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Sobre o apoio à Chapo, Mr. Bow afirma: Quero lamber a bota dele até ele ganhar
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O músico moçambicano Mr. Bow gerou uma confusão ao defender publicamente seu apoio ao partido Frelimo e ao presidente Filipe Nyusi, em suas redes sociais. Em uma publicação recente, Bow afirmou que, se apoiar a Frelimo é ser “lambe-bota,” ele não vê problema algum em assumir esse rótulo.
“Eu quero lamber a bota do Chapo até ele ganhar e ajudar-nos a alcançar aquilo que é o objetivo comum dos moçambicanos, ver um Moçambique melhor,” escreveu o artista, expressando sua confiança na liderança de Nyusi e seu compromisso com a justiça.
A declaração surge em meio a críticas que o músico tem recebido por emprestar seu talento e mostrar apoio ao partido no poder. Mr. Bow, no entanto, deixou claro que sua fé na capacidade de Chapo para conduzir o país em direção a um futuro melhor é inabalável, destacando que seu envolvimento não é apenas político, mas uma manifestação de esperança em um Moçambique mais justo.
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Nelson Tivane inscreve-se no Ngoma Moçambique
O músico moçambicano Nelson Tivane revelou, recentemente, nas suas redes sociais, que se inscreveu no Ngoma Moçambique.
A notícia surge depois de o artista ter questionado o público sobre como poderia fazer parte do maior concurso de música moçambicana, realizado anualmente pela Rádio Moçambique, sob formato de parada musical, onde são destacados os melhores temas nacionais.
Para esta disputa, Nelson Tivane leva com confiança os sucessos “Mama’s Baby”, interpretado ao lado da sul-africana Makadzi, e “Pfuka U Phanda”, em colaboração com António Marcos, músico da velha guarda moçambicana.
Sobre as votações e as formas de apoiar o músico, a informação ainda permanece em sigilo, uma vez que o concurso se encontra na fase de inscrição dos concorrentes.
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Djamela Chauque vence a 23.ª edição do Prémio Eloquência Camões
Djamela Chauque sagrou-se vencedora da 23.ª edição do Prémio Eloquência Camões, cuja grande final decorreu no Camões – Centro Cultural Português, em Maputo, numa iniciativa da Embaixada de Portugal em Moçambique.
O júri, composto pela actriz Ana Magaia, pela professora universitária Paula Cruz e pela leitora do Camões, ICL, na Universidade Eduardo Mondlane, Maria Conceição Siopa, distinguiu Djamela Chauque, estudante de Direito na Universidade Católica de Moçambique, como vencedora desta edição. A estudante recebeu o prémio das mãos do Embaixador de Portugal em Moçambique, Jorge Monteiro.
O segundo lugar foi atribuído a Bemnica Alfredo, estudante de Arquitectura na Universidade Eduardo Mondlane, enquanto o terceiro lugar coube a David Muianga Júnior, estudante de Marketing e Publicidade na Wutivi.
Foi ainda atribuída uma Menção Honrosa a Dércia Faquir, estudante de Sociologia na Universidade Eduardo Mondlane.
Os dez finalistas beneficiaram de uma formação em arte da expressão oral, ministrada pela actriz Ana Magaia, e receberam pacotes de livros oferecidos pela Plural Editores. O Camões – Centro Cultural Português em Maputo atribuiu igualmente prémios monetários aos três primeiros classificados, reforçando o incentivo à excelência na comunicação em língua portuguesa.
Criado em 2002, o Prémio Eloquência Camões tem como objectivo motivar os estudantes para a importância da oralidade em português no mercado de trabalho, em áreas como comunicação social, docência, publicidade, teatro e cinema.
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LayLizzy explica porque nunca mais será o mesmo
O rapper moçambicano LayLizzy reagiu aos fãs que frequentemente pedem o regresso do seu antigo estilo musical.
A resposta surgiu numa rima da sua nova música ao lado de ThisIsCr e Ian Blanco.
“Uns querem o Lizzy antigo, mas eu já não curto aquelas roupas”, deixando claro que já não se identifica com a fase anterior da sua carreira e que prefere a evolução artística e pessoal que vive actualmente.