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Sidney Mavie : As mulheres só vão aos Shows por causa de dinheiro e álcool
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Esta é uma análise crítica do Imperador e produtor musical Sidney Mavie, CEO da GM RECORDS, em In pesadelo, um leque de crônicas que está a escrever que farão parte do seu livro.
“[…] sim, a falta de aderência de mulheres aos shows de Hip-Hop Moz é um assunto que nos tem preocupado muito, e, por vezes, a culpa do Hip-Hop feito actualmente é a falta de convite às mulheres ou a forma como nos apresentamos ao palco” diz Sidney.
Por muito tempo colocou este assunto como prioridade nas suas “pesquisas noturnas” e percebeu que o que realmente move as mulheres para os shows é o dinheiro e o consumo excessivo de álcool nos shows. Enfatiza defendendo que apenas com esses dois dados dá para perceber que o Hip-hop moçambicano “não existe” e logo responde a falta de adesão destas aos shows.
Porque na perspectiva do Imperador se olharmos para os nossos shows tornou-se quase normal que os jovens fiquem com uma cerveja desde 18h00 até 22h00. Logo esse tipo de ambiente não é capaz de sustentar os status das mulheres.
Os shows de RAP, principalmente o segmento underground, precisa de shows em que os consumidores e pessoas menos “mãos de vaca” para agregar ou mover a parte feminina.
Não porque algo esteja errado, mas esses dois motivos movem as mulheres aos shows.
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Neyma usa a Marrabenta para reforçar o aleitamento materno
Teve início, a 1 de Agosto, a Semana Mundial do Aleitamento Materno. Para assinalar a efeméride, a cantora moçambicana Neyma recuperou a canção “Leite Materno”, reforçando a sensibilização da sociedade para a importância da amamentação.
A canção enquadra-se nas actividades que a cantora desenvolve enquanto embaixadora da UNICEF em Moçambique, cargo que exerce desde Novembro de 2014.
“O leite materno é precioso e é o melhor do mundo nos primeiros seis meses de vida do bebé”, reforça a artista na publicação.
A Semana Mundial do Aleitamento Materno decorre este ano sob o lema “Amamentação para um começo de vida sustentável: fortaleça o que funciona.”
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Gilberto Mendes anuncia Gungu Cinema e reflecte sobre a morte da cultura
O actor e empresário cultural Gilberto Mendes anunciou uma resposta concreta para a valorização da sétima arte em Moçambique: o Gungu Cinema.
O anúncio surge na sequência do encerramento temporária da Nu Metro, a última sala de cinema em actividade em Maputo, depois de vários internautas terem apelado a Mendes para avançar com a criação de um cinema.
A resposta do actor foi acompanhada por uma reflexão sobre o estado da cultura moçambicana, na qual defende que o declínio cultural começou muito antes da actual situação das salas de exibição.
Mendes recorda o desaparecimento gradual de bandas, a redução da actividade teatral, o enfraquecimento de instituições culturais, como a Companhia Nacional de Canto e Dança, o desaparecimento de salas de cinema e o afastamento da literatura do quotidiano dos moçambicanos.
Para Gilberto Mendes, a cultura deixou de ser encarada como um bem essencial para a formação da sociedade e, como consequência, surgiram problemas como a perda de civismo, o empobrecimento do debate público, a degradação do uso da língua portuguesa e a crescente valorização de conteúdos superficiais nas plataformas digitais.
Com o Gungu Cinema, Gilberto Mendes poderá ampliar a sua contribuição para a preservação e promoção da cultura cinematográfica nacional, num momento em que a discussão sobre o futuro das salas de cinema ganha força no país.
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Roland acusa Mr. Arsen de destruir Projecto Mabulu e desviar fundos destinados ao tratamento de Chonyl
Roland Hohberg fez uma acusação contra Mr. Arsen, afirmando que este terá influenciado direcrtamente a destruição do Projecto Mabulu e de ter alegadamente desviado fundos destinados ao tratamento da falecida Chonyl.
Numa publicação divulgada nas redes sociais, Roland afirma que, depois de alegadamente comprometer o Projecto Mabulu, Mr. Arsen terá incitado Dilon Djindji contra si para obter financiamento da Vodacom.
Acrescenta ainda que, segundo testemunhos de familiares de Chonyl, o visado terá desviado dinheiro que deveria ser utilizado no tratamento da artista.
Na mesma publicação, Roland refere que acreditava que Mr. Arsen estivesse definitivamente dedicado ao islamismo, como Yassin Hassan, seu nome nesta religião, mas afirma que este voltou à esfera pública, desta vez alegadamente em apoio à Frelimo, classificando a situação como um “Back to the Roots”