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Wazimbo afirma que a música moçambicana perdeu identidade

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Wazimbo afirma que a música moçambicana perdeu identidade

Existe uma discussão que se arrasta há anos sobre o estado da música moçambicana, especialmente sua originalidade. Ontem, durante o programa “Batidas” da Tv Sucesso, o músico moçambicano Wazimbo fez comentários sobre esse tema. Ele afirmou que falta originalidade entre os criadores da música moçambicana.

Apesar de elogiar as habilidades vocais dos músicos emergentes, Wazimbo enfatizou a necessidade crucial de uma identidade moçambicana distinta em suas criações musicais. “Cantam bem, têm boa colocação de voz, falta apenas identidade naquilo que eles criam. Falta identidade moçambicana”, compartilhou o músico.

Com vasta experiência na indústria, o cantor ofereceu uma visão perspicaz sobre a solução para essa questão, enfatizando a importância da receptividade às críticas construtivas. Ele ressaltou que a crítica não é motivada por inveja, mas sim pelo desejo de preservar e promover a identidade musical moçambicana.”

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Mr Bow e Twenty Fingers encaixam 1 milhão

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A música “Perdoa”, fruto da parceria entre Twenty Fingers e Mr. Bow, continua a somar êxitos nas plataformas digitais, tendo já ultrapassado a marca de um milhão de visualizações no YouTube.

Integrada no álbum do vídeo maker Cr Boy, a faixa destaca-se como uma das mais ouvidas do projecto.

Lançado há cerca de cinco meses, o videoclipe mantém-se em alta rotação, evidenciando a forte adesão do público e o impacto da junção de dois nomes consagrados da música nacional.

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Zander desiste da música moçambicana

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Zander Baronet anunciou publicamente a sua despedida, através de um desabafo emocional partilhado nas redes sociais, onde expressa frustração com a falta de apoio do público, apesar da sua base significativa de seguidores.

Segundo o artista, projectos recentes não tiveram a recepção esperada, o lançamento de “L.O.V”, disponibilizado a 19 de Fevereiro, não ultrapassou as 40 mil visualizações, enquanto o mais recente trabalho, “Y.O.U”, registou apenas cerca de 100 visualizações e poucos comentários nas primeiras 48 horas. Estes números contrastam com os mais de 900 mil seguidores acumulados nas suas plataformas digitais.

Zander critica ainda aquilo que considera ser uma contradição no comportamento do público, o entusiasmo demonstrado presencialmente, que não se reflecte no apoio efectivo nas plataformas digitais. “O mesmo povo que me abraça para uma fotografia é o que se recusa a dar um clique”, refere.

Para além da falta de engajamento, o artista denuncia episódios de discriminação racial, particularmente dirigidos à sua esposa, criticada pela sua tonalidade de pele. O músico considera esta atitude uma “inversão de valores”, condenando a rejeição da identidade africana em detrimento de padrões externos.

Na mesma comunicação, revela ter encontrado maior valorização fora do seu país, na África do Sul, onde afirma estar a construir uma nova etapa da sua carreira. “Um guerreiro não fica onde não é honrado”, escreve, evocando as suas raízes ligadas ao povo amaZulu.

Anuncia ainda que passará a comunicar maioritariamente em língua inglesa, visando uma projecção internacional.

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Centro Cultural Franco-Moçambicano exibe filme francês “O Tempo de Amar”

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O Centro Cultural Franco-Moçambicano vai exibir o filme O Tempo de Amar, da realizadora Katell Quillévéré, no dia 9 de Maio, às 17 horas, no auditório da instituição, em Maputo.

O filme conta uma história de amor situada no período pós-guerra, acompanhando duas personagens cujas vidas são marcadas por segredos e decisões difíceis.

Ao longo da narrativa, as escolhas dos protagonistas influenciam o rumo das suas vidas, num enredo que explora o amor, o tempo e as consequências das decisões humanas.

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