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Stewart Sukuma chora a morte de Dilon Djindji

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O renomado músico moçambicano Stewart Sukuma prestou uma homenagem ao ícone da música popular, Dilon Djindji, que faleceu aos 97 anos. 

Em uma publicação feita em suas redes sociais, Sukuma destacou a resiliência e a longevidade de Dilon, que, segundo ele, não foi apenas um músico, mas alguém que sobreviveu a todas as mudanças impostas ao longo de sua carreira, tornando-se uma figura essencial na história cultural de Moçambique.

“Um ode ao nosso ícone da música popular. Viveu para contar a sua própria história. Dilon mais do que um músico foi um resiliente”, escreveu Sukuma. O artista reconheceu o impacto profundo que Dilon teve na música moçambicana, dando forma e corpo ao cenário musical sem que muitos se aperceberam. 

Em sua reflexão, Sukuma levantou a questão: “Num mundo perfeito o Dilon teria vivido tanto assim?”, expressando sua gratidão pelo legado deixado pelo músico.

A publicação de Sukuma também trouxe uma homenagem visual, com fotografias tiradas por Anquier Olivier, amigo de longa data do músico. As imagens registram momentos marcantes de Dilon Djindji, celebrando sua vida e contribuição inestimável para a música e cultura de Moçambique.

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Stewart Sukuma apresenta “De Mim, Para Ti” com a banda Nkhuvu

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Stewart Sukuma chega ao Grammy

O músico moçambicano Stewart Sukuma vai subir ao palco acompanhado da sua banda Nkhuvu no espectáculo “De Mim, Para Ti”, marcado para o dia 25 de Abril, às 18h30, na Associação dos Músicos Moçambicanos, em Maputo.

O concerto promete apresentar um repertório intimista e envolvente, refletindo a trajetória musical de Stewart Sukuma e a qualidade instrumental da banda Nkhuvu, oferecendo ao público uma experiência única de proximidade com a música moçambicana.

A produção do evento está a cargo da How, com o apoio da Associação dos Músicos Moçambicanos, Tacos, VSL, Studio Bom Dia e JM Productions, garantindo uma noite repleta de música e cultura de excelência.

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Silke celebra 10 anos do 16 Neto com “Show Acústico”

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No âmbito das celebrações dos 10 anos de existência, 16NetO apresenta, hoje, dia 25 de Março, às 19h, o “Show Acústico”, com Silke, que celebra igualmente uma década em palco.

Encerrando a programação do mês de Março, este espectáculo propõe um formato íntimo e envolvente, aproximando o público da essência musical da artista. Num ambiente acolhedor, Silke convida os espectadores a uma experiência sensível e directa, onde a voz, os instrumentos e as emoções ganham destaque, sem artifícios.

O concerto integra a agenda comemorativa dos 10 anos do 16NetO, espaço que ao longo da última década se tem afirmado como uma plataforma de promoção e difusão das artes em Maputo, acolhendo diversas expressões culturais e artistas emergentes e consagrados.

Silke encontra-se com a música bem cedo, influenciada pelo pai, coleccionador de CDs. Antes de cantar, desenhava e sonhava ser artista plástica ou arquitecta. A voz revelou-se por acaso, ainda na adolescência, tornando-se rapidamente o centro da sua prática artística.

Iniciou gravações em estúdio em 2010 e integrou várias editoras entre 2011 e 2015, antes de seguir como artista independente. Em 2017, foi seleccionada para o Top 4 do Battle of the Bands do Afro Punk Festival, em Joanesburgo, reconhecimento que consolidou a sua presença no panorama musical.

Em 2018, criou ELEVEN e, em 2020, colaborou com o multiartista italiano Lucio Cavallari no projecto ILHA, desenvolvido durante a pandemia. A partir desse período de introspecção, adoptou o nome artístico Silke, reafirmando a sua identidade criativa.

Expandiu a sua prática para o teatro, estreando-se em Molhar na Chuva com os Corvos e integrando o musical New Kids, apresentado no Festival Maputo Fast Forward. Em 2023, lançou Nonchalant, criado com Tiago Correia-Paulo no âmbito da Cooperativa Musical, investigando temas ligados ao silêncio e à apatia.

Actualmente, Silke constrói uma obra que atravessa música, performance e experimentação, marcada por sensibilidade, rigor e procura interior.

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Eliana N’Zualo lança Cartas de Amor para Meninas Mal Comportadas no CCFM 

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Eliana Nzualo

A contadora de histórias moçambicana Eliana N’Zualo, Artista Associada do Centro Cultural  Franco-Moçambicano (CCFM) em 2026, apresenta a edição moçambicana do seu livro Cartas de Amor para Meninas Mal Comportadas, chancelada pela Ethale Publishing, na  Quinta-feira, 26 de Março, às 18h, no Restaurante Palato, no CCFM.

A obra reúne cartas  poéticas e performativas que dão voz a mulheres que desafiam normas sobre corpo, desejo,  sexualidade e comportamento feminino, convidando à reflexão sobre liberdade, identidade  e experiências de mulheres africanas. 

O lançamento contará com a apresentação da Profa. Doutora Teresa Manjate e leitura de  poemas pela própria autora, oferecendo ao público a experiência directa do caráter íntimo  e performativo da obra. 

Como Artista Associada do CCFM, Eliana N’Zualo desenvolve o seu trabalho com apoio do  programa, que oferece recursos, orientação e visibilidade aos artistas moçambicanos,  promovendo a criação e a internacionalização das suas obras. 

A estreia em Maputo marca o início da circulação do livro pelo país, estando previstas  apresentações noutras províncias, ampliando o alcance desta obra singular. 

Complementando o lançamento, a obra será também levada ao palco numa interpretação  cénica, marcada para o dia 2 de Abril, às 18h30, no Auditório do CCFM. A apresentação  explora o corpo feminino através do movimento e ritmo, interpretando-o como um poema — meio pelo qual vivenciamos o amor, experiências, vitórias, alegrias e memórias que nele se  acumulam. A interpretação, com direcção musical de Pizza with Pineapples, contará com a  participação de Carol Matosse (percussão e voz) e Marcia Pascoal (baixo e voz). 

Cartas de Amor Para Meninas Mal Comportadas” é um convite à celebração das meninas  que um dia fomos e que vivem dentro de nós

Eliana N’Zualo é uma contadora de histórias moçambicana, profundamente inspirada pelos  princípios do feminismo africano. É autora dos livros infantojuvenis Elefante Tendai e os Primos  Hipopótamos (2019) e Quando a Marta Aprendeu a Pedalar (2023), e participou em  antologias no Brasil, Portugal e África do Sul.

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