Fast Food
Stefania Leonel abre a edição moçambicana do Versos e Poesias
- Share
- Tweet /var/www/wptbox/wp-content/plugins/mvp-social-buttons/mvp-social-buttons.php on line 67
https://xigubo.com/wp-content/uploads/2024/02/ayaz-38-1000x600.jpg&description=Stefania Leonel abre a edição moçambicana do Versos e Poesias', 'pinterestShare', 'width=750,height=350'); return false;" title="Pin This Post">
O apaixonante projecto que une melodias à poesia, Versos e Poesias, prepara-se para ganhar uma nova versão, desta vez em Moçambique, depois de já ter passado por Angola e Portugal.
A confirmação de que o país seria a próxima paragem do projecto surgiu em 2025, despertando grande expectativa no meio artístico e cultural nacional, sobretudo pela proposta que cruza música, declamação e sensibilidade poética.
Desde então, Black Spygo e a sua equipa têm estado a trabalhar de forma aprofundada na selecção dos nomes que irão protagonizar esta nova fase do projecto. E, nas últimas horas, através das plataformas digitais do Versos e Poesias, da Black Vision e do próprio Black Spygo, foi anunciado Stefania Leonel como o primeiro nome escolhido, marcando oficialmente o arranque da edição moçambicana e reforçando a aposta em vozes femininas e na diversidade artística do país.
Fast Food
Nelson Tivane contraria Zebito e apela ao desfrute da vida enquanto se tem
“Gwala wa hi Nhakatsa”, faixa número 4 do mais recente álbum Lhamula, do compositor e músico moçambicano Nelson Tivane, acaba de ganhar o seu retrato visual com o lançamento do videoclipe oficial.
Na canção, Nelson Tivane apela ao desfrute do pouco dinheiro que se tem enquanto se pode, argumentando que amanhã poderá vir mais. Uma mensagem que surge em evidente contradição com a filosofia de Zebito, empresário moçambicano que ganhou destaque público ao aconselhar os jovens a “não comer com a boca”, uma metáfora para a necessidade de disciplina e o planeamento financeiro no uso dos recursos disponíveis.
O videoclipe, já disponível no YouTube, conta com direcção de Bill Boy, conceito e direcção criativa de Elgar Miles. Para reforçar a estética de abundância e luxo, Nelson Tivane aparece vestido com peças de marcas locais como a Xipixi e a Nkosi Wear.
Fast Food
Ou 5 mil ou nada: Internautas sentem-se traídos pelo novo reality da STV
A STV, em parceria com o Olhar Artístico, lançou recentemente o “Ou Tudo ou Nada”, um reality show que promete descobrir talentos promissores na área da comunicação.
No momento do lançamento, o ambiente era de entusiasmo, tudo parecia flores e perfume. Muitos jovens viram ali uma oportunidade única de entrar para o universo da televisão, alimentando o sonho de fazer parte da desejada STV.
As expectativas eram altas e a esperança tomou conta das redes sociais e vários lares, mas contudo, como diz o velho ditado, nem tudo o que brilha é ouro.
Quando foi disponibilizado o link supostamente destinado aos termos e condições do concurso, os candidatos depararam-se apenas com um formulário de inscrição. Sem qualquer orientação prévia clara sobre os critérios ou exigências, iniciou-se uma verdadeira saga digital.
Foi aí que se descobriu que a participação não se limitava apenas à realização de testes, ao preenchimento de vários campos com dados pessoais e ao envio de um vídeo de apresentação, algo já exigente, mas necessário num processo do género.

Para completar a inscrição, era necessário efectuar o pagamento de 5.000 meticais, o valor acabou por transformar o que deveria ser um momento de alegria numa onda de contestação.
A televisão é conhecida por produzir realitys que mudam vidas, e muitos jovens acreditaram que esta seria mais uma dessas oportunidades transformadoras. No entanto, a exigência financeira gerou críticas e levantou questionamentos sobre o acesso e a transparência do processo.
Desde então, a página oficial do canal tem sido alvo de ataques e comentários constantes por parte de internautas que se sentem surpreendidos, em alguns casos, desiludidos e enganados, apenas para gerar engajamento.
O “Ou Tudo ou Nada” nasceu com a promessa de revelar talentos, mas sem os 5 mil ditam se há algo.
Fast Food
Só eu fiquei? Assa Matusse reflecte pressão social no novo tema
Após o lançamento, em 2025, de “Teka Nzingu”, a cantora moçambicana, residente em França, anunciou hoje, nas redes sociais, que vem aí “Só Eu Fiquei”.
Pelo trecho divulgado, a cantora reserva-se a mergulhar nas tensões invisíveis da pressão social, expondo as expectativas impostas, os silêncios forçados e os conflitos internos que moldam decisões e identidades.
O tema chega ao público no dia 6 de Março e integra a promoção do EP que, ainda sem muitos detalhes revelados, Matusse está a preparar para os seus fãs.