglesa, visando uma projecção internacional.