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Realizador do filme “Tragédia da Vingança” responde ao irmão de Laquino

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O realizador do filme, lançado em 2017 e estrelado por Laquino Fonseca, Malegino Benzane, respondeu às recentes críticas e acusações feitas pelo irmão do falecido actor. Segundo o realizador, detém todos os direitos sobre a obra e autorizou o Scala a exibir e cobrar os bilhetes, gerando descontentamento por parte da família de Laquino.

O realizador defende que o filme é sua propriedade intelectual, e sua autorização para a exibição no Scala está respaldada por esses direitos. Em relação às acusações de oportunismo, ele afirma que sempre tratou das questões do filme com o tio de ambos, Armando Janeiro, compartilhando parte dos ganhos da última exibição no Scala com ele.

O realizador também se defendeu das alegações de dívidas, negando qualquer pendência financeira com o falecido Laquino Fonseca. Ele destacou que, desde a morte do actor, várias pessoas têm surgido reivindicando direitos sobre o filme.

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Porto Manyisa lança o seu terceiro romance em Maputo

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O Centro Cultural Português acolhe, no próximo dia 26 de Maio, às 18 horas, o lançamento do livro “Misava amina ntlharhi”, obra escrita em Xirhonga pelo escritor moçambicano Porto Manyisa. A apresentação da obra estará a cargo do académico Elídio Nhamona.

Com o título traduzido livremente como “Não existe o mais esperto no mundo”, o livro acompanha a trajectória de Vicentana, um jovem pastor do interior que deixa a sua terra natal em busca de melhores condições de vida na cidade de Maputo. Depois de um desentendimento com o patrão, acaba por se envolver numa vida de criminalidade ao lado de amigos de infância. Entre assaltos, fugas e perdas, a narrativa explora temas como ambição, escolhas erradas e as consequências inevitáveis das decisões tomadas ao longo da vida.

Natural da então cidade de Lourenço Marques, actual Maputo, Porto Manyisa é escritor de língua Xirhonga e membro efectivo da Associação dos Escritores de Moçambique, além de integrar a Associação LusoLetras, sediada no Porto, em Portugal, e o Núcleo de Escritores e Declamadores Tsonga da África do Sul, com sede em Johanesburgo.

O autor publicou anteriormente os romances “Mhalu”, lançado em 1989 com apoio da UNESCO, e “Nghozini”, publicado em 1994 com financiamento da Norad e da Igreja Presbiteriana de Moçambique.

Já Elídio Nhamona é professor, crítico literário e pesquisador moçambicano, com doutoramento e mestrado em Estudos Comparados de Língua Portuguesa pela Universidade de São Paulo, além de formação em Linguística pela Universidade Eduardo Mondlane. Actualmente, lecciona literatura, artes e cultura moçambicana na Faculdade de Letras e Ciências Sociais da Universidade Eduardo Mondlane.

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Aires Cossa aconselha jovens a pensarem bem antes de sair da casa dos pais

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O apresentador de televisão moçambicano Aires Cossa voltou a gerar reacções nas redes sociais após partilhar uma reflexão bem-humorada sobre os desafios da vida adulta e os custos de viver sozinho.

Na publicação, Aires Cossa aconselha os jovens maiores de idade a pensarem “10 vezes” antes de saírem da casa dos pais, afirmando que “não está fácil aqui fora”.

O apresentador sugeriu ainda, em tom descontraído, que muitos deveriam aproveitar o conforto da casa familiar enquanto organizam melhor a vida financeira. A mensagem rapidamente gerou identificação e comentários entre os internautas moçambicanos.

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Descubra o primeiro emprego de Tabasily

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Tabasily : Me arrependo de ter parado de estudar

O músico moçambicano Tabasily passou recentemente pelo podcast Tu Pra Tu, onde falou sobre a sua vida e trajectória profissional.

Questionado por Young Ricardo sobre como entrou no mundo da música, o músico levou-nos até algumas décadas atrás, quando teve de viver com a sua irmã na vizinha África do Sul. Devido a problemas familiares, viu-se obrigado a procurar emprego.

Apesar de não ter experiência na área, começou a trabalhar como ajudante de electricista, juntando as suas primeiras moedas para cumprir o sonho de infância: tornar-se músico e sustentar a sua família.

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