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“Tive que estudar muito para criar aquele Rock” – Ivo Mahel
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Durante sua participação no Podcast Tu Pra Tu, o músico Mahel compartilhou uma experiência inusitada que o inspirou a escrever um rock. O artista revelou que a criação da música aconteceu de forma sobrenatural, em junho do ano passado, antes da crise que o povo viria a enfrentar.
“Acordei e comecei a bater a perna e a fazer os sons da música. Lembro que a minha parceira até acordou assustada com o barulho”, contou Mahel, explicando como surgiu o processo criativo.
O rock em questão, segundo Mahel, é um dos mais curtos, com apenas 4 frases, mas carregado de uma mensagem poderosa. O músico detalhou que a música tem como objectivo pedir o cessar do fogo, transmitindo um apelo de paz em meio a tempos difíceis.
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Jovem português cria marca inspirada na capulana moçambicana
Uma viagem a Maputo despertou no jovem português Duarte Silva o interesse pela capulana, tecido tradicional usado em Moçambique.
O primeiro contacto aconteceu quando tinha apenas 15 anos, durante visitas a mercados da capital, onde observou mulheres a utilizarem o pano colorido no dia-a-dia, muitas vezes para transportar os filhos.
A curiosidade levou-o a pesquisar mais sobre o significado cultural da capulana, que também é usada em cerimónias e momentos importantes da vida comunitária.
Dessa experiência nasceu a Capubag, marca criada pelo jovem que combina design minimalista com a estética da capulana.
O projecto começou como um trabalho escolar, quando Duarte foi desafiado a conceber sacos ecológicos, mas acabou por evoluir para uma linha de produtos que inclui camisas, lenços e outros acessórios. Todos os tecidos utilizados nas peças são adquiridos em Moçambique, através de um fornecedor localizado em Maputo, garantindo autenticidade aos produtos.
A produção das peças é feita em pequenas quantidades, numa fábrica familiar em Portugal, com atenção ao detalhe e a princípios de produção ética. Desde 2022, a Capubag já enviou várias encomendas e tem nas camisas, totalmente feitas com capulana, o seu produto mais procurado. Para os próximos anos, Duarte pretende expandir o catálogo da marca e reforçar a presença no mercado português, mantendo a ligação cultural com Moçambique que inspirou a criação do projecto.
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Ivan Mazuze nomeado membro do Comité de Direcção da Cultura da Noruega
O saxofonista moçambicano radicado na Noruega, Ivan Mazuze, foi nomeado pela terceira vez consecutiva membro do Comité da Direcção Norueguesa de Cultura responsável pela linha de apoio destinada a organizadores de concertos e festivais naquele país europeu.
A recondução do músico, compositor e gestor cultural reforça a confiança das autoridades culturais norueguesas no seu trabalho e reconhece o seu contributo contínuo para um ecossistema musical mais diversificado, representativo e sustentável.
No âmbito das suas funções, Mazuze integrará o grupo de especialistas responsável por realizar avaliações artístico-culturais de projectos submetidos por organizadores de concertos e festivais em toda a Noruega.
O comité analisa candidaturas com vista a fortalecer produções profissionais, incentivar o desenvolvimento de público e contribuir para a elevação da qualidade artística no sector das artes performativas.
Citado em nota, o músico manifestou gratidão pela confiança depositada no seu trabalho, afirmando estar motivado para continuar a apoiar iniciativas que criam espaços de encontro entre artistas e público.
Ao longo dos últimos anos, Ivan Mazuze tem-se destacado no panorama cultural norueguês não apenas como músico, mas também como consultor cultural e desenvolvedor de programas, sendo reconhecido pelo enfoque na competência intercultural, qualidade artística e práticas inclusivas de envolvimento do público.
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Concerto “Os Madalas” celebra memória e música de Hortêncio Langa
O colectivo TP50 realiza, nos dias 19 e 20 de Março, na Fundação Fernando Leite Couto, em Maputo, o concerto “Os Madalas: Relembrando Hortêncio Langa”, um espectáculo dedicado a celebrar o legado artístico e humano do músico moçambicano. A iniciativa pretende revisitar memórias, canções e momentos de convivência que marcaram a trajectória do homenageado.
O espectáculo propõe recordar não apenas a música de Hortêncio Langa, mas também os encontros informais entre amigos, onde a guitarra e as vozes criavam espaços de partilha e reflexão. Esses momentos, muitas vezes espontâneos, ajudaram a fortalecer laços de amizade e a construir uma atmosfera artística marcada pela simplicidade e autenticidade.
De acordo com António Prista, membro do colectivo TP50, o concerto não é apenas um tributo nostálgico, mas também uma forma de reencontrar a essência de um artista cuja presença transformava qualquer ambiente num espaço de criação e diálogo. Segundo o músico, eram frequentes as tertúlias onde a guitarra circulava entre os presentes e a música se tornava um gesto colectivo de expressão cultural.
O espectáculo contará com a participação de vários músicos e amigos próximos do homenageado, entre eles Filimone Meigos, Tomás Vieira Mário, Marcelo Panguana, Stewart Sukuma, Joel Libombo e Eben Chonguiça.