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AOPDH volta a atacar o mercado musical

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O grupo musical AOPDH está de volta ao cenário artístico com a nova música intitulada Utafa, que promete conquistar o público moçambicano. O trabalho foi anunciada durante as celebrações do aniversário de um dos membros do grupo, quando um trecho foi divulgado nas redes sociais, criando grande expectativa.
AOPDH (A outra parte da história), conhecido por suas letras que abordam questões sociais e comunitárias, mantém seu estilo característico na nova música, disponibilizada no dia de hoje, 19 de Setembro, cujo o tema foi citado acima.
Com uma mensagem de união e paz entre vizinhos, Utafa reforça o ditado popular moçambicano que afirma que “o vizinho é a primeira família”. A letra traz na sua essência a importância da solidariedade dentro de um bairro, independente das condições financeiras ou sociais, destacando que, em momentos de dificuldade ou luto, são os vizinhos que chegam primeiro para ajudar.
A canção conta com a participação especial de Lxyzzy Zunguze e a produção musical ficou a cargo de EdvwrD e CazBeats, que gravaram e mixaram a faixa nos estúdios da Caz Records.
O videoclipe foi dirigido por Osvaldo Mombi e Augusto Fábio, e a coreografia ficou a cargo de Makey, Idalina Rabeca, Lil Magro, Yankees, Hennsol Thegrim e Danny Driper e os Battle of Monsters.
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O vídeo contou também com o suporte de José Couto e Cleyton Silvestre, que trabalharam como assistentes de produção.

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“Não existe indústria da moda em Moçambique” – King Levi

O consultor de moda moçambicano King Levi, fez uma análise crítica sobre os desafios enfrentados pela moda no país, destacando a falta de uma estrutura organizacional como o maior obstáculo.
Segundo ele citado pela revista Ndzila, Moçambique ainda não possui uma indústria de moda devidamente organizada, o que dificulta o crescimento e a profissionalização do setor.
Para Levi, a solução passa por ampliar o acesso a materiais de qualidade, investir em educação especializada e fomentar o apoio financeiro tanto do governo quanto do setor privado. O consultor defende que, sem esses elementos, a moda moçambicana continuará a enfrentar dificuldades para competir no cenário internacional.
Entre as medidas que poderiam transformar o setor, aponta a reativação das fábricas têxteis no país e a criação de uma universidade especializada em moda. Essas iniciativas, segundo Levi, são essenciais para que Moçambique conquiste reconhecimento global e desenvolva uma indústria sustentável e competitiva.
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Paulina Chiziane defende resgate da identidade moçambicana

Paulina Chiziane defende que a mulher moçambicana deve resgatar suas raízes para preservar sua identidade cultural. Durante uma palestra na Universidade Pedagógica de Maputo, a escritora criticou o uso excessivo de cabelos importados, considerando essa prática uma forma de “auto-colonização” que enfraquece os valores africanos. Para ela, é essencial que as mulheres reconheçam a riqueza da sua própria cultura e parem de se descaracterizar.
A autora de Balada de Amor ao Vento fez um apelo direto às mulheres, destacando a importância do cabelo na história africana. “O cabelo da mulher negra salvou gente, mas vocês acham que ele não presta. Respeitem o vosso cabelo, reconheçam o papel histórico para a libertação humana através do vosso cabelo”, afirmou. Chiziane também incentivou a reflexão sobre como certas escolhas estéticas podem afastar as mulheres de sua verdadeira essência cultural.
Além disso, a escritora ressaltou que a academia tem um papel fundamental na preservação da identidade nacional. Ela encorajou as mulheres a contribuírem para a escrita da história moçambicana, garantindo que as futuras gerações conheçam e valorizem suas origens.
Fonte: O Pais
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Virgem Margarida revolta-se no Scala

O filme de ficção Virgem Margarida será exibido nesta quinta-feira (05) no Cine Teatro Scala, na cidade de Maputo, às 18h.
Com duração de 90 minutos, o filme Virgem Margarida retrata um cenário vivido no pós-independência (1975), em que as prostitutas eram levadas para um campo de reeducação na zona norte do país, concretamente na província de Niassa.
Margarida, uma jovem simples, é enviada por engano para o campo de reeducação, onde enfrenta várias dificuldades.
O filme será exibido no âmbito das comemorações do mês da mulher moçambicana, e Margarida “ilustra” a vida de muitas mulheres que, devido às dificuldades que enfrentam, acabam vendo a prostituição como a solução para seus problemas. O filme foi lançado oficialmente em 2011.
Virgem Margarida é uma obra do cineasta luso-moçambicano Licínio de Azevedo, que já ganhou vários prêmios, incluindo o de Melhor Realizador de Ficção em Los Angeles, com Comboio de Sal e Açúcar.