Cultura
Radjha Ally leva música moçambicana ao MTN Bushfire 2026
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O músico moçambicano Radjha Ally foi confirmado como uma das atracções do MTN Bushfire 2026, um dos mais prestigiados festivais de música e artes da África Austral.
Natural da província de Nampula, o artista promete levar ao palco uma fusão de sons tradicionais e contemporâneos, destacando a riqueza cultural moçambicana. O seu álbum de estreia, Niinee que significa “venha dançar”.
O festival, que terá lugar entre os dias 29 e 31 de Maio, na House On Fire, no Eswatini, é conhecido por reunir artistas de diferentes partes do mundo, promovendo diversidade cultural, criatividade e expressão artística.
A participação de Radjha Ally conta com o apoio do Southern African Music Festivals Circuit, reforçando a presença moçambicana em grandes palcos internacionais.
Com esta actuação, o músico junta-se a um leque de talentos que prometem transformar o evento numa verdadeira celebração de música, dança e identidade africana.
Cultura
Sónia Sultuane premiada uma das melhores da lusofonia
A escritora moçambicana Sónia Sultuane foi premiada com o Prémio Literário Guerra Junqueiro – Lusofonia 2025, que distingue obras de personalidades do espaço lusófono.
Em nota divulgada pelo júri, consta que “os conselheiros do galardão consideraram a sua obra literária uma reflexão social de intervenção cultural, com uma escrita profundamente ligada à identidade africana, ao corpo feminino, à espiritualidade, à memória e à pertença e à valorização da cultura moçambicana”.
Foram ainda valorizados os seus projectos de promoção da leitura e da literatura em Moçambique, a sua linguagem, simultaneamente delicada e afirmativa, mas também de forte consciência histórica e social.
Sónia Abdul Jabar Sultuane nasceu na cidade de Maputo em 1971. É uma artista multifacetada: poeta, escritora, artista plástica e curadora. Tem colaborado noutras disciplinas artísticas como a música, a dança, a moda e a fotografia.
Na literatura destaca-se por ter publicado obras de poesia e conto infantil-juvenil, entre elas “Roda das Encarnações” (2016) e “O Lugar das Ilhas” (2021), “Sonhos” (2001), “Imaginar o Poetizado” (2006) e “No Colo da Lua” (2009).
Em 2011 assumiu o papel de curadora na exposição “Mulheres – Descortinando”, organizada pela Galeria Kulungwana. Em Março de 2008, foi uma das artistas convidadas e um dos membros da organização do workshop internacional organizado pelo Ministério da Educação e Cultura e pelo Triangle (Muyehlekete – O Pensador) em Maputo.
Na lista dos escritores galardoados, Sónia Sultuane partilha espaço com Inês Pedrosa (Portugal), Paulo Coelho (Brasil), Francisco Conduto de Pina (Guiné-Bissau), Fátima Bettencourt (Cabo Verde), Daniel Braga (Timor-Leste), Lúcio Neto Amado (São Tomé e Príncipe), Maria Jesús Evuna Andeme (Guiné Equatorial) e José Mena Abrantes (Angola).
O Prémio Literário Guerra Junqueiro desde 2017 premeia escritores e escritoras da Lusofonia em língua portuguesa. Com a organização do município de Freixo de Espada à Cinta (Portugal), o prémio, alargado à lusofonia em 2020, tem como objectivo premiar e homenagear escritoras e escritores da CPLP.
Fonte: Jornal Notícias
Cultura
Assa Matusse chora a morte da sua mãe
No dia de hoje a cantora moçambicana Assa Matusse, anunciou o desaparecimento físico da sua mãe.
A informação avançada pela cantora, foi através das suas redes sociais, onde mostrou que carrega um grande vazio em si.
“Madalinha se foi e me levou junto porque já nem sinto meu corpo” escreveu a cantora
Em actualização
Cultura
Prémio Literário Fernando Leite Couto prepara edição 2026
O Prémio Literário Fernando Leite Couto anuncia a sua edição de 2026, dedicada ao género literário “Prosa”, com o objectivo de estimular a criação de obras de novos autores moçambicanos em língua portuguesa.
Os interessados podem submeter os seus trabalhos romances, novelas ou colecções de contos entre 16 de Março e 16 de Abril de 2026.
Instituído pela Fundação Fernando Leite Couto, o prémio conta com o apoio do Moza Banco – Moçambique, da Câmara do Comércio Portugal-Moçambique e do Município de Óbidos, em Portugal, e pretende reconhecer e valorizar talentos emergentes nas áreas de poesia e prosa de ficção, incluindo romance, novela, crónica, texto dramático e conto.
A organização e gestão do prémio são da exclusiva responsabilidade da Fundação Fernando Leite Couto, que define os critérios e a avaliação das obras submetidas.
A iniciativa surge como uma oportunidade para novos escritores moçambicanos darem visibilidade às suas criações e reforça o compromisso com a promoção da literatura nacional em língua portuguesa, incentivando a diversidade de vozes e narrativas no panorama literário do país.