Connect with us
Publicidade Xigubo Desktop

Publicidade

Fast Food

Roley deixa escapar “Ayeah” de “The Don”

Publicado

aos

Roley revela segredo do sucesso da Sameblood 

O rapper moçambicano Roley disponibilizou no dia 15 de Julho, em todas as plataformas de streaming, a sua nova música “Ayeah”, produzida por Ell Puto. A informação foi avançada por Roley nas suas redes sociais, onde informou que a música, e o primeiro single do álbum “The Don” que será disponibilizada ainda este ano, embora ainda sem data concreta.

Na música, Roley apresenta uma forma diferente de fazer rap, mostrando-se uma certa transição do Hip-Hop clássico, para um ritmo com mais musicalidade, através de um afrobeat, ancorado no swing africano.

Este single retrata a forma como os jovens actuais reagem quando se sentem atraídos ou apaixonados por alguém, num clima festivo e não só. O audiovisual da música, segundo publicou nas suas redes sociais, será estreada no Trace Toca, primeiro canal internacional dedicado à música e cultura afro-lusófona.

Ayeah”, sucede Não importa que contou com a participação de Yadah Angel e Hernâni da Silva, produzida por MFK, com Mix e Master de Ell Puto gravada sob tutela da CSV Agência, que cuida da imagem dos artistas actualmente. Roley, conhecido antes como Rolex ou Hélder Chaikilla Paulo Zenda, conta na sua lista de trabalhos discográficos com, “Tudo Ou Nada” (2006), “Mundial de Rimas” (2010), “Primeira Lição” (2012), “Outro Lado” (2014) e “Pensamentos” (2020). 

Fast Food

Francisco Noa revisita a literatura colonial sobre Moçambique

Publicado

aos

Por

O ensaísta, crítico literário e professor universitário Francisco Noa apresenta uma nova obra que revisita a literatura colonial sobre Moçambique, propondo uma leitura crítica das narrativas construídas durante esse período.

Na publicação “Impérios, Mitos e Miopia: Moçambique como Invenção Literária”, o autor analisa como a literatura colonial contribuiu para a construção de imagens distorcidas sobre Moçambique e o continente africano. Essas representações, muitas vezes marcadas por ideias de superioridade cultural e civilizacional, ajudaram a consolidar estereótipos e hierarquias que ainda hoje influenciam percepções.

A obra tem como principal objectivo desconstruir mitos e questionar as narrativas herdadas, mostrando de que forma o passado colonial continua a reflectir-se no presente. Ao revisitar esses textos, Noa convida o leitor a uma reflexão crítica sobre memória, identidade e poder.

Este livro posiciona-se como uma referência importante para estudiosos de literatura, memória colonial e estudos pós-coloniais, oferecendo ferramentas analíticas para compreender as dinâmicas históricas e culturais que moldam o olhar sobre África.

Natural de Inhambane, Francisco Noa é ensaísta, investigador e professor universitário, com uma vasta obra publicada na área da crítica literária e dos estudos africanos.

Continuar a ler

Fast Food

Case Buyakah apela aos jovens para a honestidade e identidade

Publicado

aos

Por

Case Buyakah

O artista moçambicano Case Buyakah lançou recentemente o videoclipe da música “Outra Maneira”, obra que integra o seu último álbum, “O Embaixador”, disponibilizado em 2023.

Nesta faixa, Case reforça a sua posição interventiva, dirigindo um apelo aos jovens para que trilhem caminhos autênticos.

“Outra Maneira” destaca-se por transmitir uma mensagem directa, incentivando-os a assumirem quem são, sem cederem a pressões externas ou a modelos impostos pela sociedade.

A sonoridade é assinada pelo produtor Lydasse GMT, enquanto o videoclipe foi produzido pela Case Graphics.

Continuar a ler

Fast Food

“A música alimenta-me e mantém-me jovem”, Mingas

Publicado

aos

Por

Em roda de conversa na Fundação Fernando Leite Couto, ocorrida no ano passado, a cantora Mingas revelou que um dos segredos da sua juventude está na música.

Para a cantora, a música é muito mais do que entretenimento ou uma profissão; é a força vital que a mantém “viva” e ligada ao público.

“Alimenta-me bastante perceber que a música toca muitas pessoas”, revelou.

Mas, nem tudo tem sido um mar de rosas; houve momentos em que a cantora pensou em desistir da música, pelas incertezas da sustentabilidade.

“Há vezes (que) começa a perguntar: será que vou conseguir alimentar-me a mim e à minha família por mais uns tempos?”, conta.

A cantora revela que só se manteve pelas pessoas que sempre se aproximaram e mostraram o impacto das suas composições nas suas vidas.

Elisa Domingas Salatiel Jamisse, ou simplesmente Mingas, é autora de sucessos como Mamana, Nwêti, A Va Saty Va Lomu.

Continuar a ler