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Sukuma indignado com o posicionamento da polícia na greve
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Em uma publicação feita pelo músico moçambicano Stewart Sukuma expressou profunda indignação sobre a situação socioeconômica do país, compartilhando um texto de Sérgio Raimundo.
No texto, Raimundo descreve, com ironia mordaz e amargura, o papel de um “polícia” nas recentes manifestações em Maputo. “Eu sou o helicóptero da polícia… sou o polícia que disparou para matar”, inicia o texto, que denuncia a repressão policial violenta e critica o sistema que oprime tanto os manifestantes quanto os próprios agentes da lei.
Sukuma escolheu “poupar suas palavras” e, ao invés de insultar diretamente, permitiu que o texto falasse por si. O desabafo desenha um retrato cru de um país onde o gás lacrimogéneo, as balas e o medo se tornaram ferramentas diárias de controle, enquanto a corrupção e a impunidade dos “ladrões em fatos” continuam a devastar a nação.
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Kamané: Não guardo mágoa do jovem que atropelou a minha esposa
O músico moçambicano Kamané Kamas, revelou recentemente no programa Atracções onde concedeu uma entrevista para falar sobre a sua recente perda, sua esposa Lisandra Hama.
Segundo Kamané, não guarda mágoas do jovem que atrapelou sua esposa apesar da dor que sente, pois acredita que o jovem não tinha a intenção de tirar a vida dela.
“Não existe rancor, paz e harmonia. Um dia vamos nos conhecer e lhe dou forças, espero um dia conversar com ele, o amor vence tudo” fechou Kamané.
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Mafalala acolhe iniciativa cultural de narração de estórias
O bairro da Mafalala acolheu, no dia 4 de Maio, uma sessão de narração de estórias conduzida pela formadora Inês Blanc, no Espaço UTOPIA, no âmbito das celebrações do Dia Mundial da Língua Portuguesa.
A iniciativa foi promovida pelo Camões – Centro Cultural Português em Maputo, em parceria com o projecto CONTAMIMANDO, a Biblioteca Móvel Vovó Cecília e o Projecto UTOPIA, reunindo diferentes actores culturais em torno da valorização da língua portuguesa e da promoção da leitura.
Participaram na actividade alunos da Escola Primária Unidade 22 e da Escola Primária 25 de Setembro, bem como crianças residentes na Mafalala ligadas à Biblioteca Móvel Vovó Cecília. A sessão foi marcada pela partilha de estórias e pela interacção com os mais novos, incentivando o gosto pela leitura e pela tradição oral.
A iniciativa enquadra-se nas celebrações do Dia Mundial da Língua Portuguesa, assinalado a 5 de Maio, e reforça o papel da cultura na formação das novas gerações, promovendo o contacto das crianças com a literatura desde cedo.
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Mr.Bow continua o “rei” da música moçambicana, diz Kadabra Mc
Conhecido pelas suas performances nas batalhas líricas e pelo freestyle “Toda gente sabe”, Kadabra MC não hesitou em afirmar que Mr. Bow continua a ser o verdadeiro ‘rei’ da música moçambicana.
Na sua análise, o rapper reconhece que Moçambique possui inúmeros artistas talentosos em diferentes géneros. No Hip Hop, por exemplo, destacou nomes como Hernâni da Silva, 16 Cenas e Júnior, pela sua capacidade de escrita e performance, sem deixar de mencionar Nikotina KF, que considera estar num nível “assustador”. Ainda assim, observa que grande parte do público continua a atribuir o título de “rei” do rap a Duas Caras.
Apesar dessas referências, Kadabra MC defende que o estatuto de “rei” vai muito além de técnica, flow ou qualidade musical. Para ele, o verdadeiro critério está na consistência, na bagagem construída ao longo dos anos, no posicionamento e na estrutura sólida dentro da indústria, fatores que, segundo afirma, colocam Mr. Bow num patamar único.
O rapper também reconheceu o bom momento de artistas como Twenty Fingers, Justino Ubakka e Nelson Tivane, elogiando o talento e impacto de cada um.
Num tom sincero, Kadabra MC fez questão de frisar que não tem interesses pessoais ao elogiar o artista.