Uncategorized
Projecto “Barimbiku” apresenta-se no Museu Mafalala
- Share
- Tweet /var/www/wptbox/wp-content/plugins/mvp-social-buttons/mvp-social-buttons.php on line 67
https://xigubo.com/wp-content/uploads/2024/09/WhatsApp-Image-2024-09-21-at-15.59.23-1000x600.jpeg&description=Projecto “Barimbiku” apresenta-se no Museu Mafalala', 'pinterestShare', 'width=750,height=350'); return false;" title="Pin This Post">
No dia 25 de setembro corrente, a partir das 18 horas, o Museu Mafalala será palco da performance ao vivo do projeto “Barimbiku”, dos músicos Hilário Manhiça (Moçambique) e Mista Sanches (Cabo-Verde).
O concerto apresenta-se como uma oportunidade de embarcar numa viagem sonora pela África, através de uma fusão inovadora de ritmos e melodias trazidas por dois jovens músicos africanos, Hilario Manhiça e Mista Sanches, acompanhados pela Banda Quecha e pela poetisa, Nwantsukunyani Khanyisani.
Os artistas cruzaram-se em Lisboa, Portugal, durante concertos e sessões de trabalho. Dessa conexão, surgiu a ideia de uma residência artística em Maputo, com o objetivo principal de fusionar suas artes e contribuir para o desenvolvimento de artistas africanos, promovendo uma troca cultural rica e colaborativa.
Foi assim que surgiu, então, o projeto Barimbiku, descrito pelos artistas como “uma viagem para a valorização de ritmos africanos”. Desde o dia 7 até 27 de setembro de 2024, no Museu Mafalala em Maputo, que acolheu o Projecto,, eles estão conduzindo sessões de criação e gravação de música, workshops e jams. Esse processo culminará em performances ao vivo que apresentarão os resultados das sessões e da residência.
O projeto Barimbiku visa construir pontes culturais e lançar as bases para um intercâmbio artístico duradouro entre artistas locais e internacionais. Vale destacar que essa residência artística teve início em Lisboa, onde os músicos começaram a trabalhar juntos na criação de músicas inspiradas em ritmos tradicionais africanos. A segunda parte dessa residência será realizada em Cabo Verde no próximo ano, 2025.
O nome Barimbiku é uma combinação de referências a instrumentos musicais e tradições africanas, como o Barimbau, Batuku, Mbira e o Canto, além de conter uma expressão crioula que significa “varrer o umbigo”, simbolizando o altruísmo e o compartilhamento de conhecimento.
Uncategorized
Lara de Sousa apresenta “Kalunga” em Maputo
A realizadora Lara de Sousa apresenta a curta-metragem “Kalunga” na próxima quarta-feira, 15 de Abril, às 17h, no Auditório do Franco-Moçambicano, em Maputo.
A exibição do filme será seguida de uma conversa com o público, durante a qual a cineasta irá partilhar o seu percurso no cinema e as experiências que marcaram a sua formação e trajectória profissional.
Lara de Sousa já participou em espaços internacionais de referência como a Berlinale DocStation, o Durban Film Market e o Sundance Institute, experiências que, segundo a realizadora, contribuíram para o seu desenvolvimento no cinema independente.
O encontro pretende igualmente promover a reflexão sobre os desafios do cinema independente e as diferentes formas de construção de narrativas cinematográficas a partir de memórias, arquivos e vivências pessoais.
Uncategorized
Jimmy Dludlu prepara espetáculo de celebração de 40 anos de carreira
O guitarrista moçambicano Jimmy Dludlu prepara-se para celebrar 40 anos de uma carreira com um espetáculo especial agendado para o dia 24 de junho de 2026, nos Campos da UEM, em Maputo.
O evento promete ser uma homenagem à sua trajectória no Afro-Jazz, género no qual se afirmou como uma das maiores referências africanas, conquistando reconhecimento dentro e fora do continente.
Com produção de nível internacional, o concerto deverá contar com a participação de convidados de renome mundial, reforçando o carácter único da celebração.
Mais do que um espetáculo, a ocasião será um encontro entre gerações de amantes da música, celebrando o legado, a influência e a contribuição de Jimmy Dludlu para o desenvolvimento e projeção do Afro-Jazz.
Uncategorized
Iveth Marlene leva o rap moçambicano à academia
A rapper moçambicana Iveth Marlene entra para a academia ao ter a sua música “Mulher Heroína” incluída no livro “O Rap como Arte e Filosofia”, do professor e crítico Daúde Amade, que será lançado no dia 9 de Abril, no Instituto Guimarães Rosa, em Maputo.
A canção, de forte carga social, destaca o papel da mulher na sociedade e promove o empoderamento feminino, levantando questões sobre igualdade, respeito e representação cultural.
No livro, Daúde Amade propõe uma leitura do rap enquanto forma de arte e pensamento, mostrando como o género se tornou plataforma de intervenção social, destacando artistas que transformam a música em crítica e debate. O legado de Azagaia é igualmente abordado, reforçando o rap como instrumento de resistência e reflexão sobre a realidade moçambicana.
Refira-se que o lançamento será aberto ao público, reunindo artistas, académicos e fãs de hip-hop. Além da apresentação do livro, os presentes poderão participar em discussões, trocar experiências e adquirir exemplares da obra.