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Sukuma indignado com o posicionamento da polícia na greve
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Em uma publicação feita pelo músico moçambicano Stewart Sukuma expressou profunda indignação sobre a situação socioeconômica do país, compartilhando um texto de Sérgio Raimundo.
No texto, Raimundo descreve, com ironia mordaz e amargura, o papel de um “polícia” nas recentes manifestações em Maputo. “Eu sou o helicóptero da polícia… sou o polícia que disparou para matar”, inicia o texto, que denuncia a repressão policial violenta e critica o sistema que oprime tanto os manifestantes quanto os próprios agentes da lei.
Sukuma escolheu “poupar suas palavras” e, ao invés de insultar diretamente, permitiu que o texto falasse por si. O desabafo desenha um retrato cru de um país onde o gás lacrimogéneo, as balas e o medo se tornaram ferramentas diárias de controle, enquanto a corrupção e a impunidade dos “ladrões em fatos” continuam a devastar a nação.
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Jimmy Dludlu prepara espetáculo de celebração de 40 anos de carreira
O guitarrista moçambicano Jimmy Dludlu prepara-se para celebrar 40 anos de uma carreira com um espetáculo especial agendado para o dia 24 de junho de 2026, nos Campos da UEM, em Maputo.
O evento promete ser uma homenagem à sua trajectória no Afro-Jazz, género no qual se afirmou como uma das maiores referências africanas, conquistando reconhecimento dentro e fora do continente.
Com produção de nível internacional, o concerto deverá contar com a participação de convidados de renome mundial, reforçando o carácter único da celebração.
Mais do que um espetáculo, a ocasião será um encontro entre gerações de amantes da música, celebrando o legado, a influência e a contribuição de Jimmy Dludlu para o desenvolvimento e projeção do Afro-Jazz.
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Iveth Marlene leva o rap moçambicano à academia
A rapper moçambicana Iveth Marlene entra para a academia ao ter a sua música “Mulher Heroína” incluída no livro “O Rap como Arte e Filosofia”, do professor e crítico Daúde Amade, que será lançado no dia 9 de Abril, no Instituto Guimarães Rosa, em Maputo.
A canção, de forte carga social, destaca o papel da mulher na sociedade e promove o empoderamento feminino, levantando questões sobre igualdade, respeito e representação cultural.
No livro, Daúde Amade propõe uma leitura do rap enquanto forma de arte e pensamento, mostrando como o género se tornou plataforma de intervenção social, destacando artistas que transformam a música em crítica e debate. O legado de Azagaia é igualmente abordado, reforçando o rap como instrumento de resistência e reflexão sobre a realidade moçambicana.
Refira-se que o lançamento será aberto ao público, reunindo artistas, académicos e fãs de hip-hop. Além da apresentação do livro, os presentes poderão participar em discussões, trocar experiências e adquirir exemplares da obra.
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“Sogrona” de Hélio Beatz já tem videoclipe
O músico moçambicano Hélio Beatz, em parceria com a cantora Cynthia Soares, lançou na quarta-feira, 1 de Abril de 2026, o videoclipe da música “Sogrona”, que integra ao último álbum “Gênio”.
“Sogrona” apresenta uma fusão entre romance e humor, numa abordagem leve e descontraída, retratando um diálogo entre um casal apaixonado, que troca elogios e, de forma bem-humorada, questiona as sogras sobre o segredo de terem educado filhos com tantas qualidades.
O trabalho surge como mais um passo firme na afirmação do artista no panorama do pandza nacional, género que continua a conquistar espaço entre os jovens.