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Punchlines For Days de Hernâni da Silva comporta-se como vinho
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O rapper moçambicano Hernâni da Silva, lançou nas plataformas digitais de streaming, a continuação do trabalho discográfico, Punchlines For Days, no dia de hoje 23 de Setembro, fechando uma trilogia. O trabalho, conta com 8 faixas o que totaliza 26 minutos de escuta.
As músicas partem de “Three–Peat” até “It Aint Even Funny”, e contam com participação de Hot Blaze na música “Shooter” (atirador), que serviu de música promocional para o trabalho lançado recentemente. Kiba de Seven, em “Bro um Gajo Repa” e “Frente” ao lado de Laylizzy.
COISAS QUE DEVES PRESTAR ATENÇÃO DITAS POR HERNÂNI NO PUNCHLINE FOR DAYS 3
Ao longo das faixas, existem algumas barras ou linhas que não nos passaram despercebidas e as partilhamos consigo.
Na faixa Three-Peat, Hernani diz, “Se eu fosse uma flor provavelmente, brotava no deserto porque sempre protegi a visão”;
Em Shooter, “Não há rapper que me supere no momento, Deus na escrita, pode comparar caligrafia com os 10 mandamentos”;
“Linhas são mísseis uma série de mortes, não aconselhável a pessoas sensíveis” diz em Carnage;
Com Kiba em “Bro um Gajo Repa”, revela que se soubéssemos quantos girls já lambeu, nem se quer ficou com o número…;
Na quinta faixa, “Frente”, conta que cobra 70 mil meticais em 20 minutos para um Show;
Em, “Westside Ye”, revela seu lugar no mundo do rap, “Presidente do game o resto é fake news“
Considera-se o único rapper com mais conexões que Putin, por isso o chamam Mbuti, para fechar conta que em cada 2 sons que lança 3 são hits, diz na última faixa, ” It Aint Even Funny “.
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Gabriel Júnior distinguido com Prémio Martin Luther King
O presidente da Federação Moçambicana de Boxe, Gabriel Júnior, foi distinguido com a Medalha de Honra Martin Luther King e o Diploma Civil Internacional, numa cerimónia realizada no Palácio de Cascais, em Lisboa.
As duas distinções reconhecem o seu contributo nas áreas sociais e o seu envolvimento em iniciativas de impacto comunitário.
Durante a sua intervenção, Gabriel Júnior destacou que o reconhecimento vai além do mérito individual, sublinhando que é resultado de um percurso construído ao serviço da sociedade. O dirigente afirmou ainda que a distinção reforça a sua responsabilidade de continuar a trabalhar em prol da dignidade humana, da justiça social e da participação activa dos cidadãos.
Na ocasião, o presidente da Federação Moçambicana de Boxe expressou o orgulho de representar Moçambique, referindo que o seu percurso tem sido guiado por valores de compromisso e acção. Gabriel Júnior lidera a federação desde 2017 e tem estado ligado a diversas iniciativas sociais e desportivas, tanto a nível nacional como internacional.
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Nordino reage ao Prémio Ngoma Moçambique
O músico moçambicano Nordino Chambal reagiu com emoção à conquista do Prémio Ngoma 2025, um dos mais altos reconhecimentos das artes no país.
O artista partilhou o momento como uma vitória que simboliza anos de dedicação à música, destacando também a entrega de uma viatura como parte da premiação.
Ao recordar o seu percurso, Nordino revisitou os primeiros passos na televisão, quando em 2007 tentou participar no Fama Show sem sucesso. Anos depois, regressou e venceu o Super Tardes em 2012, mostrando que a persistência faz a diferença.
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Paulina Chiziane é a melhor escritora africana de 2026
A escritora moçambicana Paulina Chiziane foi distinguida como “Melhor Escritora de África de 2026”, no âmbito do African Award – Creators and Directors Excellence 2026, numa cerimónia realizada na noite de 28 de Abril, no Hotel Epic Sana, na cidade de Luanda.
A distinção reconhece o percurso literário da autora, marcado por uma abordagem crítica e sensível às questões sociais, culturais e de género, com forte incidência na realidade moçambicana.
Com uma obra consolidada no panorama literário africano, Paulina Chiziane continua a afirmar-se como uma das vozes mais influentes da literatura contemporânea, contribuindo para a projecção internacional da escrita moçambicana.
O galardão reforça, assim, o papel da autora na valorização da literatura africana, num momento em que as narrativas do continente ganham cada vez mais espaço e reconhecimento a nível global.