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Teatro fora das nomeações dos prémios da Mozal 

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A Kulungwana e a Mozal anunciaram os artistas nomeados para os Prémios Mozal Artes e Cultura 2024, destacando talentos em várias áreas criativas. 

Nas categorias de Artes Visuais, Fotografia, Cinema e Audiovisuais, Dança, Design de Moda e Vestuário, e Música, os nomeados foram recebidos com entusiasmo. No entanto, uma surpresa marcou o anúncio deste ano: a categoria de Teatro não teve nomeados, algo inesperado e inédito na história dos prémios.

Os artistas nomeados são:

Artes Visuais: Carina Ubisse Capitine, Maria Chale, Pedro Halar Júnior

Fotografia: Hamir da Silva, Lillian Benny, Mário Macilau

Cinema e Audiovisuais: Elvis Jucundo, Jared Nota

Dança: Alia Raúl Sumail (Aliyah Sumail), Osvaldo Pissirivo, Sumalgy Nuro

Design de Moda e Vestuário: Alberto Correia Adelino (Adecoal), Matilde Manecas (Ntumbuluko)

Música: Assa Matusse, Otis Selimane Remane, Xixel Langa

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Entrevista com Ivo Mahel custa 2…

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O músico moçambicano Ivo Mahel revelou a sua tabela de preços para participações em entrevistas em programas de televisão e rádio.

Os valores variam entre 5 e 25 mil meticais, podendo, em algumas ocasiões, incluir custos adicionais. Esta divulgação surge algum tempo depois de o artista ter afirmado que as televisões têm banalizado os músicos.

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Por que Mr Dino não assinou “Mentiras da Verdade” de Azagaia? Descubra

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O produtor moçambicano Mr Dino revelou, durante a sua participação no Vinyl Studio, que preferiu não assinar a produção da música As Mentiras da Verdade, um dos maiores clássicos de intervenção social do rapper Azagaia.

Sem entrar em muitos detalhes sobre os motivos, Mr Dino explicou apenas que decidiu não colocar a sua assinatura no tema, numa altura em que Azagaia já enfrentava forte pressão e polémica por causa das suas músicas e posicionamentos políticos.

A decisão poderá ter estado ligada ao contexto sensível da época, marcado pela intensidade da mensagem da canção e pela perseguição e censura que o rapper enfrentava.

Lançada em 2007, “As Mentiras da Verdade” tornou-se uma das músicas mais marcantes da história do hip-hop moçambicano. A faixa aborda temas como corrupção, manipulação da informação, desigualdade social, sistema judicial, pobreza e alegadas conspirações políticas em Moçambique.

A música gerou enorme debate público por citar figuras e acontecimentos sensíveis da história política nacional, incluindo referências à morte de Samora Machel, ao caso Carlos Cardoso, corrupção no Estado e influência dos media.

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DJ Junior defende Kamane Kamas após críticas sobre forma de viver o luto

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O músico e criador de conteúdos Kamane Kamas tem estado no centro de debate nas redes sociais, onde alguns internautas têm questionado a forma como o artista tem lidado publicamente com o período após a morte da sua esposa, apontando que o mesmo aparenta estar “bem e feliz”.

Face a estas críticas, o também artista Deejay Junior pronunciou-se através de uma publicação nas redes sociais, apelando ao respeito pela vida pessoal de Kamane Kamas e criticando aquilo que considera ser uma intromissão excessiva dos internautas.

No seu texto, Deejay Junior escreveu que “ninguém deve se meter na vida do outro” e questionou a tendência de se querer ditar como cada pessoa deve viver o seu processo de luto. O artista mostrou-se ainda indignado com o nível de julgamento nas redes sociais, afirmando que “já nos achamos no direito de dizer como o outro deve viver a vida dele”.

A publicação termina com um apelo directo ao respeito pela privacidade, sublinhando que não pretende abrir espaço para comentários sobre o assunto.

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