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Twenty Fingers dá voz à dor de uma mulher mal amada
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O músico moçambicano Twenty Fingers, lançou no dia de ontem o audiovisual “Fala Na Minha Cara”. O anúncio foi feito através das suas redes sociais.
A música traz a dor de uma mulher que por sentir o seu esposo distante, resolve abrir seu coração mais uma vez, porém desta, não para deixar seu amor entrar mas sim para tirar tudo que lá guardava.
A mulher faz um relato sobre as transformações negativas do seu parceiro, mostrando que este distancionou-se ao longo do tempo, algo que a faz pensar que já nao existe amor. E pede que se este for o caso que a diga na cara que “já não há nada”, pois o beijo do homem já não é o mesmo.
O trabalho disponível no Youtube conta com a produção de Flow Beatz, capturado e misturado pela HQH e o vídeo trabalhado por Cr Boy e com chancela da Música Promo.
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Lukie apedrejada por querer cantar em Angola
A cantora moçambicana Lukie está a gerar polémica nas redes sociais após questionar a falta de espaço para artistas moçambicanos em Angola.
Num vídeo divulgado recentemente, a cantora afirmou que Moçambique sempre recebeu músicos angolanos “de braços abertos”, mas que o mesmo não acontece com os artistas nacionais no mercado angolano.
As declarações dividiram opiniões e motivaram reacções de várias figuras públicas, incluindo o músico Denny OG, que criticou Lukie por, segundo ele, “mendigar atenção” de Angola.
O artista defendeu que os músicos moçambicanos devem focar-se mais em fortalecer a sua identidade cultural, em vez de procurar validação fora do país.
Apesar das críticas, o posicionamento da cantora também recebeu apoio de internautas que concordam que existe pouco intercâmbio para os músicos moçambicanos em Angola.
A discussão reacendeu o debate sobre a valorização da música nacional, o papel dos promotores e os desafios da internacionalização dos artistas moçambicanos.
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Hot Blaze chuta o balde da humildade, “Minha caneta é pesada”
O rapper e cantor moçambicano Hot Blaze afirmou, durante a sua participação no programa Impulso, da Radio Cidade, que descobriu o verdadeiro peso da sua escrita enquanto compositor.
O artista não escondeu a confiança ao falar da sua capacidade criativa, chegando mesmo a afirmar que, em termos de composição, se considera “número um” em Moçambique.
“Eu descobri que a minha caneta é muito pesada”, declarou.
Durante a conversa, Hot Blaze explicou que a sua forma de escrever foi influenciada pelo rap, género onde aprendeu a importância das punchlines e da força das letras, elementos que diz ter levado para músicas de amor e kizomba.
O músico aproveitou ainda para destacar o tema “Luta Forte”, que considera a melhor composição da história da música moçambicana, sublinhando o impacto que a música teve junto do público.
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CCFM recebe concerto que junta Lindigo e Anna Sato
O Centro Cultural Franco-Moçambicano (CCFM), em Maputo, acolhe esta quinta-feira, 28 de Maio, às 19h, na Sala Grande, um concerto que junta dois projectos musicais de forte identidade artística internacional: Lindigo, da Ilha da Reunião, e Anna Sato, do Japão.
O espectáculo propõe um encontro entre tradições musicais distintas, num diálogo artístico entre o maloya contemporâneo da Ilha da Reunião e a música tradicional da ilha de Amami, no Japão, criando uma experiência de partilha cultural no mesmo palco.
Liderado por Olivier Araste, o projecto Lindigo é uma das principais referências do maloya contemporâneo, destacando-se pela energia colectiva das suas actuações e pela intensidade rítmica das suas composições, profundamente ligadas às raízes culturais da Ilha da Reunião.
Já Anna Sato é reconhecida como uma das vozes mais expressivas da ilha de Amami, com um percurso que cruza a música tradicional japonesa, colaborações internacionais e projectos artísticos que exploram diferentes linguagens sonoras.
Em palco, os dois projectos apresentam um concerto especial construído a partir do encontro entre estas duas abordagens musicais, valorizando a identidade cultural e a expressão artística como elementos centrais da performance.
Após a apresentação em Maputo, o projecto seguirá para o festival MTN Bushfire, no Eswatini, um dos mais importantes festivais de música e artes da região.
O CCFM destaca a relevância cultural deste encontro e convida o público e os órgãos de comunicação social a acompanharem este momento especial.