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AOPDH volta a atacar o mercado musical
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O grupo musical AOPDH está de volta ao cenário artístico com a nova música intitulada Utafa, que promete conquistar o público moçambicano. O trabalho foi anunciada durante as celebrações do aniversário de um dos membros do grupo, quando um trecho foi divulgado nas redes sociais, criando grande expectativa.
AOPDH (A outra parte da história), conhecido por suas letras que abordam questões sociais e comunitárias, mantém seu estilo característico na nova música, disponibilizada no dia de hoje, 19 de Setembro, cujo o tema foi citado acima.
Com uma mensagem de união e paz entre vizinhos, Utafa reforça o ditado popular moçambicano que afirma que “o vizinho é a primeira família”. A letra traz na sua essência a importância da solidariedade dentro de um bairro, independente das condições financeiras ou sociais, destacando que, em momentos de dificuldade ou luto, são os vizinhos que chegam primeiro para ajudar.
A canção conta com a participação especial de Lxyzzy Zunguze e a produção musical ficou a cargo de EdvwrD e CazBeats, que gravaram e mixaram a faixa nos estúdios da Caz Records.
O videoclipe foi dirigido por Osvaldo Mombi e Augusto Fábio, e a coreografia ficou a cargo de Makey, Idalina Rabeca, Lil Magro, Yankees, Hennsol Thegrim e Danny Driper e os Battle of Monsters.
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O vídeo contou também com o suporte de José Couto e Cleyton Silvestre, que trabalharam como assistentes de produção.
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Hernâni clama pelo fim da criminalidade em novo trabalho discográfico
A onda de criminalidade tem crescido em Moçambique, com maior incidência no furto de acessórios de automóveis, cabelos postiços e telemóveis. Aliado a esta realidade, o rapper Hernani da Silva lançou a sua nova EP “Vergonha é roubar e ser apanhado”, também designada pelo rapper por “Veresa”.
A EP conta com 4 sons (Nyandayeyo, Diz Não, Isso é um Roubo, Era Boa Pessoa), com a participação, na terceira, do rapper Jay Argh.
Nesta EP, Hernani “grita” pelo fim dos roubos e assaltos, solicitando a prisão de todos os que causam retrocesso ao esforço do outrem.
Mas não apenas pede celeridade na prisão dos ladrões, traz também os motivos que levam muitos jovens a optar pelo crime, embora não encontre justificação para prejudicar o outro.
“Não deixes a ocasião fazer de ti ladrão, irmão diz não”, reforça na segunda faixa.
A EP traz a história de quem faz o mal pelo desespero e de quem sempre opta pelo bem, mas com um olhar de que, às vezes, parece que quem procura fazer o bem é quem sai mal, pois o sofrimento parece que só aumenta.
Mas é também um roubo, para o rapper, a falta de oportunidades para os jovens, a falta de vias de acesso e o dilema da habitação.
Este é o primeiro lançamento do rapper para o ano de 2026 e sucede à EP “Cabrito”
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“Olhando ao Redor”: escultura dá voz às vivências de Magadjo Maússe
O quotidiano do ceramista moçambicano Magadjo Maússe está em destaque na exposição “Olhando ao Redor”, patente no Museu Mafalala, na cidade de Maputo.
A mostra, que marca a primeira exposição individual do artista, reúne um conjunto de peças que funcionam como espelho das vivências sociais, culturais e emocionais de vários moçambicanos, retratadas através da cerâmica.
De acordo com a organização, a exposição apresenta nove obras que exploram temas como migração, afectos, paixões e a urgência de viver, traduzindo sentimentos abstractos em formas, cores e texturas.
Para além da exibição, o programa inclui oficinas de cerâmica, sessões de cinema e momentos de interacção directa com o artista, promovendo uma experiência imersiva para o público.
Com um percurso que se estende além-fronteiras, incluindo passagens pela África do Sul, Maússe afirma-se como uma das vozes contemporâneas da escultura moçambicana, levando ao público narrativas profundas do seu olhar sobre a sociedade.
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“De Peito Aberto” Zaida Abacar leva poesia ao 16 Neto
A artista moçambicana Zaida Abacar apresenta, no próximo dia 22 de Abril, a performance poética “De Peito Aberto: Uma autópsia viva da sociedade”, num encontro intimista que terá lugar no 16 Neto.
O evento propõe uma imersão sensível no universo da autora, onde a poesia vai além da leitura e transforma-se em experiência vivida. Através dos seus textos, Zaida Abacar expõe vivências, dores, alegrias e a força que atravessa o quotidiano da mulher moçambicana, convidando o público a uma partilha honesta e próxima.
A iniciativa promete ser uma noite marcada pela reflexão e pelo poder da palavra, reunindo amantes da poesia e todos aqueles que reconhecem o valor transformador da escuta e do verso.