Fast Food
Roubos em massa marcam mais um Festival do Picasso
- Share
- Tweet /var/www/wptbox/wp-content/plugins/mvp-social-buttons/mvp-social-buttons.php on line 67
https://xigubo.com/wp-content/uploads/2025/02/image-3-1000x600.png&description=Roubos em massa marcam mais um Festival do Picasso', 'pinterestShare', 'width=750,height=350'); return false;" title="Pin This Post">
Realizou-se no último sábado, dia 22 de fevereiro, mais uma edição do Carnaval de Picasso, um dos eventos mais aguardados do calendário festivo.
No entanto, para além do brilho das fantasias e da animação, a questão da segurança voltou a estar no centro das preocupações.
Relatos de furtos e assaltos durante e após o evento levantam a necessidade de um reforço das medidas de proteção para os participantes.
Muitos participantes deste evento denunciaram nas redes sociais a presença de carteiristas e grupos organizados que aproveitaram a aglomeração para agir.

O que devia ser só alegria, tornou-se num poço que engoliu, relógios, telemóveis e carteiras. Estes roubos, foram feitos por criminosos que actuaram tanto na área do evento como nas imediações, onde muitos se deslocavam após a celebração.
Para alguns, a falta de um policiamento mais visível e de medidas preventivas contribuiu para que estas situações ocorressem sem grande intervenção imediata.
Além dos furtos, houve ainda registos de situações mais violentas, onde indivíduos foram abordados por grupos que, sob ameaça, os obrigaram a entregar os seus pertences.

Diante deste cenário, muitos participantes defendem que futuras edições do Carnaval de Picasso devem contar com um plano de segurança mais estruturado, incluindo um maior número de agentes destacados para o evento, câmaras de videovigilância em pontos estratégicos e campanhas de sensibilização para os foliões sobre como evitar situações de risco.
Importa afirmar que este tipo de reclamação é típica dos eventos Picasso, de tal forma que até surgiram memes como “guardem bem as fotos dos vossos carros, pois vão precisar mais logo”, pois nesses eventos, rouba-se de tudo.
Fast Food
Francisco Noa revisita a literatura colonial sobre Moçambique
O ensaísta, crítico literário e professor universitário Francisco Noa apresenta uma nova obra que revisita a literatura colonial sobre Moçambique, propondo uma leitura crítica das narrativas construídas durante esse período.
Na publicação “Impérios, Mitos e Miopia: Moçambique como Invenção Literária”, o autor analisa como a literatura colonial contribuiu para a construção de imagens distorcidas sobre Moçambique e o continente africano. Essas representações, muitas vezes marcadas por ideias de superioridade cultural e civilizacional, ajudaram a consolidar estereótipos e hierarquias que ainda hoje influenciam percepções.
A obra tem como principal objectivo desconstruir mitos e questionar as narrativas herdadas, mostrando de que forma o passado colonial continua a reflectir-se no presente. Ao revisitar esses textos, Noa convida o leitor a uma reflexão crítica sobre memória, identidade e poder.
Este livro posiciona-se como uma referência importante para estudiosos de literatura, memória colonial e estudos pós-coloniais, oferecendo ferramentas analíticas para compreender as dinâmicas históricas e culturais que moldam o olhar sobre África.
Natural de Inhambane, Francisco Noa é ensaísta, investigador e professor universitário, com uma vasta obra publicada na área da crítica literária e dos estudos africanos.
Fast Food
Case Buyakah apela aos jovens para a honestidade e identidade
O artista moçambicano Case Buyakah lançou recentemente o videoclipe da música “Outra Maneira”, obra que integra o seu último álbum, “O Embaixador”, disponibilizado em 2023.
Nesta faixa, Case reforça a sua posição interventiva, dirigindo um apelo aos jovens para que trilhem caminhos autênticos.
“Outra Maneira” destaca-se por transmitir uma mensagem directa, incentivando-os a assumirem quem são, sem cederem a pressões externas ou a modelos impostos pela sociedade.
A sonoridade é assinada pelo produtor Lydasse GMT, enquanto o videoclipe foi produzido pela Case Graphics.
Fast Food
“A música alimenta-me e mantém-me jovem”, Mingas
Em roda de conversa na Fundação Fernando Leite Couto, ocorrida no ano passado, a cantora Mingas revelou que um dos segredos da sua juventude está na música.
Para a cantora, a música é muito mais do que entretenimento ou uma profissão; é a força vital que a mantém “viva” e ligada ao público.
“Alimenta-me bastante perceber que a música toca muitas pessoas”, revelou.
Mas, nem tudo tem sido um mar de rosas; houve momentos em que a cantora pensou em desistir da música, pelas incertezas da sustentabilidade.
“Há vezes (que) começa a perguntar: será que vou conseguir alimentar-me a mim e à minha família por mais uns tempos?”, conta.
A cantora revela que só se manteve pelas pessoas que sempre se aproximaram e mostraram o impacto das suas composições nas suas vidas.
Elisa Domingas Salatiel Jamisse, ou simplesmente Mingas, é autora de sucessos como Mamana, Nwêti, A Va Saty Va Lomu.