Cultura
SDEL financia expansão da Escola Joaquim Chissano e reforça acesso à educação na Moamba
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A Sociedade Distribuidora de Explosivos (SDEL) inaugurou, no dia 7 de Julho, as novas infra-estruturas da Escola Primária Joaquim Chissano, localizada no Posto Administrativo de Pessene, distrito da Moamba, província de Maputo. O projecto, financiado pela empresa no âmbito da sua política de Responsabilidade Social Corporativa, visa melhorar as condições de ensino e ampliar o acesso à educação na comunidade.
A intervenção incluiu a reabilitação de três salas de aula, a construção de quatro novas salas totalmente equipadas, uma biblioteca moderna com mais de 300 livros literários e didácticos, baptizada Biblioteca Ana Sofia Vieira, além de uma nova sala de professores, secretaria, dois dormitórios para docentes e infra-estruturas sanitárias preparadas para responder ao crescimento da população escolar.


A cerimónia foi presidida pelo Governador da Província de Maputo, Manuel Simão Nuvunga Tule, que destacou a importância de investimentos desta natureza para o fortalecimento do Sistema Nacional de Educação. Durante o evento, o Administrador da SDEL, Manuel Roberto, reafirmou o compromisso da empresa com o desenvolvimento das comunidades e com a valorização das futuras gerações através da educação.

Com esta intervenção, a Escola Primária Joaquim Chissano passa a dispor de melhores condições para acolher um maior número de alunos e proporcionar um ambiente de aprendizagem mais digno. O investimento reforça o papel das parcerias entre os sectores público e privado na promoção do desenvolvimento social e educativo em Moçambique.
Cultura
Fundação Fernando Leite Couto lança programa de pensamento crítico para 90 jovens dos PALOP
A Fundação Fernando Leite Couto anunciou o lançamento de “A Arte do Pensamento Crítico”, um programa de formação que vai reunir 90 jovens dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), com o objectivo de desenvolver competências de análise, reflexão e criação através das artes contemporâneas.
A iniciativa é realizada com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian e em parceria com os colectivos CACAU (São Tomé e Príncipe), Kino Yetu (Angola), Ur-GENTE (Guiné-Bissau) e o Instituto Pedro Pires.
Destinado a jovens entre os 18 e os 30 anos, nacionais e residentes em Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe, o programa pretende responder aos desafios colocados pelo crescimento do espaço digital, onde a circulação massiva de informação e de diferentes narrativas exige cada vez mais capacidade de interpretação e pensamento crítico.
Segundo a organização, o programa propõe um espaço de formação e criação que cruza o pensamento crítico com diferentes linguagens artísticas contemporâneas.
Formação com especialistas e artistas de referência
O programa será desenvolvido através de masterclasses, oficinas práticas, sessões de mentoria e uma mostra pública dos trabalhos produzidos pelos participantes.
As masterclasses contarão com nomes como Francisco Noa, Eduardo Quive, Raquel Lima, Nástio Mosquito e Mehak Vieira, que abordarão temas como pensamento crítico, desinformação, identidade, linguagem e circulação de narrativas.
A sessão de abertura será conduzida pelo escritor Mia Couto e pelo sociólogo Elísio Macamo.
Escrita, fotografia e vídeo
Além das sessões teóricas, os participantes desenvolverão projectos autorais em áreas como escrita, fotografia e vídeo, acompanhados por facilitadores como José dos Remédios, Luísa Nhamtunbo e João Graça.
O percurso será complementado por sessões de mentoria individual, culminando numa exposição pública que reunirá obras em diferentes formatos, incluindo texto, fotografia, vídeo e storytelling.
De acordo com a Fundação Fernando Leite Couto, o programa parte da ideia de que o pensamento crítico não é apenas uma competência individual, mas um processo activo de construção de sentido, em diálogo com as práticas artísticas contemporâneas.
A data de abertura das candidaturas será anunciada em breve.
Cultura
Festival Nsambo Wathu estreia em Moatize com milhares de participantes
A cidade de Moatize acolheu no passado dia 27 de Junho a primeira edição do Festival Cultural Nsambo Wathu, um evento que reuniu milhares de pessoas no Parque Infantil local para celebrar a riqueza cultural da região.
A iniciativa foi promovida pela Vulcan Moçambique, em parceria com o Governo do Distrito de Moatize e o Conselho Municipal da Cidade de Moatize, e contou com a presença do Governador da Província de Tete, Domingos Juliasse Viola.
O festival transformou Moatize num verdadeiro palco de celebração cultural, com música, dança, gastronomia e tradições locais. Entre as actuações musicais estiveram nomes como Puto Nelson, Mana Quina, DJ Hélder, Lawyers Júnior, Salvador Farmenga e Permafra, além da participação de grupos culturais como Nyau de Nkondedzi, Utsi e Nhanga. O público também teve a oportunidade de degustar pratos típicos, com destaque para o tradicional Kanhenhe de Mussacama.
Um dos momentos mais aguardados foi a competição entre 15 grupos culturais, divididos entre Njole e Mafue. Na categoria Njole, o grupo de Malabue conquistou o primeiro lugar, seguido por Chithatha e Cateme Sede. Já em Mafue, o destaque foi para o bairro 1.º de Maio, seguido por Malabue e Nhamitsatsi. Todos os participantes foram premiados, num reconhecimento ao valor das manifestações culturais locais.
Na ocasião, o Governador Domingos Juliasse Viola destacou que iniciativas como o Nsambo Wathu são fundamentais para reforçar a unidade nacional, promover o orgulho da moçambicanidade e valorizar o património cultural da província.
Com esta primeira edição, o Nsambo Wathu afirma-se como um novo marco cultural em Moatize, reforçando o compromisso da Vulcan e dos parceiros institucionais com a promoção da cultura e do desenvolvimento comunitário.
Cultura
Nampula investe 10% do Fundo de Desenvolvimento Económico Local na cultura
O governador de Nampula, Eduardo Abdula, anunciou esta sexta-feira, durante a Feira Económica de Nampula (FENA 2026), que 10% do Fundo de Desenvolvimento Económico Local (FDEL) será destinado ao financiamento de projectos ligados às indústrias culturais e criativas.
Segundo o dirigente, a medida pretende valorizar a arte e cultura como áreas importantes para o desenvolvimento económico e inclusão social, criando mais oportunidades para jovens e comunidades locais. Eduardo Abdula destacou ainda que o apoio ao sector cultural poderá fortalecer a identidade cultural e reduzir vulnerabilidades sociais.
Na ocasião, o governador revelou também que, em 2025, a província mobilizou cerca de 143 milhões de meticais através do FDEL, defendendo mais transparência, inclusão e responsabilidade na implementação dos projectos financiados.