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Revelado motivo que fez Miss Zav parar de cantar

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Miss Zav

Em uma revelação chocante durante o “Show do Fred” desta terça-feira (19), a cantora Miss Zav Quarentona abriu o coração sobre um evento traumático que quase abalou sua carreira musical. Segundo escreve o portal Moz Manias, a cantora, conhecida por sua voz única e estilo marcante, revelou que seu passado foi marcado por um evento triste e perturbador que quase comprometeu sua jornada na música.

Segundo Miss Zav, citada pelo portal o incidente crucial foi desencadeado por um desentendimento com seu ex-marido, que culminou em uma situação de agressão física por parte dele. A cantora estava à mercê da violência quando encontrou forças para ligar para um amigo próximo, o renomado apresentador Fred Jossias, pedindo desesperadamente por ajuda.

O apresentador não hesitou em agir diante da urgência do momento. Por volta das 2 horas da madrugada, Fred Jossias, acompanhado por seu amigo Zainadine, correu para a residência da cantora. Ao chegarem lá, depararam-se com uma cena aterradora: a porta estava trancada e foi necessário arrombá-la. O que encontraram foi Miss Zav no chão, com o ex-marido sobre seu rosto.

A pronta intervenção de Jossias foi essencial para impedir danos maiores. “Foi uma situação terrível e impactante. Ver alguém que admiro passar por isso foi devastador”, comentou Jossias sobre o ocorrido.

Felizmente, a cantora está se recuperando do episódio traumático e encontrou apoio não apenas em seus amigos, mas também no público, que tem enviado mensagens de carinho e apoio desde que a história foi revelada.

Este evento, apesar de marcante e doloroso, não impediu Miss Zav de seguir sua paixão pela música. Ela expressou gratidão a Fred Jossias por ser um verdadeiro amigo e um salvador em um momento de necessidade extrema.

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“Não existe indústria da moda em Moçambique” – King Levi

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O consultor de moda moçambicano King Levi, fez uma análise crítica sobre os desafios enfrentados pela moda no país, destacando a falta de uma estrutura organizacional como o maior obstáculo.

Segundo ele citado pela revista Ndzila, Moçambique ainda não possui uma indústria de moda devidamente organizada, o que dificulta o crescimento e a profissionalização do setor.

Para Levi, a solução passa por ampliar o acesso a materiais de qualidade, investir em educação especializada e fomentar o apoio financeiro tanto do governo quanto do setor privado. O consultor defende que, sem esses elementos, a moda moçambicana continuará a enfrentar dificuldades para competir no cenário internacional.

Entre as medidas que poderiam transformar o setor, aponta a reativação das fábricas têxteis no país e a criação de uma universidade especializada em moda. Essas iniciativas, segundo Levi, são essenciais para que Moçambique conquiste reconhecimento global e desenvolva uma indústria sustentável e competitiva.

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Paulina Chiziane defende resgate da identidade moçambicana

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Paulina Chiziane defende que a mulher moçambicana deve resgatar suas raízes para preservar sua identidade cultural. Durante uma palestra na Universidade Pedagógica de Maputo, a escritora criticou o uso excessivo de cabelos importados, considerando essa prática uma forma de “auto-colonização” que enfraquece os valores africanos. Para ela, é essencial que as mulheres reconheçam a riqueza da sua própria cultura e parem de se descaracterizar.

A autora de Balada de Amor ao Vento fez um apelo direto às mulheres, destacando a importância do cabelo na história africana. “O cabelo da mulher negra salvou gente, mas vocês acham que ele não presta. Respeitem o vosso cabelo, reconheçam o papel histórico para a libertação humana através do vosso cabelo”, afirmou. Chiziane também incentivou a reflexão sobre como certas escolhas estéticas podem afastar as mulheres de sua verdadeira essência cultural.

Além disso, a escritora ressaltou que a academia tem um papel fundamental na preservação da identidade nacional. Ela encorajou as mulheres a contribuírem para a escrita da história moçambicana, garantindo que as futuras gerações conheçam e valorizem suas origens.

Fonte: O Pais

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Virgem Margarida revolta-se no Scala

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O filme de ficção Virgem Margarida será exibido nesta quinta-feira (05) no Cine Teatro Scala, na cidade de Maputo, às 18h.

Com duração de 90 minutos, o filme Virgem Margarida retrata um cenário vivido no pós-independência (1975), em que as prostitutas eram levadas para um campo de reeducação na zona norte do país, concretamente na província de Niassa.

Margarida, uma jovem simples, é enviada por engano para o campo de reeducação, onde enfrenta várias dificuldades.

O filme será exibido no âmbito das comemorações do mês da mulher moçambicana, e Margarida “ilustra” a vida de muitas mulheres que, devido às dificuldades que enfrentam, acabam vendo a prostituição como a solução para seus problemas. O filme foi lançado oficialmente em 2011.

Virgem Margarida é uma obra do cineasta luso-moçambicano Licínio de Azevedo, que já ganhou vários prêmios, incluindo o de Melhor Realizador de Ficção em Los Angeles, com Comboio de Sal e Açúcar.

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