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Sukuma indignado com o posicionamento da polícia na greve

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Em uma publicação feita pelo músico moçambicano Stewart Sukuma expressou profunda indignação sobre a situação socioeconômica do país, compartilhando um texto de Sérgio Raimundo. 

No texto, Raimundo descreve, com ironia mordaz e amargura, o papel de um “polícia” nas recentes manifestações em Maputo. “Eu sou o helicóptero da polícia… sou o polícia que disparou para matar”, inicia o texto, que denuncia a repressão policial violenta e critica o sistema que oprime tanto os manifestantes quanto os próprios agentes da lei.

Sukuma escolheu “poupar suas palavras” e, ao invés de insultar diretamente, permitiu que o texto falasse por si. O desabafo desenha um retrato cru de um país onde o gás lacrimogéneo, as balas e o medo se tornaram ferramentas diárias de controle, enquanto a corrupção e a impunidade dos “ladrões em fatos” continuam a devastar a nação.

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Will Smith pode voltar a Moçambique para provar matapa

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Depois de uma recente passagem por Angola, o famoso actor norte-americano Will Smith está a preparar um regresso a Moçambique, desta vez com um objectivo especial: provar a tradicional matapa.

Durante a sua visita a Angola, o artista participou em iniciativas ligadas à promoção do turismo e a um evento internacional de desporto náutico, reforçando o seu interesse pela cultura africana.

Nas redes sociais, começaram a circular informações de que o actor terá manifestado vontade de visitar novamente Moçambique para experimentar a Matapa, um dos pratos mais emblemáticos do país.

A matapa, preparada com folhas de mandioca, amendoim e frequentemente acompanhada de camarão, é considerada um símbolo da gastronomia moçambicana e atrai cada vez mais curiosidade internacional.

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D-Lon da Nice regressa, mais uma vez, para a sua melhor parceira

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D-Lon da Nice

Depois de quase cinco anos afastado da sua melhor parceira, a música, como o faz saber no som “Estou Aqui”, o rapper moçambicano D-Lon da Nice está, como um bom filho, mais uma vez de volta à música.

O rapper moçambicano vai subir ao palco no próximo dia 28 de Março, no Kardápio Kaseiro Restaurante, Bar & Lounge, no âmbito da noite “Sábados q.b.”, com início marcado para as 19h30.

O regresso é tanto mais significativo quanto inesperado. Nas redes sociais, D-Lon tinha deixado no ar a ideia de um afastamento prolongado, sem data de retorno, dedicando assim a sua vida à família, ao crescimento profissional e ao “direccionamento” dos jovens com base nas suas experiências.

Neste regresso, segundo o cartaz, D-Lon leva consigo ao palco flow, delivery e lirismo consciente, uma receita que os fãs do artista conhecem bem.

Figura de referência do hip-hop nacional, D-Lon é ex-integrante dos grupos Elex (Track Records) e Negócios de Família, e CEO da sua própria editora, a Nice Recordz, que lançou em tempos o jovem músico Fiex.

A trajectória do artista é marcada por uma escrita introspectiva e socialmente comprometida, como também por vindas e voltas. Dentre os lançamentos, “Estou Aqui” e “Good Vibes” foram os últimos lançamentos do rapper.

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Sóstenes Rego alerta para importância das línguas maternas em Moçambique

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O professor e pesquisador Sóstenes Rego apresentou, na quinta-feira passada, 20 de Fevereiro, na Associação dos Escritores Moçambicanos (AEMO), a palestra “A Língua Materna e suas Implicações no Nosso Quotidiano”, no âmbito das celebrações do Dia Internacional da Língua Materna.

A sessão, moderada pelo professor Gilberto Milice, proporcionou um momento de reflexão e diálogo sobre o papel das línguas maternas no desenvolvimento social, cultural e académico em Moçambique.

A iniciativa integrou o programa de actividades alusivas ao Dia Internacional da Língua Materna, celebrado anualmente a 21 de Fevereiro, data instituída pela UNESCO para incentivar a preservação e valorização da diversidade linguística.

Segundo a Associação dos Escritores Moçambicanos, o encontro reforçou a consciência sobre a importância das línguas maternas na construção da identidade e no acesso ao conhecimento.

O evento contou com a participação de membros da AEMO, estudantes, investigadores, comunicadores e público em geral, consolidando o compromisso da associação na promoção da literatura e do debate cultural em Moçambique.

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