Cultura
Jimmy Dludlu e Carlitos Gove celebram suas raízes
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Jimmy Dludlu e Carlitos Gove dois músicos moçambicanos considerados génios da música e cultura moçambicana, por conta da sua criatividade, celebram suas raizes através do concerto “Celebrando Lhamankulu”, a ser realizado na sala grande do Centro Cultural Franco-Moçambicano, no dia 19 de Agosto.
No concerto “Celebrando Lhamankulu”, Jimmy Dludlu e Carlos Gove brindar ao público presente, com as inolvidáveis sequências dos seus acordes inspirados, e com a genialidade dos seus arranjos, trazendo consigo o calor das ruas quentes de Lhamankulu, com a promessa de uma noite memorável.
O concerto que segundo o comunicado tornando público pelo Centro Cultural citado neste artigo, promete ser impar, uma vez que os artistas irão conciliar a tradição com a modernidade e colocar o público ao rubro, “no delírio das sonoridades mais cativantes da melhor música do mundo”, através do elo de amizade de longa data que existe nos dois imbondeiros que emergiram das profundezas de Lhamankulu, para Moçambique, para África e para o mundo.
“São dois patrimónios vivos da nossa cultura, dois génios que compõem música com excepcional criatividade e rara intuição, amigos de longas décadas de vivência e convivência, com enorme aclamação da crítica e infinita legião de fãs”
Tanto Jimmy Dludlu como Carlitos Gove, estas lendas vivas da música Moçambicana, far-se-ão acompanhar por bandas jovens, pois ambos estão apostados em deixar um legado de luz para o futuro, para que o brilho da música moçambicana de qualidade exponencial perdure no seio das gerações vindouras.
Depois do sucesso dos últimos álbuns “History in the Flame” de Jimmy Dludlu e “Massone” de Carlitos Gove, cresceu vertiginosamente o desejo irresistível de saborear, ao vivo , as delícias musicais destes ícones da música moçambicana. A entrada para este concerto, e paga ao preço de 750 Meticais.
Cultura
AEMO promove colectânea em homenagem a Noémia de Sousa
A Associação dos Escritores Moçambicanos lançou uma chamada para a submissão de textos de poesia e prosa com vista à criação de uma colectânea em homenagem à escritora Noémia de Sousa.
A iniciativa pretende valorizar o legado da autora, reunindo obras de mulheres moçambicanas inspiradas na sua escrita e no seu contributo para a literatura nacional e a luta pela independência de Moçambique.
De acordo com a AEMO, os textos devem ser originais, em formato Word, e submetidos até às 23h59 do dia 30 de Junho de 2026.
Recorde-se que Noémia de Sousa é reconhecida como uma das figuras mais importantes da literatura moçambicana, destacando-se pela poesia de carácter nacionalista e pela valorização da cultura africana.
Cultura
“Ecos” leva cinema moçambicano ao festival internacional na Coreia do Sul
O documentário moçambicano “Ecos”, realizado por Gigliola Zacara, vai representar o país no 8.º Festival de Cinema Africano, que decorrerá em Seul, na República da Coreia, em Maio de 2026.
A participação resulta de um convite da Embaixada de Moçambique no Japão, em coordenação com o Instituto Nacional de Indústrias Culturais e Criativas (INICC). A exibição do filme faz parte das celebrações do Dia de África, momento em que se destaca a cultura e a diversidade do continente.
De acordo com os organizadores, a presença de “Ecos” no festival é uma oportunidade para dar visibilidade ao cinema moçambicano e reforçar a sua projecção no cenário internacional, especialmente no mercado asiático.
O filme poderá ser assistido através da plataforma Netkanema, mediante registo, permitindo assim que o público tenha acesso à produção mesmo fora do evento.
Cultura
Irene Mendes lança “A Decisão” na AEMO
A escritora moçambicana Irene Mendes lança, amanhã quinta-feira, 17 de Abril, o livro “A Decisão”, na Associação de Escritores Moçambicanos, às 17h30, em Maputo.
A obra reúne experiências vividas pela autora entre Setembro de 2023 e o primeiro trimestre de 2026, período em que viajou, leu e escreveu.
O livro resulta de uma mudança de vida, após 45 anos de trabalho, quando decidiu sair do activo e passar a viver no campo.
Irene Mendes já publicou outras obras e também foi directora do Instituto Superior de Altos Estudos e Negócios