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Stewart Sukuma chora a morte de Dilon Djindji
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O renomado músico moçambicano Stewart Sukuma prestou uma homenagem ao ícone da música popular, Dilon Djindji, que faleceu aos 97 anos.
Em uma publicação feita em suas redes sociais, Sukuma destacou a resiliência e a longevidade de Dilon, que, segundo ele, não foi apenas um músico, mas alguém que sobreviveu a todas as mudanças impostas ao longo de sua carreira, tornando-se uma figura essencial na história cultural de Moçambique.
“Um ode ao nosso ícone da música popular. Viveu para contar a sua própria história. Dilon mais do que um músico foi um resiliente”, escreveu Sukuma. O artista reconheceu o impacto profundo que Dilon teve na música moçambicana, dando forma e corpo ao cenário musical sem que muitos se aperceberam.
Em sua reflexão, Sukuma levantou a questão: “Num mundo perfeito o Dilon teria vivido tanto assim?”, expressando sua gratidão pelo legado deixado pelo músico.
A publicação de Sukuma também trouxe uma homenagem visual, com fotografias tiradas por Anquier Olivier, amigo de longa data do músico. As imagens registram momentos marcantes de Dilon Djindji, celebrando sua vida e contribuição inestimável para a música e cultura de Moçambique.
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Radjha Aly encanta multidão do Bushfire com música moçambicana
O anfiteatro do Festival Bushfire revelou-se pequeno para acolher a multidão que acorreu à actuação do músico moçambicano Radjha Aly, um dos grandes destaques da 19.ª edição do festival, em Eswatini.
Com uma performance vibrante e carregada de energia, o artista conquistou públicos de várias nacionalidades ao levar ao palco ritmos tradicionais do Norte e Centro de Moçambique, como Utse, Mapiko e Chacacha, numa celebração da riqueza cultural moçambicana.
Durante o espectáculo, Radjha Aly apresentou igualmente temas do seu primeiro álbum de originais, “Ninee”, lançado recentemente. Em entrevista à Rádio Moçambique, o músico destacou que a presença de artistas nacionais no Bushfire representa uma oportunidade para projectar a cultura moçambicana além-fronteiras, defendendo que o país possui uma identidade cultural forte e capaz de competir nos maiores palcos do mundo.
O artista aproveitou ainda a ocasião para apelar aos empresários moçambicanos a investirem mais na cultura e nos músicos nacionais, considerando esse apoio essencial para o fortalecimento da indústria criativa e para a criação de condições que permitam ao país acolher festivais de dimensão internacional.
Com uma actuação memorável e forte interacção com o público, Radjha Aly deixou a sua marca no Bushfire 2026, cuja próxima edição já foi anunciada para os dias 28, 29 e 30 de Maio de 2027, ano em que o festival celebrará 20 anos.
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Cynthia Soares esgota Mbenga Live Session
Sala esgotada, público rendido e uma sucessão de momentos de cumplicidade marcaram o concerto de Cynthia Soares, numa actuação que confirmou a afirmação da cantora e reforçou o papel da Mbenga Live Session como fenómeno emergente da cena musical nacional.
O espectáculo teve lugar na última quinta-feira, 28 de Maio, no Estúdio Auditório da Rádio Moçambique, perante uma sala completamente lotada. Famílias, amigos e admiradores da artista ocuparam os lugares disponíveis muito antes do início da actuação, com vários espectadores a assistirem à passagem de som, num sinal da expectativa gerada em torno da quinta edição da temporada 2026 da Mbenga Live Session.
Acompanhada por uma banda composta por Júlio (teclados), Kolin (bateria), Kelvin (baixo), Lucas (guitarra), Chabir (saxofone), Nephew 258 (coros) e Rossana (coros), Cynthia Soares apresentou um repertório que percorreu os seus principais trabalhos e incluiu temas inéditos que deverão integrar o seu primeiro álbum.
Após deixar a banda abrir a noite, a artista conduziu uma actuação segura, alternando entre canções já conhecidas do público e novas composições. Cynthia Soares revelou segurança crescente em palco e uma técnica vocal consistente, capaz de alternar entre momentos de delicadeza e passagens de maior intensidade emocional. Canções como “Distance”, “Céu Azul”, “Labirinto”, “Espelho” e “Não Te Esqueci” evidenciaram uma escrita centrada nas relações humanas, orbitando entre o amor, a superação pessoal e a procura de um sentimento idealizado, quase sublime. Sem recorrer a excessos interpretativos, a cantora privilegiou a clareza da mensagem e a expressividade da voz, sustentando uma ligação permanente com o público ao longo de toda a actuação.
O alinhamento incluiu ainda temas como “Comando” e “Ainda Tens Efeito”, compondo um percurso musical que permitiu ao público revisitar diferentes momentos da ainda jovem carreira da artista.
Os duetos deram uma dimensão adicional ao espectáculo. O público reagiu com entusiasmo às interpretações de “Kho Kho Kho”, com Nephew 258, e de “Brisa do Olhar”, com Denilson LA, dois dos momentos mais celebrados da noite.
Também John Francy subiu ao palco para uma interpretação intimista de “Minha Flor”, num registo que contrastou com a energia dos restantes convidados.
Um dos pontos altos da noite aconteceu durante a interpretação de “Sogrona x Ai Menina”, com a participação de Badjero. A pedido do músico, o público levantou-se e iluminou a sala com os telemóveis, criando uma atmosfera de grande proximidade entre artistas e espectadores.
Em “Ainda Tens Efeito”, o músico Lenox, ausente durante a interpretação inicialmente prevista, surgiu no final do concerto para apresentar um pedido público de desculpas e concluir o dueto com a cantora.
O concerto integrou a programação da Mbenga Live Session, iniciativa da Plataforma Mbenga Artes e Reflexões em parceria com a Rádio Cidade 97.9 FM. O projecto realiza concertos intimistas com transmissão radiofónica em directo para todo o país.
Num contexto em que os espaços dedicados à música autoral permanecem limitados em Moçambique, a Mbenga Live Session tem-se afirmado como uma alternativa relevante para artistas emergentes. Em 2026, os quatro concertos realizados antes da actuação de Cynthia Soares esgotaram a lotação disponível, enquanto as transmissões radiofónicas alcançaram audiências expressivas em todo o território nacional.
“A resposta do público demonstra que existe espaço para a música autoral moçambicana quando os artistas encontram condições para apresentar o seu trabalho com qualidade”, afirmou Hélio Nguane, curador e director da Mbenga Live Session.
A iniciativa combina uma sala de pequena dimensão, que privilegia a proximidade entre artistas e público, com a ampla cobertura da Rádio Cidade, cuja emissão também chega à diáspora moçambicana e aos países africanos de língua portuguesa através das plataformas digitais.
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Quanto recebe Flash Enccy para ser babá na Itália?
Recentemente, veio à tona a informação de que o rapper Flash Enccy mudou-se para a Itália, país europeu onde, segundo Mega Júnior, estaria a trabalhar como babá de idosas.
Para justificar-se, o rapper falou a Fred Jossias no dia de hoje que alguém que ocupa essa função naquele país recebe cerca de 1.300 euros, o que corresponde a quase 100 mil meticais.