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Radjha Ally leva sons da sua terra ao Franco-Moçambicano

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Radjha Ally está prestes a encantar o público com o seu novo espetáculo “Sons da Minha Terra”, que ocorrerá na sexta-feira, 30 de agosto, às 20h, na Sala Grande do Centro Cultural Franco-Moçambicano (CCFM).
O evento promete ser uma verdadeira viagem pelos ritmos e danças tradicionais de Moçambique, celebrando a rica herança musical do país através das composições do artista. No palco, Radjha Ally também fará a apresentação exclusiva das músicas que irão compor seu primeiro álbum, previsto para ser lançado no final deste ano.
O espetáculo contará com a participação especial das convidadas Xixel Langa e Onésia Mahulove, que irão somar ao brilho da noite com suas performances e talentos únicos. Juntas, essas artistas contribuirão para uma experiência inesquecível, destacando a diversidade e a vitalidade da música moçambicana. A integração de diferentes estilos e a presença de talentos reconhecidos prometem fazer do evento uma celebração vibrante e cheia de energia.
Radjha Ally, natural de Nampula, tem uma trajectória marcada por sua dedicação à música e à cultura moçambicana. Desde a infância, influenciado por seu pai e pelos ritmos tradicionais da região, Radjha desenvolveu uma paixão pelas danças e músicas locais. Sua formação musical começou na escola do exército de Moçambique e continuou com estudos no Instituto Canzion e na Universidade Eduardo Mondlane. Vencedor do concurso “Vozes Que Encantam” em 2020, Radjha Ally tem se destacado na cena musical com sua banda, apresentando-se em Moçambique e em festivais internacionais.

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“Não existe indústria da moda em Moçambique” – King Levi

O consultor de moda moçambicano King Levi, fez uma análise crítica sobre os desafios enfrentados pela moda no país, destacando a falta de uma estrutura organizacional como o maior obstáculo.
Segundo ele citado pela revista Ndzila, Moçambique ainda não possui uma indústria de moda devidamente organizada, o que dificulta o crescimento e a profissionalização do setor.
Para Levi, a solução passa por ampliar o acesso a materiais de qualidade, investir em educação especializada e fomentar o apoio financeiro tanto do governo quanto do setor privado. O consultor defende que, sem esses elementos, a moda moçambicana continuará a enfrentar dificuldades para competir no cenário internacional.
Entre as medidas que poderiam transformar o setor, aponta a reativação das fábricas têxteis no país e a criação de uma universidade especializada em moda. Essas iniciativas, segundo Levi, são essenciais para que Moçambique conquiste reconhecimento global e desenvolva uma indústria sustentável e competitiva.
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Paulina Chiziane defende resgate da identidade moçambicana

Paulina Chiziane defende que a mulher moçambicana deve resgatar suas raízes para preservar sua identidade cultural. Durante uma palestra na Universidade Pedagógica de Maputo, a escritora criticou o uso excessivo de cabelos importados, considerando essa prática uma forma de “auto-colonização” que enfraquece os valores africanos. Para ela, é essencial que as mulheres reconheçam a riqueza da sua própria cultura e parem de se descaracterizar.
A autora de Balada de Amor ao Vento fez um apelo direto às mulheres, destacando a importância do cabelo na história africana. “O cabelo da mulher negra salvou gente, mas vocês acham que ele não presta. Respeitem o vosso cabelo, reconheçam o papel histórico para a libertação humana através do vosso cabelo”, afirmou. Chiziane também incentivou a reflexão sobre como certas escolhas estéticas podem afastar as mulheres de sua verdadeira essência cultural.
Além disso, a escritora ressaltou que a academia tem um papel fundamental na preservação da identidade nacional. Ela encorajou as mulheres a contribuírem para a escrita da história moçambicana, garantindo que as futuras gerações conheçam e valorizem suas origens.
Fonte: O Pais
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Virgem Margarida revolta-se no Scala

O filme de ficção Virgem Margarida será exibido nesta quinta-feira (05) no Cine Teatro Scala, na cidade de Maputo, às 18h.
Com duração de 90 minutos, o filme Virgem Margarida retrata um cenário vivido no pós-independência (1975), em que as prostitutas eram levadas para um campo de reeducação na zona norte do país, concretamente na província de Niassa.
Margarida, uma jovem simples, é enviada por engano para o campo de reeducação, onde enfrenta várias dificuldades.
O filme será exibido no âmbito das comemorações do mês da mulher moçambicana, e Margarida “ilustra” a vida de muitas mulheres que, devido às dificuldades que enfrentam, acabam vendo a prostituição como a solução para seus problemas. O filme foi lançado oficialmente em 2011.
Virgem Margarida é uma obra do cineasta luso-moçambicano Licínio de Azevedo, que já ganhou vários prêmios, incluindo o de Melhor Realizador de Ficção em Los Angeles, com Comboio de Sal e Açúcar.