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Músicos moçambicanos que também são advogados
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Moçambique é um país rico em talentos, de tal forma que tornou-se normal termos multiespecialistas no nosso meio. Essa capacidade, não é apenas de simples cidadãos, músicos e rappers populares, também tem exercido outras profissões além da música.
Nelson Nhachungue
Antigo Ace Nells, não é apenas um talentoso cantor de R&B e vencedor da primeira edição do programa Fama Show, também possui uma sólida formação jurídica, o que o torna uma figura versátil tanto nos palcos quanto nos tribunais. No seu Linkedin, ostenta grandes passagens por empresas de referência em Moçambique.
Iveth Mafundza
Iveth é outra artista que encontrou sucesso tanto na música quanto no direito. Com uma carreira musical que começou em 2001 e uma licenciatura em Direito pela Universidade Eduardo Mondlane, Iveth equilibra suas performances no palco com seu trabalho como advogada e sócia em uma sociedade de advocacia, para além de ser docente universitária.
Dillon Chambal
D-Lon, um especialista experiente no sector bancário, também possui conhecimento jurídico e habilidades de negociação. Sua compreensão dos aspectos legais complementa sua trajectória como rapper, adicionando uma camada de profundidade ao seu talento artístico.
Mais curiosidades
Ivânnea da Silva Mudanisse
Por fim, Dama do Bling, uma figura popular no rap moçambicano, também é licenciada em Direito, embora nunca tenha exercido essa profissão devido à sua paixão pela música.
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Gabriel Júnior distinguido com Prémio Martin Luther King
O presidente da Federação Moçambicana de Boxe, Gabriel Júnior, foi distinguido com a Medalha de Honra Martin Luther King e o Diploma Civil Internacional, numa cerimónia realizada no Palácio de Cascais, em Lisboa.
As duas distinções reconhecem o seu contributo nas áreas sociais e o seu envolvimento em iniciativas de impacto comunitário.
Durante a sua intervenção, Gabriel Júnior destacou que o reconhecimento vai além do mérito individual, sublinhando que é resultado de um percurso construído ao serviço da sociedade. O dirigente afirmou ainda que a distinção reforça a sua responsabilidade de continuar a trabalhar em prol da dignidade humana, da justiça social e da participação activa dos cidadãos.
Na ocasião, o presidente da Federação Moçambicana de Boxe expressou o orgulho de representar Moçambique, referindo que o seu percurso tem sido guiado por valores de compromisso e acção. Gabriel Júnior lidera a federação desde 2017 e tem estado ligado a diversas iniciativas sociais e desportivas, tanto a nível nacional como internacional.
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Nordino reage ao Prémio Ngoma Moçambique
O músico moçambicano Nordino Chambal reagiu com emoção à conquista do Prémio Ngoma 2025, um dos mais altos reconhecimentos das artes no país.
O artista partilhou o momento como uma vitória que simboliza anos de dedicação à música, destacando também a entrega de uma viatura como parte da premiação.
Ao recordar o seu percurso, Nordino revisitou os primeiros passos na televisão, quando em 2007 tentou participar no Fama Show sem sucesso. Anos depois, regressou e venceu o Super Tardes em 2012, mostrando que a persistência faz a diferença.
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Paulina Chiziane é a melhor escritora africana de 2026
A escritora moçambicana Paulina Chiziane foi distinguida como “Melhor Escritora de África de 2026”, no âmbito do African Award – Creators and Directors Excellence 2026, numa cerimónia realizada na noite de 28 de Abril, no Hotel Epic Sana, na cidade de Luanda.
A distinção reconhece o percurso literário da autora, marcado por uma abordagem crítica e sensível às questões sociais, culturais e de género, com forte incidência na realidade moçambicana.
Com uma obra consolidada no panorama literário africano, Paulina Chiziane continua a afirmar-se como uma das vozes mais influentes da literatura contemporânea, contribuindo para a projecção internacional da escrita moçambicana.
O galardão reforça, assim, o papel da autora na valorização da literatura africana, num momento em que as narrativas do continente ganham cada vez mais espaço e reconhecimento a nível global.