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Cultura

Tofo Tofo – o grupo moçambicano que ensinou Beyoncé a dançar

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Tofo tofo e Beyonce

 Como diz o ditado: “É melhor estar preparado para uma oportunidade e não tê-la do que ter uma oportunidade e não estar preparado.” A história do Tofo Tofo inspirando o vídeo de Beyoncé é um ótimo exemplo dessa afirmação.

Tofo Tofo é um grupo de dança de Maputo, Moçambique, que pratica a dança pandza misturada com Kwaito, seus membros fundadores, Mário Buzi e Xavier Champione, segundo uma reportagem na Record Tv na altura, praticam dança desde tenra idade, ganhando popularidade ao dançar na rua e eventualmente em casamentos e outras funções.

Beyoncé viu um vídeo deles dançando há algum tempo e guardou na memória, aguardando o momento certo para incorporar a dança em seu próximo projecto. O momento chegou um ano depois, quando ela estava filmando seu novo vídeo Run the World (Girls)“.

Beyoncé e sua equipe tentaram imitar e desenvolver seu estilo de dança no vídeo, mas não tiveram sucesso. Finalmente, Beyoncé decidiu voar com os meninos do Tofo Tofo para os Estados Unidos para ensiná-la e aos seus dançarinos. Houve um problema, pois ninguém sabia como encontrá-los. Eventualmente, após vários meses de busca, com envolvimento da embaixada, o grupo foi encontrado e voou para Los Angeles.

Tofo Tofo levou cerca de 19 dias para ensinar os dançarinos de Beyoncé a fazerem os passos, trabalhando das 10h às 18h todos os dias, e levaram três dias para gravar o vídeo. Os meninos estavam felizes por terem compartilhado sua cultura com o mundo por meio do vídeo.

Os meninos do Tofo Tofo trabalham amplamente entre jovens em várias partes de Moçambique para poder transmitir suas habilidades e contribuir para a construção da nação através disso.

Cultura

Assa Matusse chora a morte da sua mãe

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No dia de hoje a cantora moçambicana Assa Matusse, anunciou o desaparecimento físico da sua mãe.

A informação avançada pela cantora, foi através das suas redes sociais, onde mostrou que carrega um grande vazio em si.

“Madalinha se foi e me levou junto porque já nem sinto meu corpo” escreveu a cantora

Em actualização

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Cultura

Prémio Literário Fernando Leite Couto prepara edição 2026

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O Prémio Literário Fernando Leite Couto anuncia a sua edição de 2026, dedicada ao género literário “Prosa”, com o objectivo de estimular a criação de obras de novos autores moçambicanos em língua portuguesa.

Os interessados podem submeter os seus trabalhos romances, novelas ou colecções de contos entre 16 de Março e 16 de Abril de 2026.

Instituído pela Fundação Fernando Leite Couto, o prémio conta com o apoio do Moza Banco – Moçambique, da Câmara do Comércio Portugal-Moçambique e do Município de Óbidos, em Portugal, e pretende reconhecer e valorizar talentos emergentes nas áreas de poesia e prosa de ficção, incluindo romance, novela, crónica, texto dramático e conto.

A organização e gestão do prémio são da exclusiva responsabilidade da Fundação Fernando Leite Couto, que define os critérios e a avaliação das obras submetidas.

A iniciativa surge como uma oportunidade para novos escritores moçambicanos darem visibilidade às suas criações e reforça o compromisso com a promoção da literatura nacional em língua portuguesa, incentivando a diversidade de vozes e narrativas no panorama literário do país.

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Cultura

Carlota Rodrigues lê “Carta ao Pai” de Mário Mazive

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A peça teatral “Carta ao Pai”, de Mário Mazive, sobe ao palco do Espaço Cultural 16NetO amanhã, dia 18, às 19h, contando com as actuações de Carlota Rodrigues, Fernando Maholele e Daniel Banze.

O espetáculo propõe uma viagem intimista às complexidades das relações familiares, centrando-se em “Vanda”, uma personagem que carrega num envelope selado medos, traumas e expectativas não cumpridas, simbolizando o abismo entre pai e filha e a busca por reconciliação e sentido.

Desenvolvido pelo CAM – Centro de Arte e Motivação, liderado por Mário Mazive, o espetáculo articula experiências reais e ficcionais, inspirando-se parcialmente na obra de Franz Kafka.

Com um cenário simbólico que inclui um quarto, uma campa e elementos suspensos evocativos de memórias familiares, a performance explora memórias, silêncios e palavras não ditas, convidando o público a refletir sobre herança emocional, identidade e os laços que moldam cada indivíduo.

Mais do que um simples espetáculo, “Carta ao Pai” configura-se como um espelho social e emocional, transformando o teatro num espaço de introspecção e transformação.

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