Connect with us
Publicidade Xigubo Desktop

Publicidade

Fast Food

Punchlines For Days de Hernâni da Silva comporta-se como vinho

Publicado

aos

Punchlines For Days 3 de Hernâni da Silva comporta-se como vinho

O rapper moçambicano Hernâni da Silva, lançou nas plataformas digitais de streaming,  a continuação do trabalho discográfico, Punchlines For Days, no dia de hoje 23 de Setembro, fechando uma trilogia. O trabalho, conta com 8 faixas o que totaliza 26 minutos de escuta.

As músicas partem de “Three–Peat” até “It Aint Even Funny”, e contam com participação de Hot Blaze na música “Shooter” (atirador), que serviu de música promocional para o trabalho lançado recentemente. Kiba de Seven, em “Bro um Gajo Repa” e “Frente” ao lado de Laylizzy.

COISAS QUE DEVES PRESTAR ATENÇÃO DITAS POR HERNÂNI NO PUNCHLINE FOR DAYS 3

Ao longo das faixas, existem algumas barras ou linhas que não nos passaram despercebidas e as partilhamos consigo.

Na faixa Three-Peat, Hernani diz, “Se eu fosse uma flor provavelmente, brotava no deserto porque sempre protegi a visão”;

Em Shooter, “Não há rapper que me supere no momento, Deus na escrita, pode comparar caligrafia com os 10 mandamentos”;

“Linhas são mísseis uma série de mortes, não aconselhável a pessoas sensíveis” diz em Carnage;

Com Kiba em “Bro um Gajo Repa”, revela que se soubéssemos quantos girls já lambeu, nem se quer ficou com o número…;

Na quinta faixa, “Frente”, conta que cobra 70 mil meticais em 20 minutos para um Show;

Em, “Westside Ye”, revela seu lugar no mundo do rap, “Presidente do game o resto é fake news“

Considera-se o único rapper com mais conexões que Putin, por isso o chamam Mbuti, para fechar conta que em cada 2 sons que lança 3 são hits, diz na última faixa, ” It Aint Even Funny “. 

Continuar a ler

Fast Food

Moçambique participa no Festival Souffle com delegação de mais de 20 profissionais das artes

Publicado

aos

Por

Moçambique está representado na 7.ª edição do Festival Souffle o.I., também conhecido como Breath of the Isle #7, que decorre de 27 de Outubro a 15 de Novembro de 2026, na Ilha da Reunião.

A delegação nacional integra mais de 20 profissionais das artes, entre bailarinos, coreógrafos, músicos, técnicos e produtores, numa participação que promove a circulação internacional da criação artística moçambicana e reforça a cooperação cultural no espaço do Oceano Índico.

Organizado pelo Lalanbik – Centro de Desenvolvimento Coreográfico Nacional do Oceano Índico, o festival tem como tema desta edição “Lamayaz” e reúne mais de 150 artistas do Chile, das Comores, da Europa, do Quénia, de Madagáscar, das Maurícias, de Maiote, de Moçambique e da Ilha da Reunião.

A programação contempla 24 espectáculos, apresentados em diferentes localidades da ilha, nomeadamente Saint-Pierre, Saint-Benoît, Saint-Leu, Saint-Denis e L’Étang-Salé. Entre as propostas moçambicanas em destaque está Dzudza, do coreógrafo Idio Chichava.

O programa inclui igualmente Vejo Anjos, de Lulo Sala, e Face Silenciada, apresentada pelas artistas Açucena Chemane e Cristina Matola. A estas criações juntam-se Madla Bidjana, de Osvaldo Passirivo, e uma actuação musical de May Mbira.

Para além dos espectáculos, o festival promove 13 oficinas práticas, três biotopos coreográficos, sob a designação Ron Kozé, e um dia dedicado aos gestos e às assinaturas tradicionais.

Neste âmbito, os artistas moçambicanos também orientam oficinas de dança dirigidas a participantes de diferentes faixas etárias, criando oportunidades de aprendizagem, partilha de experiências e intercâmbio cultural com as comunidades locais.

A participação moçambicana é organizada pela Yodine Produções e resulta de um trabalho de articulação com parceiros regionais, no âmbito da integração do KINANI na rede IOCAN, uma plataforma de cooperação que promove o intercâmbio entre estruturas culturais e artistas da região do Oceano Índico.

Esta presença representa mais um passo na internacionalização das artes performativas moçambicanas, ampliando a visibilidade dos artistas nacionais e criando oportunidades para novas colaborações, circulação de obras e desenvolvimento de projectos conjuntos.

A iniciativa destaca ainda o contributo dos diferentes profissionais envolvidos na cadeia de produção artística, reforçando a importância da cooperação e da profissionalização do sector cultural.

Continuar a ler

Fast Food

Stewart Sukuma & Banda Nkhuvu apresentam espectáculo “VISÃO” no CCFM

Publicado

aos

O músico moçambicano Stewart Sukuma e a Banda Nkhuvu apresentam, esta sexta-feira, 6 de Novembro as 20h, o espectáculo “VISÃO” uma viagem entre a memória, o presente e o futuro”, na Sala Grande do Centro Cultural Franco-Moçambicano (CCFM), em Maputo.

O concerto contará com a participação especial de José Barata, numa apresentação propõe uma viagem musical que cruza diferentes tempos e experiências, tendo a música como ponto de encontro entre a memória, a identidade e as perspectivas de futuro.

A noite será também marcada pelo lançamento do Songbook Stewart Sukuma, uma publicação dedicada ao repertório do músico.

Os bilhetes estão disponíveis na plataforma Tabater, com preços de 800 meticais (normal), 700 meticais (Clube Cultural) e 300 meticais para estudantes, estes últimos limitados aos primeiros 50 bilhetes físicos.

A venda física decorre no CCFM, a partir de 4 de Novembro, entre as 9h e as 14h e das 15h às 18h.

Continuar a ler

Fast Food

Énia Lipanga leva poesia moçambicana a Festa Literária Internacional de Maricá

Publicado

aos

A poeta moçambicana Énia Lipanga participa, esta semana, na Festa Literária Internacional de Maricá, no Brasil, onde integra a programação do Festival Língua ao Mar, um espaço de encontro e partilha entre escritores e diferentes vozes da literatura de língua portuguesa.

No dia 5 de Novembro, a autora estará na mesa de conversa “A Novíssima África”, ao lado do escritor angolano Kalaf Epalanga e de Vanessa Yetu, para uma reflexão em torno da literatura, identidade e das diferentes vozes dos países africanos de língua portuguesa.

Autora de quatro obras poéticas, Énia Lipanga tem utilizado a literatura como instrumento de intervenção social, com destaque para a defesa dos direitos das mulheres e a inclusão de pessoas com deficiência.

Em 2025, publicou Sob a Capulana do Destino e Outros Escritos, uma obra de prosa que reúne histórias sobre as vivências, identidades e realidades de mulheres moçambicanas.

Importa referir que a escritora foi também a única mulher africana semifinalista do Prémio Oceanos 2026.

Continuar a ler