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“Teus passos” de Dygo Boy é a música mais tocada em Moçambique no Spotify
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A música do rapper moçambicano Dygo Boy em colaboração com Mark Exodus, extraído do trabalho discográfico Frescolândia, Vol. 01, lançado em 2020, lidera a lista das mais ouvidas em Moçambique, segundo o relatório anual disponibilizado pela Spotify, em comemoração de um ano da sua chegada a Moçambique.
“Duzentos”, música pertencente a Djimetta, que faz parte do álbum “Salavrados”, está em segundo lugar seguido pelo som “Luta Forte” do álbum “Terapia do Coração” do Hot Blaze que segundo os dados é o músico mais ouvido na plataforma até então.
“Bow” de Laylizzy, “Don’t Limit Me” (Não me limite) do rapper Flojo, “Grace” de Xavier Machiana, “Lady Lucy” do King Cizzy seguem na lista crescente fizeram, onde também faz parte sons como “Maionese” do Djimetta, “Confirmamos” de Cleyton David e Tamyris Moiane e por fim “Sorry” de Mark Exodus Digisoulg.
Spotify é um serviço de subscrição de reprodução de áudio mais popular do mundo, com uma comunidade de mais de 406 milhões de utilizadores activos mensais e 180 milhões de subscritores Premium. Presente em 184 mercados em todo o mundo, 3,6 milhões de títulos de podcast e mais de 72 milhões de faixas.
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Nordino reage ao Prémio Ngoma Moçambique
O músico moçambicano Nordino Chambal reagiu com emoção à conquista do Prémio Ngoma 2025, um dos mais altos reconhecimentos das artes no país.
O artista partilhou o momento como uma vitória que simboliza anos de dedicação à música, destacando também a entrega de uma viatura como parte da premiação.
Ao recordar o seu percurso, Nordino revisitou os primeiros passos na televisão, quando em 2007 tentou participar no Fama Show sem sucesso. Anos depois, regressou e venceu o Super Tardes em 2012, mostrando que a persistência faz a diferença.
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Paulina Chiziane é a melhor escritora africana de 2026
A escritora moçambicana Paulina Chiziane foi distinguida como “Melhor Escritora de África de 2026”, no âmbito do African Award – Creators and Directors Excellence 2026, numa cerimónia realizada na noite de 28 de Abril, no Hotel Epic Sana, na cidade de Luanda.
A distinção reconhece o percurso literário da autora, marcado por uma abordagem crítica e sensível às questões sociais, culturais e de género, com forte incidência na realidade moçambicana.
Com uma obra consolidada no panorama literário africano, Paulina Chiziane continua a afirmar-se como uma das vozes mais influentes da literatura contemporânea, contribuindo para a projecção internacional da escrita moçambicana.
O galardão reforça, assim, o papel da autora na valorização da literatura africana, num momento em que as narrativas do continente ganham cada vez mais espaço e reconhecimento a nível global.
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Francisco Noa revisita a literatura colonial sobre Moçambique
O ensaísta, crítico literário e professor universitário Francisco Noa apresenta uma nova obra que revisita a literatura colonial sobre Moçambique, propondo uma leitura crítica das narrativas construídas durante esse período.
Na publicação “Impérios, Mitos e Miopia: Moçambique como Invenção Literária”, o autor analisa como a literatura colonial contribuiu para a construção de imagens distorcidas sobre Moçambique e o continente africano. Essas representações, muitas vezes marcadas por ideias de superioridade cultural e civilizacional, ajudaram a consolidar estereótipos e hierarquias que ainda hoje influenciam percepções.
A obra tem como principal objectivo desconstruir mitos e questionar as narrativas herdadas, mostrando de que forma o passado colonial continua a reflectir-se no presente. Ao revisitar esses textos, Noa convida o leitor a uma reflexão crítica sobre memória, identidade e poder.
Este livro posiciona-se como uma referência importante para estudiosos de literatura, memória colonial e estudos pós-coloniais, oferecendo ferramentas analíticas para compreender as dinâmicas históricas e culturais que moldam o olhar sobre África.
Natural de Inhambane, Francisco Noa é ensaísta, investigador e professor universitário, com uma vasta obra publicada na área da crítica literária e dos estudos africanos.